A indústria 4.0 e os avanços que obtém no Brasil

Enquanto a entrega de produtos é afetada por conta da pandemia do Coronavirus, empresas de todo o mundo são prejudicadas. Porém, enquanto fabricantes de impressoras 3D industriais sofrem com quedas de até 40% nos seus negócios, empresas como Ultimaker e Formlabs reportaram crescimento de até 35% no primeiro semestre de 2020, dados resultantes das oportunidades nos setores industriais para peças de reposição e manutenção.

A manufatura aditiva ficou conhecida como prototipagem rápida, mas este conceito está rapidamente caindo uma vez que a indústria no mundo todo já está migrando uma boa parte de seus produtos para serem fabricados através de impressão 3D. 

No Brasil, a 3DCRIAR, líder na implementação de soluções de Impressão 3D para a Educação, Saúde e Indústrias brasileiras, mostra que as funcionalidades de cloud abrem o caminho para que estas máquinas estejam cada vez mais presentes na indústria 4.0, de forma que todos os segmentos e tamanhos de empresas tenham acesso às ferramentas digitais, as quais tornam-se universais dentro das organizações.

Para o país, o momento é ideal. Ao mesmo tempo em que a indústria se consolidou e apresenta soluções mais maduras e prontas, as quais já foram testadas em países desenvolvidos.

Grandes empresas locais já diminuíram em até 96% o custo de produção e prototipagem, melhorando o tempo de testes e lançamento de produtos. Além disso, o retorno no investimento em uma impressora 3D é de 126hrs a menos na produção.

Com esse avanço novas possibilidades e demandas surgiram. Como o 3DaaS, o primeiro serviço de outsourcing em impressão 3D do Brasil. Desenvolvido pela 3DCRIAR, surge como resposta ao novo momento do mercado ao substituir a compra pela assinatura de produtos e serviços.  

Chamado de 3D as a Service, o serviço consiste em reduzir custo e tempo dos processos internos a partir da Impressão 3D e tem a chancela da Braskem, via Braskem Labs, e da Amcham Brasil. 

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