A influência do #bitcoin e da #blockchain nas mudanças que ocorrem no mundo

Um dos principais aprendizados que tivemos em 2020 foi que inovar é preciso. Novas formas de operar sistemas e de otimizar processos entraram em nossas vidas para que possamos realizar tarefas dentro dos limites de espaço e tempo. Segundo um estudo realizado pela Organização dos Estados Americanos (OEA) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a América Latina teve em três meses, durante a pandemia, um avanço tecnológico esperado para daqui a três anos. Isso nos atenta para possíveis mudanças que podem acontecer mais rápido do que imaginávamos, como por exemplo a utilização da blockchain para diferentes tipos de processo. 

Durante muito tempo, as pessoas foram condicionadas a confiar em instituições tradicionais para gerenciar processos do cotidiano, como: bancos, cartórios, sistema eleitoral. Com o avanço da tecnologia, começaram a surgir alternativas que proporcionam mais segurança, privacidade e autonomia para cada pessoa, individualmente. As criptomoedas são uma dessas alternativas, cuja Bitcoin foi pioneira e criada em blockchain própria. 

A blockchain dispensa a concentração de informações num só lugar, as distribuindo em diversos servidores que garantem sua veracidade e segurança. Algumas vantagens desse sistema são a dificuldade de ser corrompido e a falta de burocracia. Isso tem trazido tantos benefícios para as pessoas que a blockchain extrapolou o âmbito financeiro, e hoje é usada para diversas finalidades. Um exemplo disso é o Certificado Digital validado por blockchain que o Ministério da Educação lançou no fim do ano passado, já valendo para as universidades federais da Paraíba e do Rio Grande do Norte – a previsão é que a medida seja estendida para todas as universidades federais até o fim de 2021. 

Em meados de 2015, o Russo-Canadense Vitalik Buterin criou então a blockchain do Ethereum, em que seriam possíveis não apenas transações da moeda Ether (ETH), mas também a criação de softwares (chamados de contatos inteligentes) circulando e executando na blockchain. O conceito de contratos inteligentes se torna então algo ainda mais revolucionário que o Bitcoin, pois as pessoas podem desenvolver software que executam na rede blockchain, ou seja, verdadeiros contratos (linhas de instruções de código) sendo executados de forma segura e confiável.

“A tecnologia da BlockChain hoje não permite apenas a criação e transferência de dinheiro virtual, mas também o registro descentralizado de informações. Isso nos permite ter uma nova visão sobre o mundo” afirma Eduardo Erlo, especialista em criptomoedas e coordenador de marketing da Status no Brasil. Nesse cenário de inovações, a Status é uma empresa que ganha destaque e cada vez mais credibilidade, pois possui um aplicativo descentralizado que se comunica com a blockchain Ethereum, o que possibilita enviar e receber criptomoedas, conversar com outros usuários e acessar a internet de forma totalmente independente, segura e sem interferência de terceiros.

O que pode-se afirmar é que as mudanças impulsionadas pela tecnologia da blockchain estão apenas começando. Cada vez mais aumentará a demanda por soluções em que a segurança, a autonomia e a praticidade serão prioridade e, o que hoje pode parecer complexo, fará parte do cotidiano no futuro de forma simples e acessível – basta estarmos prontos para nos adaptarmos a essas mudanças. 

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