Startup brasileira cria protocolo DeFi para fortalecer mercado do Turismo

Chega ao mercado a UniWeeks, startup brasileira com projeto global de ecossistema especializada em DeFi e modelagem de ativos digitais para o mercado do turismo. Liderada por uma equipe de profissionais com alta performance em finanças, criptomoedas e tecnologia, a UniWeeks é dona de uma plataforma integrada de tecnologia disruptiva, que explora o potencial de duas grandes arquiteturas: os protocolos blockchain da rede Ethereum e a dinâmica das finanças descentralizadas da Binance Smart Chain (BSC).

Em private sale, os fundadores têm trabalhado para, por meio de aplicativos descentralizados (DApps) e criptoativos capazes de gerar liquidez, ajudar o setor do Turismo na retomada econômica. Sua tecnologia permite que empreendedores, investidores e mercado se conectem através de um ecossistema capaz de prover soluções de compra, venda, empréstimo, troca, aquisição de quotas de governança e investimento com o uso de ativos digitais em transações peer-to-peer (P2P).

O ICO do projeto está previsto para 30 de novembro desse ano. Uma fundação está sendo constituída no exterior para garantir a evolução do projeto e a contribuição para o mercado DeFi.

Na UniWeeks tudo é feito mediante Smart Contract. “Queremos proporcionar ao setor a oportunidade de utilizar este protocolo para recuperar o mercado de turismo no pós pandemia, aumentando a competitividade com novos negócios e gerando frentes de emprego e renda”, diz Anderson Lima, CEO.

Nessa primeira fase serão beneficiados pelo projeto redes hoteleiras do Brasil e do mundo, que poderão usar da economia digital para comercializar seus ativos. O protocolo UniWeeks promete tokenizar diárias de hotel em um pool de liquidez de mais de US$ 300 milhões. “Isso significa dizer que, em breve, empreendedores do mercado global do turismo poderão transformar as suas diárias em uma Stablecoin pareada ao dólar”, explica Lima. Os usuários, consequentemente, poderão utilizar a Altcoin para pagar por diárias ou fazer câmbio entre moedas nos mercados de empréstimo DeFi ou nas exchanges descentralizadas (dex).

Nova economia, novos tempos. A criptomoeda na prática.

Os números do setor de Turismo corroboram à criação da startup. Segundo a Organização Mundial do Turismo (OMT), agência das Nações Unidas responsável pela promoção do turismo responsável, sustentável e universalmente acessível, houve queda de 22% no fluxo internacional de turistas em 2020 e um decréscimo de 20% a 30% nas receitas geradas pelo setor.

“No Brasil isso não é diferente. As regiões que dependem da economia do turismo sentem há mais de um ano os efeitos da pandemia, inclusive o aumento do índice de desemprego, a fragilidade das relações culturais com comunidades, a falta de capital de giro, lucro, dividendos e de investimento”, explica Lima.

Ainda de acordo com Anderson Lima, a UniWeeks soluciona o problema econômico quando disponibiliza um estoque de serviços (diárias, experiências) dos parceiros do mercado de turismo, antecipando recursos e fortalecendo o ecossistema do setor, criando um mecanismo de acesso ao crédito de forma inédita, com a utilização de contratos inteligentes executados em máquinas virtuais da Ethereum e em redes da Binance Smart Chain e com recursos e funcionalidades da blockchain voltadas para o acesso ao crédito e o financiamento através de uma economia descentralizada.

“Na prática, a UniWeeks abre uma nova possibilidade para a compra e venda de criptoativos que serão comercializados em um ecossistema de diárias. Os hotéis receberão com criptomoedas – tokens Uniwks – e poderão fazer a troca por moeda fiduciária a qualquer momento”, explica. 

Este processo assegura um aproveitamento eficiente do capital imobilizado dos empreendedores do turismo. “O empréstimo é 100% colaterizado com ativos reais, alta liquidez e preço estável, por ter paridade com o dólar, funcionando como uma forma de garantia nas diárias dos hotéis, o que minimiza o sistema volátil dos preços das diárias, abrindo mais opções de empréstimos para o setor hoteleiro”, finaliza o CEO.

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