Compras pelo celular se mantêm fortes e já registram aumento de 30% em 2021

Liftoff,  plataforma de otimização de marketing de apps focada em performance, em parceria com a empresa global de dados e análises App Annie e também da plataforma de aplicativos mobile Poq, lançou o seu relatório anual de aplicativos de compras em aparelhos mobile, detalhando como o mercado está em rápido crescimento. O estudo revela um aumento histórico e prolongado no uso de aplicativos de compras durante toda a pandemia de COVID-19, bem como o desempenho superior do Android em relação ao iOS nas principais métricas de marketing.

O relatório da Liftoff baseia-se em mais de 95 bilhões de impressões de anúncios, 1,1 bilhão de cliques em 14 milhões de instalações e 39 milhões de eventos in-app entre 1º de junho de 2020 e 1º de junho de 2021, e os resultados foram:

A pandemia deu um grande impulso em compras feitas pelo celular e deixou o mercado hiperativo – e não está desacelerando

A análise destaca que os consumidores optaram por fazer compras em aplicativos de celular devido às restrições causadas pela pandemia, impulsionando uma tendência já existente há anos de maior adesão no setor. Globalmente, o relatório mostra que os usuários mobile gastaram 49% mais tempo nesses aplicativos desde janeiro de 2020, chegando a quase 18 milhões de horas semanais em abril de 2021. Regionalmente, a região APAC (Ásia-Pacífico) teve o crescimento mais significativo no tempo gasto in-app (54%), seguida pelas Américas (40%) e Europa e Oriente Médio (38%).

As compras feitas por aparelhos celulares persistiram, mesmo com a reabertura de comércios físicos, um sinal promissor de que essas tendências de crescimento vieram para ficar.  A análise revelou um aumento de 30,1% nas taxas de compra de janeiro de 2021 a maio de 2021 (crescendo de 15,3% para 19,9%). O tamanho das compras também disparou, com o ticket médio atingindo US$88 em junho de 2021, em comparação com US$74 em janeiro – aumento de 15,8%.

“Estamos vivendo em uma era que será definida pela adoção em massa de novas tecnologias e os aplicativos de compras online estão colhendo os benefícios – nossa análise nos últimos cinco anos mostrou uma tendência forte e contínua de consumidores correndo para essas plataformas e formando novos hábitos de compra”, disse Mark Ellis, cofundador e CEO da Liftoff.  “O interesse contínuo em compras pelo celular – mesmo em meio à reabertura física – sugere que essa não é uma tendência efêmera, mas um novo normal que vai durar além desses tempos de Covid”.

“À medida que o varejo avança em direção à recuperação dos efeitos da pandemia, o tempo gasto em aplicativos de compras aumentou 30% ano a ano”, disse Sam Yang, vice-presidente sênior de operações globais, App Annie. “Os varejistas confiaram fortemente no comércio mobile no ano passado para compensar a diminuição das compras presenciais. Mesmo com as restrições da pandemia suspensas e as lojas abertas para compras, prevemos que o comércio mobile continuará a crescer e a apresentar um elemento-chave para os varejistas se capitalizarem.

Android ultrapassa o iOS e passa a ser a plataforma líder para o varejo mobile

Nas contínuas “guerras de plataformas”, o Android mostra um grande resultado – especialmente no varejo. Os usuários do Android estavam altamente engajados com os aplicativos de compras, gastando um total de 2 bilhões de horas por semana nesses aplicativos em maio de 2021, um aumento de 51% ano a ano.

O relatório descobriu que o custo por instalação (CPI) de $2,13 do Android era 55% mais barato do que os $3,85 do iOS, ao mesmo tempo que oferecia uma maior taxa de conversão da instalação para ação: 16,5%, em comparação com 11,3% do iOS.

Para obter mais detalhes sobre a Liftoff e fazer o download do relatório completo, acesse o Link. 

Metodologia

O Relatório de compras mobile 2021 baseia-se nos dados internos da Liftoff e App Annie, de 1º de junho de 2020 a 1º de junho de 2021, os dados da Liftoff abrangem 95 bilhões de impressões de anúncios, 1,1 bilhão de cliques em 106 aplicativos diferentes, 14 milhões de instalações e 39 milhões de eventos entre 1º de junho de 2020 e 1º de junho de 2021. Especificamente, o relatório rastreia custos e conversões globalmente, dividindo as principais atividades e tendências de engajamento para comparar o desempenho entre as regiões (América do Norte, LATAM, EMEA e APAC).

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