Recursos tecnológicos ajudam empresas nas práticas de ESG

Com os desafios que o mundo tem enfrentado atualmente, o uso de padrões da ESG, sigla em inglês que define diretrizes para avaliar se uma empresa é socialmente consciente (environmental), sustentável (social) e se mantém boas práticas de governança (governance), tem se propagado aqui no país. Apesar do maior destaque nos últimos anos, em partes por cobranças dos próprios clientes em virtude das mudanças de valores da sociedade, a sigla ESG surgiu oficialmente em 2005 no relatório Who Cares Wins da Organização das Nações Unidas (ONU), do qual participaram diversas instituições financeiras, inclusive brasileiras. Como resultado disso, as empresas ganham a confiança dos consumidores e também dos investidores, já que essa agenda influencia em diversos processos de tomadas de decisões, inclusive no mercado financeiro.

 Um forte aliado do conceito é colocar a tecnologia a serviço das empresas, seja por meio de análises preditivas que usam dados, algoritmos e machine learning para prever resultados sobre determinados processos, segurança cibernética ou por qualquer outro mecanismo de inteligência artificial ou internet das coisas. Também há maneiras mais simples de se começar, como descartando equipamentos obsoletos corretamente ou economizando energia por meio de um planejamento adequado.

Empresas de diversos portes podem investir nesse tipo de recurso, apesar disso, de acordo com uma pesquisa do Centro Sebrae de Sustentabilidade, realizada em 2018, apenas 16% das empresas pequenas desenvolvem projetos com supervisão de resultados ou consideram a sustentabilidade o coração da empresa e mais de 50% fazem ações isoladas, esporádicas e sem planejamento.

“O conceito de ESG, além de tornar o mundo mais sustentável, contribui em geração de valor para uma marca, além de reduzir custos e otimizar a produtividade, o que beneficia também a sociedade como um todo. Dito isso, é importante frisar que os investimentos em tecnologia podem ser gradativos e que envolver essa área nos processos adotados pela empresa é essencial”, comenta Guilherme Rufo, coordenador de marketing da Zyxel.

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