Festival realiza primeiro debate online com o tema “A força da Arte”

Além da exibição de 29 longas, médias e curtas-metragens de 14 países, o Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência promove quatro debates virtuais até o dia 11 de outubro. O festival acontece de forma híbrida, com sessões presenciais na sala de cinema do CCBB Rio e também com sessões online pelo site www.assimvivemos.com.br onde é possível conferir a programação completa.

O primeiro bate-papo da 10ª edição será nesta segunda-feira, 27/09, às 19h30m. Com o tema “A força da Arte”, o debate será motivado pela produção brasileira “O artista e a força do pensamento”, dirigida por Elder Fraga, e que conta a trajetória de Marcos Abranches, dançarino e performer com paralisia cerebral. Ao lado bailarina cega Cíntia Bispo e da curadora do festival Lara Pozzobon, Abranches vai falar sobre a importância da arte em sua vida e também sobre os desafios da vida cotidiana.

Antes do encontro, na sessão das 18h, será exibido o filme “O artista e a força do pensamento”, de forma online e também no CCBB Rio. E, até o final do festival, serão promovidos outros três debates, sempre após as sessões motivadas pelos temas a serem discutidos. Ao longo do tempo, os debates do festival se consolidaram como um espaço importante de diálogo e reflexão acerca dos temas relativos às pessoas com deficiência e, consequentemente, a toda a sociedade. Os encontros da 10ª edição contarão com a presença de profissionais ativos nas suas áreas de atuação, sempre com prioridade para a participação de pessoas com deficiência.

“O artista e a força do pensamento”, de Elder Fraga

O artista e a força do pensamento, reflete a relação entre equilíbrio e desequilíbrio dentro da parcialidade de movimento do dançarino Marcos Abranches. Ele oscila o corpo para despertar do vazio e isolamento causado pelo desequilíbrio. A falta de estética do movimento é sentida pelo abandono e pela rejeição, entendendo que o alívio está no amparo do amor. Investigando movimento do corpo um mundo sem angústia, sem dores, sem desespero. Busca a vida. Encontra na dança o equilíbrio do corpo e o belo da alma.

Marcos Abranches

Marcos Abranches inicia sua trajetória como artista independente em 2007. Traz no seu cerne as experiências de ter atuado na Cia. FAR 15, atuando nos espetáculos Senhor dos Anjos, Jardim de Tântalo e Metamorfose, de Franz Kafka, trabalhos dirigidos e coreografados por Sandro Borelli. O coletivo de artistas criados por Marcos, inicialmente, se chamava Vidança Cia., mas desde 2017, o grupo passou a ser chamado de Marcos Abranches & Cia. Em 2017. Principais obras de seu repertório: Formas de Ver, Via de Regra, Corpo Sobre Tela, Canto dos Malditos, O Grito e O Idiota.

Cintia Bispo

Cintia Bispo, 30 anos. Bailarina da Associação Fernanda Bianchini desde 2012. De 2008 a 2011 foi bailarina do Bombelela Dance Company. Experiência em balé, street dance, dança do ventre, dança de salão, contemporâneo e jazz.

SESSÕES PRESENCIAIS E VIRTUAIS 

A público poderá participar do Assim Vivemos de duas formas: na sala de cinema do CCBB Rio ou acessando virtualmente parte da programação. Reaberto desde setembro do ano passado e seguindo as normas sanitárias, o Centro Cultural está preparado para receber a todos com segurança. Os ingressos devem ser retirados na bilheteria no mesmo dia de exibição ou no site (www.eventim.com.br).

De 22 de setembro a 4 de outubro o CCBB recebe as sessões presenciais. Já as sessões online serão disponibilizadas aos poucos. A cada semana estarão no site do festival filmes relacionados aos debates semanais e na última semana, uma sessão extra.

Os 29 filmes do Assim Vivemos estão divididos em 12 programas com duração entre 57 e 94 minutos. Por dia, serão oferecidas três sessões presenciais com toda a programação e no site do festival serão disponibilizadas nove produções, sendo sete relacionadas aos temas debatidos: A força da Arte, Educação para todos, Parceria colaborativa e Em busca de uma voz. Participam das discussões pessoas com deficiência e especialistas. O link para participar será disponibilizado no site do festival (www.assimvivemos.com.br) no dia do encontro.

Filmes contarão com recursos de acessibilidade como a audiodescrição e as legendas LSE (para surdos e ensurdecidos), além interpretação em LIBRAS. Os debates ao vivo terão interpretação em LIBRAS e serão disponibilizados gratuitamente através do site, assim como o catálogo digital do festival com informações, sinopses dos filmes e programação completa.

Serão oferecidos cinco prêmios do júri e um do público, destinado ao filme escolhido nas três cidades. Os membros do júri são pessoas com deficiência, artistas e profissionais e, em cada edição, o júri cria novas categorias de prêmios, a fim de destacar as qualidades específicas dos filmes premiados. O troféu foi criado pela artista cega Virginia Vendramini. A direção geral do Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência é de Graciela Pozzobon.

Para conferir a programação completa do Assim Vivemos 2021, acesse: www.assimvivemos.com.br

Para download de fotos dos filmes, acesse: https://drive.google.com/drive/folders/11Ttxdv27A4zYUqLLuc90U3TvOjKnuAAQ?usp=sharing

Para vinheta e cenas dos filmes, acesse:

https://drive.google.com/drive/folders/1fSyjYjFX1LjQppU8kX5NxxvPqGJi7T2g?usp=sharing

Para programação completa, acesse:

https://drive.google.com/drive/folders/1N6kuLjsixoddyYK1Ji-1Q1z2N0B2xger?usp=sharing

Para seguir nas redes:

Face: Festival Assim Vivemos e Insta: @festivalassimvivemos

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