Empresas com capacitação bilíngue para colaboradores têm direito a dedução fiscal

Mesmo diante de um cenário dominado pelo inglês, considerado o idioma universal quando o assunto é o mundo dos negócios, apenas 5% da população brasileira tem conhecimento da língua, e destes somente 1% é fluente. As principais justificativas dos profissionais que ainda não falam o inglês são os altos custos dos cursos e a falta de tempo. É o que apontam os dados do British Council e do Instituto de Pesquisa Data Popular.

Mas, aos poucos, essa realidade está sendo transformada: a forte tendência do mercado trabalhista, que vem conquistando mais e mais empresas, são os programas de capacitação de funcionários, onde a empresa arca com parte ou totalidade do curso como um benefício para aqueles que desejam crescer profissionalmente. Em contrapartida, a empresa pode receber dedução no Imposto de Renda de Pessoa Jurídica sobre o lucro real.

Para Mário Aguilar, CEO da Gled Internacional Education, escola de educação internacional que oferece pacotes especiais para empresas que desejam tornar seus funcionários fluentes no inglês, esse abatimento é um incentivo muito promissor.

“É altamente satisfatório para todos os envolvidos! Para a empresa, ela percebe um maior engajamento e dedicação por parte dos colaboradores escolhidos para as bolsas, e para os funcionários, é nítido a preocupação em atingir a fluência da língua inglesa e poder planejar novos cargos na carreira”, contou Mário.

Escolas como a Gled Internacional Education chegaram ao mercado para facilitar a vida de quem precisa trabalhar e também quer continuar estudando: o aprendizado acontece por meio de uma plataforma totalmente digital, com acesso livre 24 horas por dia. Assim, o estudante pode estudar onde e quando quiser.

Além da facilidade de estudo, outra vantagem para o funcionário é o valor do salário no final do mês. Segundo a empresa Catho, profissionais bilíngues tendem a ter salários maiores que outros colegas: 52% para executivos, 47% para profissionais de nível superior especializados, 44% para supervisores e 23% para gerentes.

“O inglês sai do patamar de “requisito desejável” para “requisito mandatório” na grande maioria das vagas no mercado de trabalho. Em especial, empresas multinacionais contratam profissionais com a fluência pela facilidade na interação e exposição junto a matriz e outros países, o que aumenta a visibilidade do profissional e a participação em projetos estratégicos na Cia.

Já nas empresas nacionais, a fluência no inglês permite que a empresa “ultrapasse barreiras” e expanda seus negócios para além do país”, falou Paola Schoqui, Gerente de RH/CHO (Chief Happiness Officer).

“De toda forma, falamos de um mundo cada vez mais globalizado, em que a comunicação será a chave de sucesso das empresas. E os profissionais que têm o idioma saem na frente e se tornam mais competitivos, com chances de assumirem posição maiores e de destaque, ou seja, mais propensos a ter um crescimento de carreira mais acelerado”, finalizou Paola.

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