Pesquisa aponta que 53% das empresas instalaram soluções de qualidade do ar devido à pandemia

Com o objetivo de traçar um panorama do comportamento dos empreendimentos corporativos após a pandemia, a Johnson Controls (NYSE: JCI) acaba de publicar o Relatório de Perspectivas de Edificações Saudáveis na EMEALA (Europa, Oriente Médio, África e América Latina). Realizada entre abril e maio deste ano, com a participação de 826 clientes da empresa em 19 países, incluindo 208 distribuídos entre México, Colômbia, Chile e Brasil, a pesquisa revelou uma preocupação global com a saudabilidade dos ambientes e a busca por tecnologias e ferramentas capazes de mitigar riscos relacionados à Covid-19. 

De acordo com o estudo, que incluiu diferentes tipos de perfis dentro das organizações, de diretores a gerentes de instalações, em 15 setores da indústria, 53% das empresas adotaram soluções para gerenciar a qualidade do ar em suas instalações – os 47% restantes indicaram que têm planos para fazer o mesmo. O dado reforça a tendência para a prevenção, já que os sistemas de HVAC (aquecimento, ventilação e ar-condicionado) agora têm a capacidade de filtrar e desativar compostos orgânicos voláteis que podem causar doenças. Além disso, controles conectados inteligentes de HVAC também podem monitorar a ocupação para garantir que ocorram mudanças de ar suficientes por hora para manter a Qualidade do Ar Interior (QAI) de um espaço.

Entre os respondentes, 75% afirmaram que devem reduzir o espaço de trabalho permanente em suas edificações e fornecerão ferramentas de trabalho temporárias – mesas rotativas – no curto prazo. Nesse contexto, as ferramentas de medição de temperatura elevada da pele se mostraram extremamente populares, e 50% dos participantes já instalaram algum tipo de solução do gênero. O relatório aponta que, ainda em consequência da pandemia, as empresas adotaram tecnologias para detecção de máscara facial (44%), de controle de acesso sem toque (43,5%), contagem de pessoas/monitoramento de distanciamento social (32%) e rastreamento de contatos (32%). 

Outra constatação do relatório é que 64% das companhias implementaram recentemente programas para edifícios saudáveis e seguros. De um modo geral, a popularidade dessas ações está aumentando: cerca de 90% dos entrevistados indicam que destinarão recursos para iniciativas de edificações saudáveis no próximo ano. 

O meio ambiente também entrou na pauta dos entrevistados. Dos ouvidos, 39% iniciaram programas voltados à sustentabilidade, dos quais 65% começaram a trabalhar especificamente para reduzir sua pegada de carbono.

“A Johnson Controls ouviu clientes, avaliou seus problemas e investiu recursos no desenvolvimento de soluções que os ajudem a cumprir sua missão”, afirma Waldemar Scudeller Jr., diretor da Johnson Controls no Brasil. “Nossos clientes no Brasil poderão se beneficiar da experiência global da Johnson Controls, que aproveitará as informações obtidas na pesquisa para fornecer tecnologias que possibilitem a reabertura  de seus edifícios com confiança”, completa o executivo. 

O Relatório de Perspectivas de Edificações Saudáveis completo pode ser baixado no link  https://www.johnsoncontrols.com/pt_br/guia-de-descarga-de-edificios-saudaveis

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