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Gestores debatem cidades e reforma tributária

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Foi aberta hoje, em Salvador (BA), a 76ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), na qual gestores das 100 maiores cidades do País debatem temas como a reforma da Previdência, a reforma tributária e seus impactos nos municípios, além da implantação de políticas públicas e programas oficiais, como as propostas de consórcios públicos de saneamento. O evento segue amanhã (9.10).

O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), participa da programação.

Logo no painel de abertura do encontro, o secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, destacou o exemplo da Prefeitura de Fortaleza, citando a Capital cearense como a referência para o País no processo de desburocratização para agilizar as licenças para quem quer empreender. “Precisamos destacar o que a Prefeitura de Fortaleza vem fazendo porque, ao desburocratizar na concessão de licenças e alvarás, ela estimula a atividade econômica. Ali, nós vemos o poder público fazendo girar a roda da economia, gerando emprego, gerando negócios, o que é bom para toda a cidade e para a economia do País”, afirmou o secretário do Ministério da Economia.

Roberto Cláudio, ao fazer sua intervenção, destacou a necessidade de manter sob o controle dos municípios os mecanismos de estímulo às atividades econômicas. A colocação veio quando prefeitos, representantes do Congresso Nacional e do Governo Federal debatiam as condições para a reforma tributária. “Os municípios brasileiros não poderão aceitar uma reforma que impacte na perda de receita, incorporando o ISS (Imposto Sobre Serviço) a um novo tributo, por exemplo, que não vai ficar sob o comando da gestão municipal.

pessoas numa sala de reunião

Sobre a política de implantação de mecanismos que estimulam a atividade econômica, por meio de novos empreendimentos, o prefeito Roberto Claudio ressaltou que “precisamos lembrar que a Prefeitura de Fortaleza vem fazendo tudo o que está ao alcance do poder público para desburocratizar na concessão de licenças e alvarás. Hoje, já estamos com 38 serviços online, muitos gratuitos, facilitando a vida de quem quer empreender na nossa cidade. Lembro que, na minha primeira campanha, em 2012, o Sinduscon falava em um volume mais de R$ 6 bilhões de investimentos represados pela burocracia”, afirmou Roberto Cláudio.

Outro mecanismo que busca estimular novos investimentos na Capital é o Fortaleza Competitiva, um arrojado programa de atração de negócios que modernizou a legislação e estimula o empreendedorismo.

O prefeito de Fortaleza foi convidado pelo presidente da FNP, Jonas Donizete, para integrar a comissão que vai elaborar a proposta da Frente sobre a reforma tributária e que será levada ao Governo Federal por meio do Ministério da Economia.

Fortaleza (CE) é apresentada como referência entre gestões municipais

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imagem de uma sala de reuniões

O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), participa, nesta terça e quarta-feira (08 e 09/10), em Salvador, da 76ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), onde gestores das 100 maiores cidades do País estão debatendo temas como a reforma da Previdência, a reforma tributária e seus impactos nos municípios, além da implantação de políticas públicas e programas oficiais, como as propostas de consórcios públicos de saneamento.

Logo no painel de abertura do encontro, o secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, destacou o exemplo da Prefeitura de Fortaleza, citando a Capital cearense como a referência para o País no processo de desburocratização para agilizar as licenças para quem quer empreender. “Precisamos destacar o que a Prefeitura de Fortaleza vem fazendo porque, ao desburocratizar na concessão de licenças e alvarás, ela estimula a atividade econômica. Ali, nós vemos o poder público fazendo girar a roda da economia, gerando emprego, gerando negócios, o que é bom para toda a cidade e para a economia do País”, afirmou o secretário do Ministério da Economia.

Roberto Cláudio, ao fazer sua intervenção, destacou a necessidade de manter sob o controle dos municípios os mecanismos de estímulo às atividades econômicas. A colocação veio quando prefeitos, representantes do Congresso Nacional e do Governo Federal debatiam as condições para a reforma tributária. “Os municípios brasileiros não poderão aceitar uma reforma que impacte na perda de receita, incorporando o ISS (Imposto Sobre Serviço) a um novo tributo, por exemplo, que não vai ficar sob o comando da gestão municipal.

pessoas numa sala de reunião
No Painel de abertura, Fortaleza foi citada como modelo na desburocratização para agilizar as licenças para quem quer empreender 

Sobre a política de implantação de mecanismos que estimulam a atividade econômica, por meio de novos empreendimentos, o prefeito Roberto Claudio ressaltou que “precisamos lembrar que a Prefeitura de Fortaleza vem fazendo tudo o que está ao alcance do poder público para desburocratizar na concessão de licenças e alvarás. Hoje, já estamos com 38 serviços online, muitos gratuitos, facilitando a vida de quem quer empreender na nossa cidade. Lembro que, na minha primeira campanha, em 2012, o Sinduscon falava em um volume mais de R$ 6 bilhões de investimentos represados pela burocracia”, afirmou Roberto Cláudio.

Outro mecanismo que busca estimular novos investimentos na Capital é o Fortaleza Competitiva, um arrojado programa de atração de negócios que modernizou a legislação e estimula o empreendedorismo.

O prefeito de Fortaleza foi convidado pelo presidente da FNP, Jonas Donizete, para integrar a comissão que vai elaborar a proposta da Frente sobre a reforma tributária e que será levada ao Governo Federal por meio do Ministério da Economia.

Especialista aponta como a reforma tributária pode afetar o mercado imobiliário

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Conhecido como um dos principais propulsores da economia, uma parcela do setor da construção civil e do mercado imobiliário tem reagido com preocupação diante da incerteza da realização de uma reforma tributária e das possíveis mudanças no regime de incentivos do Governo Federal, enquanto a outra tem um olhar mais positivo sobre a simplificação de impostos e tributos. Duas propostas da reforma tributária já tramitam no Congresso, uma no Senado e outra na Câmara Federal e o governo ainda pretende apresentar o próprio pacote de reformas em breve.

O especialista no setor imobiliário Rafael Scodelario revela o motivo pelo qual o setor está reagindo desta forma às possíveis reformas: “O maior impacto é, com certeza, na confiança de quem procura fazer negócio, seja para moradia ou investimento. O crescimento aconteceu no setor, mas poderia ser melhor se já tivessem aprovado, ou engatilhado, a reforma tributária com previsão para a reforma política. A expectativa é de crescimento, mas precisam acontecer as reformas, para ajudar na retomada dos investimentos”, revela.

Scodelario acredita que haverão benefícios proporcionados pela Reforma Tributária e aponta que o mercado e os bancos ligados ao crédito imobiliário tem procurado se mover na direção da redução de juros para estimular o setor: “como todos sabem, a caixa anunciou uma nova linha de crédito imobiliário corrigida pelo IPCA, e logo outros bancos seguiram essa linha de redução. São ações importantes e que incentivam o mercado. Mas se não acontecerem as reformas prevista, tributária e política, vamos continuar nesse cenário previsto de um pouco mais de 1% de crescimento da economia, conforme o governo anunciou”.

Apesar da aparente desmotivação do mercado em relação às reformas, o especialista aponta que ainda é possível acontecer, ainda mais, uma retomada de crescimento em 2019: “caso ocorram as reformas, a confiança dos investidores e do consumidor final aumentarão e consequentemente ocorrerá um aumento na procura por imóveis, principalmente porque temos uma demanda retraída de pelo menos 4 anos com o número de negócios reduzidos. Vejo que o mercado imobiliário está esperando mais uma injeção de ânimo do governo com as reformas para aquecer ainda mais”.

Startup leva nova experiência a passageiros de aplicativos

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Passageiros de aplicativos passam a contar com uma nova experiência durante as viagens. Mídia interativa instalada dentro dos veículos possibilita que empresas anunciem seus serviços e produtos e que o passageiro adquira na hora os descontos que sejam de seu interesse ou encaminhe um cupom para quem ele desejar.

Para obter o benefício, basta clicar na tela e digitar o número do celular. A oferta escolhida vai direto para o smartphone do passageiro ou de quem ele indicar. A iniciativa é uma parceria entre a PPCar, startup pioneira em locação semanal de carros para motoristas de Apps, e a TOK & USE.

Com tecnologia 4G, a atualização das ofertas dentro dos veículos pode ser realizada diversas vezes ao dia. Na primeira fase, que terá duração de três meses, serão 100 telas instaladas, já com 20 anunciantes. O faturamento é mantido sob sigilo pela empresa, mas as previsões são de ganhos acima de R$ 250 mil por mês em anúncios.

Segundo Rodrigo Magalhães, responsável pelo marketing da PPCar, a expectativa é que, em breve, todos os carros da frota da empresa estejam rodando com a mídia interativa, que resultará em 9 milhões de impressões, atingindo cerca de 2 milhões de pessoas todos os meses. “Estamos otimistas, pois a ferramenta, além de ser interativa, permite a divulgação de formatos diferentes e traz ao mercado publicitário uma forma nova de levar conteúdo a esse perfil bem definido de consumidor”, comenta.  

Sobre a PPCar – Criada em 2016, a PPCar é uma startup dedicada à oferecer assinatura de veículos (aluguel) para motoristas de aplicativos. Conta com uma frota com mais de 2.200 veículos e é reconhecida no segmento por facilitar o acesso de milhares de pessoas a uma nova alternativa de trabalho, sem burocracia no processo de aluguel e com valores acessíveis de franquia. É a única empresa onde o cliente pode participar de um programa de indicações com base no marketing multinível, que possibilita ganhos extras. A PPCar tem clientes que já atingiram valores mensais acima de R$ 12.000,00 participando do marketing multinível.

A empresa conta com aproximadamente 130 colaboradores e, recentemente, foi certificada pelo Great Place to Work. A PPCar está presente nas cidades de São Paulo, Santos, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, além de operar também no México e em Portugal.

O que você precisa saber sobre MEI

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Liberdade para decidir os próprios rumos, maior flexibilidade de horários, possibilidade de crescimento, mudança na vida profissional… São muitos os motivos que levam milhares de trabalhadores a se tornarem autônomos, ou, na linguagem popular, trabalhar por conta própria. Mas, além de exigir muito esforço, essa alternativa pede cuidados extras: enquanto o trabalhador que é empregado em regime de CLT tem algumas salvaguardas como férias, direito a afastamento remunerado por problemas de saúde, aposentadoria e licença maternidade, aquele que atua sozinho precisa tomar providências para lidar com a falta desses benefícios. A formalização como Microempreendedor Individual é uma forma de atender a muitos desses profissionais.

Criada legalmente há pouco mais de dez anos, a figura do MEI surgiu para tirar da informalidade esses trabalhadores, dando-lhes direitos e garantias. No entanto, ainda pairam muitas dúvidas sobre o assunto, como quem pode se cadastrar como MEI, como fazer isso e quais são os direitos e deveres desses empreendedores. Por isso, trazemos aqui as principais informações para quem quer começar a entender do assunto.

Quem pode se tornar MEI?

Para se encaixar na condição de Microempreendedor Individual é necessário ter faturamento anual de até 81 mil reais, além de não ser sócio, administrador ou titular de outra empresa e ter a ocupação prevista na lista de atividades permitidas para a categoria.  É importante estar atento a isso, porque nem todos os segmentos se encaixam. Também vale lembrar que o MEI só pode ter até um funcionário.

Como se tornar MEI?

A formalização como Microempreendedor Individual acontece através do Portal do Empreendedor. Lá serão pedidos dados pessoais, como RG, Título de eleitor ou Declaração de Imposto de Renda, dados de contato e endereço residencial, e também dados do negócio, como tipo de atividade econômica realizada, forma de atuação e local onde o negócio é realizado. Além disso, será necessário ter cadastro no Brasil Cidadão, a nova plataforma de serviços digitais do Governo Federal. Esse cadastro também pode ser realizado na hora, informando dados como CPF, e-mail e data de nascimento na plataforma.

Quais os benefícios do MEI?

Com o cadastro do MEI concluído, o empreendedor passa a ter um CNPJ e, com ele, acesso a uma série de serviços e produtos exclusivos, como linhas de crédito, além de poder emitir notas fiscais. O MEI ainda tem acesso a apoio técnico do Sebrae e direitos como aposentadoria, auxílio doença, auxílio-maternidade e pensão por morte para os dependentes. Outra grande vantagem dessa categoria é o pagamento simplificado de tributos, através do Simples Nacional, pagando uma taxa única que varia de R$49,90 a R$ 55,90. Os microempreendedores do setor de comércio de bens, serviços e turismo também podem solicitar o Cartão do Empresário do Sistema Fecomércio-CE e ter descontos em diversos serviços e outras vantagens exclusivas.

Quais as obrigações do MEI?

Como qualquer empresa, o MEI também tem obrigações contábeis, ainda que também simplificadas. As principais são: pagar a contribuição mensal (DAS) em dia; preencher, no Portal do Empreendedor, até o último dia de maio de cada ano, a Declaração Anual Simplificada (DASN); manter o controle mensal do faturamento; emitir notas fiscais para pessoas jurídicas; guardar as notas de compra e venda e, caso tenha funcionário, realizar os recolhimentos obrigatórios.

E se o MEI crescer demais?

Todo empresário trabalha para crescer, então é natural que, com o tempo, o MEI precise mudar de categoria. Isso vai acontecer se o faturamento anual do negócio ultrapassar o limite estipulado para MEI (R$ 81.000,00). Caso isso aconteça, a empresa pode migrar para outras categorias, como Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte, a depender do quanto seja faturado anualmente.

Empresa anuncia versão beta para sua solução corporativa de metadados na nuvem

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A Tibco Software Inc., que reivindica a posição de líder global em integração, gerenciamento de APIs e analytics, anuncia a versão beta para o Tibco Cloud™ Metadata, novo serviço corporativo de gerenciamento de metadados na nuvem. Esse lançamento em Software-as-a-Service (SaaS), que estará disponível na plataforma Tibco® Connected Intelligence Cloud, é fácil de ser usado e simples para ser iniciado. O lançamento irá permitir que os clientes incrementem todas as funcionalidades do EBX™ e liberem todas as potencialidades do gerenciamento de metadados em um ambiente virtual que os clientes já estão acostumados.

“O lançamento de nosso programa em versão beta no final desse ano posicionará a Tibco como um dos mais novos players no mercado de gerenciamento de metadados”, diz Christophe Barriolade, vice-presidente senior e gerente geral do empresa. “Essa solução de SaaS permite que as empresas atendam aos requisitos de gerenciamento de metadados. Ela combina as potencialidades de data governance e data catalog, entregues em vários pacotes de softwares, e é criada com foco na facilidade de uso e implantação. Com esse programa, a companhia expande sua robusta linha de produtos focando na disponibilização de recursos adicionais de gerenciamento de dados aos seus clientes, atendendo às suas necessidades críticas de dados e permitindo com que eles efetivamente usem as informações em suas operações, analytics e atividades de compliance.

O gerenciamento de metadados é um recurso vital para capturar detalhes sobre ativos essenciais de dados organizacionais, seu uso e o impacto geral desses ativos nas empresas. O Tibco Cloud Metadata estará disponível como um serviço e foi projetado para ser usado de forma independente ou em ambientes que já utilizam o Tico EBX para gerenciamento master, de referência e de metadados. A solução inclui vários recursos internos, incluindo data lineage, glossário comercial, dicionário de dados, workflows de governança e catálogo de dados de autoatendimento.

Sobre a TIBCO

A empresa alimenta negócios digitais, permitindo melhores decisões e ações mais rápidas e inteligentes por meio do Tibco Connected Intelligence Cloud. De APIs e sistemas a dispositivos e pessoas, interligamos tudo, captamos dados em tempo real onde quer que estejam e aumentamos a inteligência do seu negócio por meio de insights analíticos. Milhares de clientes em todo o mundo confiam em nós para construir experiências interessantes, energizar operações e impulsionar a inovação.

Interior mostra potencial empreendedor e revela oportunidades longe dos grandes centros urbanos

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Ficou para trás, no século 20, a ideia de que para conseguir crescer financeiramente era preciso se mudar para os grandes centros urbanos. Hoje, com a saturação de diversos setores produtivos, a menor capacidade de geração de novas vagas de emprego nas cidades e a piora dos índices socioeconômicos por conta da pobreza, desemprego e a violência, muitas pessoas estão não apenas desistindo de emigrar para os grandes centros como registrou-se nos últimos anos o movimento inverso, de pessoas saindo das capitais rumo ao interior.

O assessor especial do Ministério da Economia Guilherme Afif Domingos, aponta o crescimento do número de empreendedores tem a ver com a busca por alternativas viáveis para conseguir trabalho, que até mesmo nos grandes centros urbanos está escasso, e gerar renda: “vemos que o emprego no sistema tradicional está raro”, ressalta.

Lapinha da Serra, povoado no pé da Serra do Cipó (foto), a 140km da capital mineira, Belo Horizonte, é um exemplo de que o interior tem grande potencial para os negócios. Anos atrás, o psicólogo e empreendedor Teuler Reis abandonou a capital e escolheu o pacato vilarejo com pouco mais de 3 mil habitantes para abrir o empreendimento dos seus sonhos, a Casa do Teuler, que hoje atrai pessoas de todo o país e até mesmo celebridades: “Vejo este movimento de valorização do interior como algo muito bom. Hoje está acontecendo algo em Minas /BH que é a procura por lugares como a Lapinha da Serra. Há uns anos atrás a estrada para Serra do Cipó ficava vazia durante o fim de semana, com exceção dos feriado. Já hoje há sempre muito movimento, porque as pessoas cada vez mais, buscam refúgio nos lugarejos próximos a BH, mas também é procurada por pessoas de vários estados”.

Teuler aponta também que o interior segue com oportunidades para empreender ainda inexploradas e um grande potencial para geração de renda e geração de postos de trabalho, principalmente a partir do turismo: “A busca por regiões serranas em Minas potencializou de forma considerável as atividades voltadas ao turismo. Abriu-se um grande leque de oportunidades para empreendedores. A rede hoteleira cresceu consideravelmente na Serra do cipó nos últimos anos e junto a ela o comércio local se aqueceu bastante. E minha expectativa é que ainda venha crescer muito mais”.

Segundo o empreendedor, isto é um reflexo de novos tempos, mentalidades e ate mesmo realidade econômica dos grandes centros: “o declínio das capitais e grandes centros urbanos, não apenas financeiro mas em qualidade de vida está de certa forma evitando o êxodo rural e a emigração em massa, como aconteceu no Brasil entre os anos 50 e 70, onde cidades como Rio e São Paulo receberam milhões de pessoas em busca de oportunidades e de uma vida melhor. Hoje já existem meios, graças a tecnologia e a globalização, de se investir no interior e prosperar, aliando o empreendedorismo e a geração de emprego e renda com a qualidade de vida que somente lugares como a Lapinha da Serra podem oferecer”, conclui.

Ticket médio do presente para o Dia das Crianças sobe 8% em 2019, segundo Boa Vista

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O ticket médio do presente de Dia das Crianças de 2019 será de R$ 206, representando um aumento de 8% em relação ao valor médio gasto em 2018, de acordo com a Pesquisa Hábitos de Consumo feita pela Boa Vista para o Dia da Crianças, com cerca de 600 consumidores, em todo o país. A alta é superior à inflação de 3,4% no período.

O levantamento também identificou, entretanto, que 65% dos entrevistados comprarão presente para a data. Uma queda de 5 pontos percentuais (p.p.) em relação ao ano passado, quando 70% dos consumidores afirmaram que comprariam presentes para o Dia das Crianças.

41% dos entrevistados que pretendem comprar presentes neste Dia das Crianças irão gastar o mesmo valor do presente de 2018, ao passo que 40% irão gastar mais em 2019. Por fim, 19% dos consumidores vão comprar um presente mais barato este ano.

Forma de pagamento
55% pretendem pagar o presente à vista e 45% de forma parcelada (aumento de 13 p.p. em relação ao ano passado). Dentre os que pagarão a compra à vista, 41% utilizarão dinheiro em espécie, 32% no cartão de débito, 19% no cartão de crédito, 8% no carnê ou boleto e 1% com cheque.

Já entre os 45% que parcelarão o valor do presente, 93% usarão o cartão de crédito, 6% o carnê ou boleto, 1% o cartão de débito programado.

Não comprarão presente
35% dos consumidores entrevistados não comprarão presentes na data, e os principais motivos são: 39% porque estão endividados, 22% desempregados, 19% por necessidade de contenção de despesas, 11% priorizarão pagar as contas da casa (água, luz, escola, etc.), 6% devido ao aumento dos preços, da inflação e das taxas de juros e 3% pela redução da renda familiar e do salário.

Tipo de presente
Conforme o esperado, os brinquedos continuam sendo a principal opção para presentear os pequenos neste Dia das Crianças, com 52% das menções dos consumidores entrevistados. Em segundo lugar ficam os itens de vestuário e calçados, com 22%. Eletrônicos (TV, tablet, videogame, smartphone, etc) foram citados por 16%, enquanto 5% pretendem presentear a criança com opções de entretenimento (cinema, parque, teatro, etc). Livros, CDs e DVDs serão a opção de outros 3%. 2% darão uma viagem de presente a criança. 1% dos entrevistados dará outro tipo de presente não especificado. O gráfico abaixo ilustra os dados citados.

O levantamento também identificou que 47% dos consumidores que comprarão presentes para a data pretendem presentear os filhos; 26% os sobrinhos, 14% afilhados, 8% netos e, por fim, 5% presentearão outras crianças.

Fator de influência na compra 
Já ao serem questionados sobre qual fator influenciará a compra do presente, 38% desses mesmos consumidores afirmam que preço, ou promoção ou desconto será o principal fator. Para outros 33%, esse fator será o desejo da criança, enquanto a necessidade ou utilidade do presente influenciará a compra de 23%. Por último, 6% dos consumidores serão influenciados pela qualidade e pela marca do produto, como ilustra o gráfico abaixo.

Local de compra do presente
29% dos consumidores que vão comprar presentes para o Dia das Crianças farão as compras em lojas online, enquanto o restante (71%) comprará em lojas físicas. Destes, 42% em lojas de rua/bairro, 34% em shoppings centers, 22% em grandes redes varejistas ou lojas de departamento, e 2% em super/hipermercados.

Aplicação financeira como presente
Quando questionados se trocariam o presente por uma modalidade de investimento, pensando no futuro da criança, 47% dos consumidores afirmaram que sim. Dentre eles, 59% optariam pela poupança, 14% por fundos, ações ou CDB (Certificado de Depósito Bancário), 7% pela previdência privada, 10% por títulos de capitalização e outros 10% por outros tipos de investimentos.

Clique aqui e acesse ao infográfico que contém um resumo de todos estes dados.

Metodologia
A Pesquisa Hábitos de Consumo – Dia das Crianças foi realizada pela Boa Vista de forma quantitativa, entre os meses de agosto e setembro de 2019. No levantamento foram entrevistados mais de 600 respondentes, em todo o país. A leitura dos resultados deve considerar ~ 4% de margem de erro e 95% de grau de confiança para leitura dos resultados.

Fusão de Taboola e Outbrain cria forte concorrente na publicidade para o Facebook e o Google

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A Taboola e a Outbrain, duas plataformas de publicidade digital, anunciaram hoje que firmaram um acordo de fusão, sujeito às condições habituais de fechamento. Os conselhos de administração de ambas as empresas aprovaram a transação. A empresa combinada fornecerá maior eficácia da publicidade e alcançará os profissionais de marketing em todo o mundo, ajudando organizações de notícias e outras propriedades digitais a encontrar um crescimento mais eficaz nos próximos anos.

“Na última década, tenho admirado a Outbrain e a inovação que Yaron Galai, Ori Lahav e o restante da equipe da Outbrain trouxeram para o mercado. Ao unir forças, poderemos criar um concorrente mais robusto para o Facebook e o Google, oferecendo aos anunciantes uma escolha mais significativa”, disse Adam Singolda, fundador e CEO da Taboola. Segundo o eMarketer, quase 70% da receita total de publicidade digital dos Estados Unidos em 2019 é controlada por apenas três empresas – Google, Facebook e Amazon. “Somos apaixonados por impulsionar o crescimento de nossos clientes e oferecer suporte à open web, que consideramos essenciais em um mundo onde plataformas fechadas se tornaram muito fortes e, talvez, fortes demais. Trabalhando juntos, continuaremos investindo para conectar melhor os investimentos da publicidade às organizações de notícias locais e nacionais, fortalecendo o jornalismo na próxima década. É por isso que estamos nos fundindo; esta é a nossa missão”.

“Estamos empolgados em fazer parceria com a Taboola. Tanto a Outbrain quanto a Taboola têm uma missão e visão compartilhadas de apoiar o jornalismo de qualidade globalmente e agregar valor significativo ao mercado da web aberta”, disse Yaron Galai, co-fundador e co-CEO da Outbrain. “Ori e eu tínhamos uma visão de ajudar as pessoas a descobrir conteúdo de qualidade on-line, e vemos uma tremenda oportunidade de unir forças para levar a próxima onda de inovação aos nossos parceiros editores e anunciantes. Estou confiante de que juntos seremos capazes de promover nossa missão, que chamamos de Farol, de trazer os melhores e mais confiáveis recursos de descoberta de conteúdo para usuários de todo o mundo”.

Com a fusão, Adam Singolda, o Fundador e atual CEO da Taboola, assumirá a posição de CEO da empresa combinada, que operará sob a marca Taboola, e que irá refletir a união das duas empresas. Sob os termos do acordo de fusão, os acionistas da Outbrain receberão ações representando 30% da empresa combinada mais US$ 250 milhões em dinheiro. O Conselho de Administração da empresa combinada será composto pelos atuais membros da Taboola e Outbrain Management e do Conselho. Eldad Maniv, Presidente e COO da Taboola e David Kostman, co-CEO da Outbrain, trabalharão em conjunto para gerenciar todos os aspectos da integração pós-fusão. Yaron Galai permanecerá comprometido com o sucesso da empresa combinada e ajudará ativamente na transição pelos 12 meses seguintes ao fechamento.

“Temos a sorte de ter grandes talentos na Outbrain e Taboola”, disse Eldad Maniv. “Assim que a fusão for concluída, trabalharemos para integrar equipes, tecnologias e infraestruturas para que possamos acelerar rapidamente o crescimento em todas as dimensões. Estabelecemos metas agressivas para agregar valor aos nossos clientes, impulsionar a inovação tecnológica e entregar resultados financeiros aos nossos acionistas por meio de maior eficácia e inovação. Ao trabalhar com David e a equipe Outbrain, estou confiante de que podemos alcançá-los”.

“Por mais de dez anos, cada empresa construiu soluções incrivelmente poderosas que ajudaram dezenas de milhares de editores e anunciantes a prosperarem”, disse David Kostman. “Estou ansioso para trabalhar em conjunto com Eldad e sua equipe para reunir o melhor da experiência em tecnologia, produtos e negócios de cada empresa para criar uma alternativa global atraente da open web ao Google e Facebook”.

A empresa combinada terá mais de 2 mil funcionários em 23 escritórios, servindo mais de 20 mil clientes em mais de 50 países nas regiões da América do Norte, América Latina, Europa, Oriente Médio e Ásia-Pacífico.

Fundamentação estratégica e financeira convincente para a fusão

Os principais benefícios estratégicos da fusão incluem:

  1. Maior escolha de anunciantes: a empresa combinada poderá fornecer aos anunciantes, de pequenas empresas a marcas globais, uma alternativa competitiva significativa para o Google e o Facebook – as empresas atualmente conhecidas como “Duopoly”, que comandam a grande maioria dos gastos com anúncios digitais.
  2. Maior eficiência de publicidade: uma plataforma de compra unificada e consolidada fornecerá aos anunciantes maior eficiência, ajudando-os a atingir suas metas de conscientização, consideração e conversão2.
  3. Maior receita e envolvimento do usuário com editores, operadoras de telefonia móvel e OEMs móveis: com o aumento do investimento em tecnologia e alcance expandido, a plataforma combinada poderá aumentar a receita dos editores, operadoras de celular e fabricantes de dispositivos, além de promover um melhor envolvimento do usuário.
  4. Inovação acelerada: combinando duas das mais fortes equipes de ciência de dados e IA do setor, e acelerando o investimento em pesquisa e desenvolvimento, a empresa poderá atender melhor às crescentes necessidades de seus parceiros e clientes.
  5. Melhor experiência do consumidor: cada vez mais, as soluções da Taboola e da Outbrain são adotadas diretamente pelos consumidores para ajudá-los a descobrir o que é interessante e novo, nos momentos em que estão prontos para explorar. Por exemplo, o Taboola News agora está incorporado em mais de 60 milhões de dispositivos Android em todo o mundo. A empresa combinada poderá acelerar o desenvolvimento de tais soluções inovadoras, melhorando a capacidade das pessoas de desfrutar de jornalismo de qualidade.

Tecnologia ajuda investidor a garimpar oportunidades em cenário adverso

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Em setembro, a taxa básica da economia, Selic, atingiu uma nova mínima histórica, chegando a 5,5% ao ano. A taxa, que referencia parte dos títulos públicos e o principal benchmark da renda fixa, o CDI, tem desafiado os investidores a garimpar alternativas mais rentáveis no mercado. A tecnologia, contudo, pode ajudar o investidor a montar uma carteira diversificada, com ativos que têm performado acima da média neste cenário adverso, como títulos privados, precatórios, imóveis e criptomoedas do tipo estáveis (stablecoins).


“Alguns títulos de renda fixa são mais indicados para quem deseja ter uma reserva de emergência, um valor disponível para ser utilizado com rapidez numa eventualidade. É o caso das opções de alta liquidez e baixa rentabilidade, como o CDB. Mas, se o investidor pode deixar o dinheiro aplicado por mais tempo, é possível encontrar alternativas bastante atraentes no segmento”, destaca Francis Suenaga, CEO do Aplicativo Renda Fixa (https://apprendafixa.com.br).


O app Renda Fixa, por exemplo, permite que o investidor filtre, entre mais de 12.500 fundos de investimento, aqueles veículos que apresentam rendimentos superiores a diversos benchmarks, como o tradicional CDI. É o caso dos RDBs (Recibo de Depósito Bancário), que são títulos privados emitidos por bancos para financiar operações de crédito, e das LCs (Letras de Câmbio), emitidas por instituições financeiras, com lastro em operações cambiais. Conforme pesquisa realizada no próprio app Renda fixa, atualmente é possível encontrar RDBs e LCs com rentabilidade anual acima de 7,5% ou IPCA + 4%, de acordo com o prazo de vencimento da aplicação. Quanto maior o tempo em que o dinheiro ficar aplicado, maior o retorno, portanto.


Robôs de investimento
Para além dos aplicativos que filtram os melhores investimentos, existem hoje tecnologias que se utilizam de inteligência artificial e machine learning para caçar oportunidades mais rentáveis nas redes. Esse é o caso dos chamados “robôs de investimentos”. A Hurst Capital

(https://app.hurst.capital), por exemplo, desenvolveu um robô programado para encontrar oportunidades de investimento em uma classe de ativos que, antes, só estavam disponíveis aos grandes investidores: os precatórios (apelidados de títulos públicos judiciais).

São dívidas reconhecidas, líquidas e certas de governos municipais, estaduais e federal que podem oferecer rendimentos de 20% ao ano. Os robôs vasculham os sites dos tribunais de justiça, diários oficiais e processos judiciais que contenham precatórios, a fim de selecionar aqueles que preencham as características consideradas ótimas para aquisição. 
Tradicionalmente esse mercado era movimentado exclusivamente pelas tesourarias das instituições financeiras e fundos de investimento especializados, logo inacessível para as pessoas físicas. Mas, com a tecnologia isso mudou.

“Os robôs de investimentos, que contam com capacidade de processar informações numa dimensão sobre-humana, diminuíram exponencialmente os custos de transação inerentes à pesquisa, análise e avaliação de riscos e retornos de ativos raros ou pouco visíveis, como é o caso dos precatórios”, explica o CEO da Hurst, Arthur Farache. Qualquer pessoa consegue investir em precatórios, pela plataforma da Hurst, com R$ 10 mil.

Tecnologia que virou dinheiro

Outra tecnologia que tem gerado oportunidades de rendimento superiores à renda fixa convencional é a criptomoeda, moeda no formato de código criptografado.  Entretanto, este é um ativo que demanda mais cautela do pequeno investidor. Uma forma de garantir a segurança desse tipo de investimento é ficar atento ao lastro. Recentemente, a plataforma de negociações de criptomoedas GoMoney (https://gomoney.me) lançou o primeiro criptoativo brasileiro lastreado em dólar, a GMC (GoMoney Coin).

Com a paridade 1 GMC = US$ 1,  este ativo se torna bem menos volátil que as criptomoedas sem lastro do mercado –  o dólar, aliás, encontra-se em seu maior patamar desde setembro passado, o que garante um investimento seguro em moeda forte. “A facilidade de conversão é um dos grandes atrativos do GMC. Como seu valor é o mesmo do dólar, o GMC pode ser convertido em qualquer outra moeda (euro, iene, real etc.) pela cotação do dia ou mantido como ativo que se valoriza seguindo a moeda americana”, explica Osman Velazquez, Co-CEO & CFO da GoMoney. Desta forma, a criptomoeda pode ser utilizada para além do investimento em si, facilitando ainda viagens ao exterior e transferências de recursos.

Apps aceleram negociação de ativos
Com a crise brasileira e os juros baixos, têm aumentado a procura por diversificação de risco em ativos em dólar. Esse é o caso também de imóveis nos Estados Unidos. Com a tecnologia como aliada, a exemplo de aplicativos de aluguel de temporada, como o Airbnb (www.airbnb.com), investir em um imóvel para alugá-lo em dólar garante uma renda rendimentos vitalícios na mais forte e segura moeda do mundo.

Se, por um lado, o dólar acima de R$ 4 demanda um capital inicial maior, é possível driblar o câmbio e, com deságio significativo, adquirir o ativo em leilão, com deságios de até 35%,  segundo explica Ricardo Molina, autor do livro Como Ganhar Dinheiro com Vacation Homes e CEO da Talent Realty (www.talentrealty.com.br).

De acordo com Molina, o rendimento proporcionado pelo aluguel de casas nos Estados Unidos pode chegar a 12% ao ano, ganho que permite quitar totalmente o imóvel em pouco tempo. Os apartamentos de maior demanda por investidores brasileiros são justamente aqueles localizados em cidades turísticas de alta procura por turistas, como a Flórida. Segundo dados da National Association of Realtors (Nars), os brasileiros investiram mais de US$ 2 bilhões em imóveis na região, no ano passado.