Brasil

Belchior Blues (II)

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Neste segundo post sobre o CD Belchior Blues, seguem mais cinco faixas:

5) MUCURIPE

(Antonio Carlos Belchior e Raimundo Fagner)

Blues Etílicos e Sambê/RJ

Flávio Guimarães – Gaita
Otávio Rocha – Guitarra
Pedro Strasser – Bateria
Claudio Bedran – Baixo
Sambê (part. especial) – Voz

Gravado e mixado no Estúdio Cantos do Trilho, no Rio de Janeiro/RJ, em Julho de 2011
Técnico de Som: Pedro Garcia

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6) NA HORA DO ALMOÇO

(Antonio Carlos Belchior)

Artur Menezes Blues Band/CE

Artur Menezes – Voz e Guitarra
Lucas Ribeiro – Baixo
Wladimir Catunda – Bateria

Gravado no Estúdio Compasso, Fortaleza/CE, em Junho de 2011
Técnico de Som e Mixagem: Daniel Alencar

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7) MEDO DE AVIÃO

(Antonio Carlos Belchior)

Ted & Blue Drop/ES

Ted McNeely – Guitarras e arranjos
Amaury Lopes – Teclados
Dedê Bonitto – Contrabaixo
B2 Santana – Bateria
Tiara Magalhães (part. especial)- Voz

Arranjo: Ted McNeely
Técnico de Som: Amaury Lopes

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8) GALOS, NOITES E QUINTAIS

(Antonio Carlos Belchior)

Marcelo Justa & Diogo Farias/CE

Marcelo Justa – Violão, Slide e Voz
Diogo Farias – Gaita

Gravado no Planeta Estúdio, em Fortaleza/CE, em Junho de 2011
Técnico de Som: Airton Montezuma

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9) PEQUENO MAPA DO TEMPO

(Antonio Carlos Belchior)

Vasco Faé/SP

Vasco Faé – Baixo, Bateria, Guitarra, Gaita e Voz

Gravado no T-Blues Estúdio Móvel, em São Paulo, em Julho de 2011
Técnico de Som: Zé Neto

Belchior Blues (I)

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Neste primeiro post do CD Belchior Blues, seguem a capa, com arte de Mário e Pedro Sanders, e quatro faixas. Confira:

1) PARALELAS

(Antonio Carlos Belchior)

Com Blues Label/CE

Cláudio Oliveira (part. especial) – Voz
Roberto Lessa – Guitarra
Leonardo Vasconcelos – Teclado
Victor Fontenele – Baixo
Wladimir Catunda – Bateria

Gravado no Planeta Estúdio, em Fortaleza/CE, em Junho de 2011
Técnico de Som: Airton Montezuma

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2) VELHA ROUPA COLORIDA

(Antonio Carlos Belchior)

Com Big Joe Manfra Blues Band/RJ

Big Joe Manfra – Guitarra
Pedro Augusto – Teclado
Fábio Mesquita – Baixo
André Carvalho – Bateria
Pedro Quental (part. especial) – Voz

Gravado no Estúdio Making Of, em Julho de 2011, Rio de Janeiro/RJ
Técnico de Som: Fábio Mesquita

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3) DIVINA COMÉDIA HUMANA

(Antonio Carlos Belchior)

Mister Jack/PR

Bene Chireia – Harmônica Cromática e Harmonetta
Marcelo Ricciardi – Guitarra, Violão e Vocal
Paulo Krefta – Baixo
Edu “Good Vibes” Kardeal – Bateria e Percussão

Gravado no Estúdio Áudio Stamp, em Curitiba/PR, em Junho de 2011
Técnico de Som: Virgílio Milléo

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4) A PALO SECO

(Antonio Carlos Belchior)

Jefferson Gonçalves e Banda/RJ

Jefferson Gonçalves – Harmônicas diatônica e cromática.
Kleber Dias – Violão de 12 cordas e Guitarra slide.
Fabio Mesquita – Baixo
Marco BZ – Bateria
Marco Arruda – Percussão
Luana Dias (part. especial) – Voz

Gravado no Estúdio Making Of, no Rio de Janeiro/RJ, em Julho de 2011
Técnico de Som: Fábio Mesquita

Belchior Blues

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Completa-se hoje um ano da morte do cantor e compositor cearense Antonio Carlos Belchior. Representante da música e do pensamento nordestinos, Belchior definiu com imagens fortes e letras bem-trabalhadas a vida, as aflições, os amores e mesmo as frustrações de gerações seguidas.

E fez bem.

O Portal InvestNE presta, então homenagem à memória e à obra do menestrel sobralense, trazendo para os leitores a íntegra do CD Belchior Blues, um tributo elaborado em 2011 pelos jornalistas Roberto Maciel, cearense, e Luiz Carlos de Carvalho, piauiense de nascimento, mas cearense por adoção, e pelo músico carioca Jefferson Gonçalves, que marcou na época os 65 anos de idade do artista e os 40 anos de lançamento do clássico “Na Hora do Almoço”.

Cinquenta e sete músicos do País todo se uniram no disco, com interpretações especialíssimas que foram distribuídas gratuitamente na Internet.

Sistema de Previdência Social deve incluir estagiários, defende relator de projeto no Senado

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Senador José Pimentel (PT)

Os estagiários deverão ser obrigatoriamente inscritos no sistema de Previdência Social, como parte do regime especial de contribuições e benefícios. É o que determina projeto na pauta da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) para 2.4, e que tem o relatório pela aprovação de José Pimentel (PT-CE).

A proposta torna obrigatória também a anotação do estágio na Carteira de Trabalho e é vista como “um grande avanço” ao sistema previdenciário e “um enorme benefício” aos próprios estagiários, segundo Pimentel.

Ele avalia que o ingresso precoce no sistema previdenciário é algo “reconhecidamente vantajoso para os jovens”, pois permitirá a contagem do tempo de contribuição o mais cedo possível.

Programa Criança Feliz aumenta repasses às prefeituras

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A partir deste mês de abril, o repasse do Ministério do Desenvolvimento Social às prefeituras para execução do programa Criança Feliz aumenta 15,3%. Agora, o montante pago aos município pelo programa lançado na gestão da então presidente Dilma Rousseff (PT) chega a R$ 75,00 por indivíduo atendido.

O reajuste vai contribuir para que as visitas domiciliares, braço do programa dentro das casas, cheguem mais rápido a quem mais precisa. No programa, visitadores vão pessoalmente às casas das famílias para oferecer orientações e acompanhamento. O objetivo é promover, nos primeiros anos de vida, o desenvolvimento neuropsicomotor, cognitivo e escolar.

A atuação terá, no médio e longo prazos, impacto no desenvolvimento social e econômico das famílias, uma vez que as crianças, ao chegar na idade adulta, terão mais oportunidades de emprego e renda.

Senac oferece graduação a distância

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Informações do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial:

O Centro Universitário Senac está com inscrições abertas para os cursos de graduação a distância que iniciam no segundo semestre de 2018. Em crescente expansão, a instituição conta agora com 266 polos e oferece 13 opções de cursos neste nível de ensino. As inscrições permanecem abertas até 20 de agosto e podem ser feitas pelo portal Senac EAD.

Os benefícios ao estudante que opta por um curso EAD são diversos, como a flexibilidade nos horários de estudo, o respeito ao ritmo de cada um, o desenvolvimento de competências valorizadas no mercado (organização, pró-atividade e responsabilidade, por exemplo) e a possibilidade de conciliar a vida profissional ao estudo.

O Senac EAD também conta com uma novidade para os alunos ingressantes no primeiro semestre de seus cursos de graduação, com o intuito de prepará-los para sua nova jornada acadêmica. O Programa de Ambientação consiste em uma proposta acolhedora para orientar o estudante sobre o manuseio de todas as ferramentas tecnológicas presentes no Ambiente Virtual. Por meio desse diferencial, são oferecidas atividades interativas monitoradas por uma equipe de mediação e tutores que permitem ao aluno vivenciar uma experiência acadêmica diferenciada.

Todos os polos são credenciados pelo Ministério da Educação e, por serem unidades do Senac, têm estrutura apropriada para as atividades presenciais da graduação da rede. As aulas são ministradas pela internet, mas é preciso realizar duas avaliações presenciais por semestre no polo escolhido.

Para se inscrever no processo seletivo, basta acessar o portal do Senac EAD, escolher o polo de interesse, fazer o login e selecionar o curso:

· Tecnologia em Gestão Comercial
· Licenciatura em Pedagogia
· Bacharelado em Administração – Linha de Formação Específica em Administração de Empresas
· Bacharelado em Ciências Contábeis
· Tecnologia em Comércio Exterior
· Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos
· Tecnologia em Gestão Financeira
· Tecnologia em Gestão Pública
· Tecnologia em Logística
· Tecnologia em Marketing
· Tecnologia em Processos Gerenciais
· Tecnologia em Gestão da Tecnologia da Informação
· Tecnologia em Gestão Ambiental

Após optar pelo curso, o interessado pode utilizar a nota de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), além de ter opção de ingresso por Portador de Diploma, de modo que quem já possui diploma de graduação pode realizar a matrícula automaticamente. A entrada no curso também pode ser feita por meio de Redação on-line, sobre o tema sinalizado no edital, ou após processo de seleção de transferência interna de outras unidades do Senac.

O diploma da graduação equivale a de um curso presencial. De acordo com o Ministério da Educação, todo diploma de nível superior tem a mesma validade, independentemente de o curso ser ofertado na modalidade presencial ou a distância (EAD). Desse modo, a graduação do Senac EAD está alinhada a essa especificação e pode ser usado para a conquista de um emprego que exija nível superior, prestação de concurso público ou iniciar uma pós-graduação.

A programação completa de cursos do Senac EAD está neste link. Há também uma programação diversificada de cursos presencias que pode ser conferida aqui.

Código Comercial em debate

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Sob a presidência do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), a Comissão Temporária para Reforma do Código Comercial (CCC) realizou audiência pública para o aprimoramento de projeto que propõe a atualização do Código. No debate, acadêmicos e especialistas no tema defenderam uma “legislação mais flexível” em defesa dos interesses das empresas e da sociedade, “que vivem constantes processos de mudanças e demandam por decisões rápidas”, destacou o professor catedrático de Direito Civil da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Arnoldo Wald

Wald noto, ainda, a importância de mecanismos para a solução célere de conflitos neste segmento, como os institutos da conciliação, mediação e arbitragem. “O tempo da economia não é o tempo do Judiciário”, observou.

Conforme o senador Fernando Bezerra, o Código Comercial Brasileiro irá garantir segurança, previsibilidade e, principalmente, o reconhecimento do papel da empresa no país. “Questões que não estão mais asseguradas pelo Código Civil, como atestam diferentes especialistas já ouvidos por esta comissão especial”, afirmou o vice-líder do governo no Senado.

Convidado para o debate – que analisou o “fortalecimento das normas consuetudinárias, autorregulação, soluções de conflitos empresariais e títulos de crédito” – o professor de Direito Comercial da Uerj, Sérgio Campinho, também apoiou uma nova legislação com flexibilidade. “Que permita que as partes interessadas, na medida do possível, possam regular seus direitos e deveres”, disse.

Educação alimentar vai integrar currículos

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Os currículos dos ensinos fundamental e médio deverão incluir o assunto educação alimentar e nutricional nas disciplinas de ciências e biologia, respectivamente. É o que estabelece projeto de lei da Câmara, aprovado no Plenário do Senado.

O texto passou na forma de substitutivo do senador Pedro Chaves (PRB-MS). Por entender que a legislação não permite que um mesmo assunto seja disciplinado por mais de uma lei, ele transformou o projeto em um artigo a ser incluído no corpo da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que trata do currículo da educação básica.

As novas regras entram em vigor 180 dias depois da sanção do projeto.

São disciplinas obrigatórias do ensino básico: português, matemática, “conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil” (ciências e estudos sociais), além de arte e educação física.

Entre os conteúdos transversais previstos, estão: direitos humanos e prevenção à violência contra crianças e adolescentes, estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena. A partir do sexto ano do ensino fundamental é ofertada a língua inglesa. Os currículos têm uma base nacional comum, que é complementada por uma parte diversificada, de acordo com características regionais e locais.

Como foi alterado no Senado, o projeto volta para análise da Câmara dos Deputados.

Senado proíbe cobrança por cadastro em compras parceladas de imóveis

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A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou projeto do senador Valdir Raupp (PMDB-RO) que proíbe a cobrança da taxa de cadastro em contratos de compra e venda de móveis ou imóveis mediante pagamento em prestações.

O relatório pontua que sequer a alegação de que a instituição financeira está “prestando um serviço” ao consultar os dados do consumidor junto aos órgãos de proteção ao crédito se sustenta como argumento para justificar esse tipo de cobrança.

“É inerente à atividade da instituição o risco e, se quiser afastá-lo, é de sua livre iniciativa a consulta. Não é justo transferir esse ônus ao consumidor. E muito menos se justifica sustentar que a eliminação da taxa vai resultar em insegurança jurídica. Sendo proibida por lei, sua previsão e cobrança deixa automaticamente de fazer parte de futuros contratos”, destacou o senador Dalírio Beber (PSDB-SC) na leitura do relatório.

O projeto segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça.

Congresso mantém veto de Temer sobre programa de microcrédito

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Da Agência de Notícias da Câmara federal, com texto de Eduardo Piovesan:

O Congresso Nacional manteve, nesta quarta-feira (25), por 202 votos a 73, o veto presidencial ao texto da Medida Provisória 802/17, sobre a reformulação do Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO). Esse programa permite a concessão de pequenos empréstimos a empreendedores de baixa renda.

O item vetado fixava em 2% ao mês as taxas de juros efetivas nas operações de microcrédito com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O dispositivo vetado proibia ainda a cobrança de qualquer outra despesa, à exceção da Taxa de Abertura de Crédito (TAC) de 3% sobre o valor do empréstimo.

Na justificativa do veto, o presidente Michel Temer argumentou que o dispositivo “contraria o interesse público” porque a definição em lei de taxa de juros ou outra taxa aplicável a operações de crédito dificulta eventuais ajustes por mudanças na política monetária, o que pode prejudicar a oferta de crédito e os objetivos da política de microcrédito.

Transformado na Lei 13.636/18, o texto inclui os agentes de crédito, constituídos como pessoas jurídicas nos termos da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), e as fintechs entre as entidades autorizadas a participar do PNMPO. As fintechs são sociedades que prestam serviços financeiros, inclusive operações de crédito, por meio de plataformas eletrônicas.

Segundo o texto aprovado, o valor máximo de receita bruta anual do público-alvo passa de R$ 120 mil para até R$ 200 mil, mas os beneficiados não contarão mais com subsídio de juros pago pelo governo. O subsídio, instituído em 2013, cobria a diferença de juros entre o custo efetivo total suportado pelo tomador e o custo de captação dos recursos empregados pelo banco no empréstimo.