Brasil

Segundo CNI, faturamento, emprego e horas trabalhadas na produção cresceram em dezembro

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O faturamento da indústria aumentou 0,2%, as horas trabalhadas na produção cresceram 0,8% e o emprego teve expansão de 0,3% em dezembro na comparação com novembro, na série livre de influências sazonais. As informações são dos Indicadores Industriais, divulgados nesta quinta-feira, 1º de fevereiro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com a pesquisa, o nível de utilização da capacidade instalada ficou em 78%. A massa real de salários caiu 0,6% e o rendimento médio real dos trabalhadores diminuiu 0,4% em dezembro frente a janeiro na série dessazonalizada.

Mesmo com indicadores negativos, os dados de dezembro confirmam a recuperação da atividade industrial. “O aumento de 0,3% no emprego parece pequeno, mas é o maior desde 2014”, observa o economista da CNI Marcelo Azevedo. Em dezembro, o emprego teve o terceiro aumento consecutivo. “Durante o segundo semestre, somente em agosto foi registrada queda no emprego”, informa a pesquisa.

Azevedo destaca que a reação da economia só se consolidou no segundo semestre. Com as fortes quedas registradas no primeiro semestre, a indústria fechou 2017 com resultados negativos. O faturamento caiu 0,2%, as horas trabalhadas na produção recuaram 2,2%, o emprego diminuiu 2,7% e a massa real de salários encolheu 1,9%. O rendimento médio real dos trabalhadores aumentou 0,8%. “A utilização da capacidade instalada média de 2017 é 0,4 ponto percentual superior à registrada em 2016”, diz a pesquisa.

A aceleração do crescimento em 2018 depende do crescimento da demanda e do investimento, diz Azevedo. “Isso trará o aumento da produção e reativará as máquinas paradas, ampliando o uso da capacidade instalada. Isso possibilitará o aumento do investimento, que trará mais e mais empregos, o que sustentará o processo virtuoso de recuperação da economia”, afirma o economista da CNI.

O desempenho do turismo no Ceará

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O secretário do Turismo do Ceará, Arialdo Pinho, tem reunião hoje com o trade turístico do Estado e diretores da empresa CVC. Na pauta, um balanço das vendas da operadora em 2017 e a apresentação de ações para 2018.

O evento está marcado para começar às 14h30min, no auditório da Secretaria do Turismo do Ceará (Setur),  no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza.

Prêmio à comunicação

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O Banco do Nordeste está na reta final para inscrições de jornalistas e estudantes de Jornalismo na edição 2018 do prêmio que já realiza desde 2003.

O Prêmio Banco do Nordeste de Jornalismo em Desenvolvimento Regional contempla trabalhos que retratem iniciativas ou atividades produtivas economicamente viáveis, socialmente justas, ambientalmente corretas e que respeitem o principio da diversidade cultural.

A premiação foi criada em 1980 e, até 1999, agraciou apenas trabalhos publicados em mídia impressa. Retomado em 2003, passou a premiar também trabalhos fotográficos publicados em mídia impressa e, ainda, trabalhos eletrônicos de rádio, TV e internet.

 

Mais informações neste link.

Marun descarta plano B para reforma da Previdência

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Presidente da República, ministros, parlamentares, empresários e outras lideranças seguem a linha de que o convencimento é o passo mais importante para que enfim a reforma da Previdência saia do papel. Até a aparição de Temer em rede nacional, em programas de televisão e rádio, é uma saída vista com bons olhos pelo governo para se dirigir diretamente à população. Se antes a reforma da Previdência era considerada totalmente impopular, hoje a aceitação é maior, segundo pessoas próximas ao peemedebista.

É o que avalia, por exemplo, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun. Segundo ele, o governo federal não trabalha com a hipótese de “plano B” sobre a reforma da Previdência. Em entrevista após encontro com lideranças empresariais nesta segunda (29), Marun garantiu que haverá o número mínimo de 308 votos necessários para aprovar no Congresso Nacional a emenda constitucional que altera as regras de acesso à aposentadoria.

“Não existe plano B, nosso plano é o plano A, de aprovação da reforma ainda no mês de fevereiro. Nós temos um fator positivo, que é o fato de que a população se predispõe a apoiar a reforma. Então, eu diria que desde maio não vivíamos um momento tão positivo como hoje estamos vivendo para a aprovação dessa reforma”, garantiu.

Em entrevista à rádio Bandeirantes, Temer afirmou mais uma vez que a reforma visa acabar com privilégios e ressaltou que a equiparação entre servidores públicos e da iniciativa privada é uma necessidade. “Nós conseguimos esclarecer que a reforma não atinge os mais carentes. Em primeiro lugar, quem ganha um, dois, três salários mínimos, até o teto da Previdência Social, que é R$ 5.645, não tem nenhuma diferença. Vai ter diferença tanto do setor público como do setor privado, o teto será de R$ 5.645”, afirmou.

A leitura do relatório da reforma no plenário da Câmara e o início das discussões em torno da proposta estão previstas para a próxima semana. A votação do texto deve ocorrer após o Carnaval, no dia 19 de fevereiro.

Discussões

O recesso parlamentar termina oficialmente nesta sexta-feira (2), mas as atividades no Congresso só retornam na segunda (5). De acordo com Marun, isso não deve ser um problema para as discussões em torno da reforma. Nas contas do ministro, o governo trabalha com uma margem de apoio de cerca de 270 parlamentares e tenta convencer pelo menos 50 deputados.

Nesta semana, quando perguntado sobre o que faltava para a aprovação da reforma, Temer garantiu que é preciso, antes de tudo, entender o teor do texto. Otimista com relação à aprovação, o presidente reconheceu que o modelo original ainda pode sofrer mudanças e ainda foi direto ao afirmar que os parlamentares que forem contra a reforma estarão “fazendo um mal contra o país”.

Governo Federal destina R$ 6,5 milhões a projetos da economia solidária em universidades

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Sessenta e sete universidades federais, estaduais e privadas de 20 estados receberam R$ 6.599.922.30 do Ministério do Trabalho para incentivar incubadoras de empreendimentos econômicos solidários. Os recursos foram liberados por meio do convênio com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), firmado em novembro de 2017.

Receberam os recursos as universidades da Paraíba, Pernambuco, Ceará, Rio de Janeiro, Bahia, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Alagoas, Pará, Paraná, Distrito Federal, Mato Grosso, Rio Grande do Norte, Piauí, Acre, Mato Grosso do Sul, Goiás e Roraima.

De acordo com o ministro do Trabalho em exercício, Helton Yomura, esses recursos fazem parte de uma política de empregabilidade do Ministério e tem objetivo de estimular pesquisas e projetos focados na economia solidária. “Empreendimentos solidários são comprometidos com o desenvolvimento humano, por meio da viabilidade econômica. E temos tido excelentes resultados na área; por isso é importante continuar incentivando”, salienta Yomura.

Para o subsecretário de Economia Solidária substituto, Ricardo Gonçalves, das 177 propostas apresentadas como candidatas ao recurso, foram selecionadas as 67 que seguiram as diretrizes estabelecidas pelo Ministério do Trabalho. Os temas foram interação horizontal entre empreendimentos e equipes de incubação, produção e troca de conhecimento; princípios metodológicos centrais inspirados principalmente na proposta de educação popular, autogestão, interdisciplinaridade e aprendizado mútuo; troca entre saberes acadêmicos e saberes populares; formação de Redes de Economia Solidária; promoção de políticas públicas de Economia Solidária e do desenvolvimento territorial sustentável; e superação da extrema pobreza.

“A importância dessa ação se reflete na quantidade de propostas apresentadas por universidades de todo o Brasil. As 67 incubadoras de Empreendimentos Econômicos Solidários selecionadas serão apoiadas pela Senaes. É um número bastante expressivo, que reafirma o compromisso da Subsecretaria de Economia Solidária de fomentar ações que beneficiam os segmentos populacionais mais vulneráveis, garantindo trabalho e renda, além de dignidade e transformações positivas em suas vidas”, afirma Ricardo Gonçalves.

Projetos – Uma das propostas selecionadas é da Fundação Universidade Regional de Blumenau (Furb), de Santa Catarina. A Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares implementará o projeto “O Cárcere e a Cidadania trabalha com reintegração socioeconômica de pessoas em privação de liberdade”. Neste caso, as ações desenvolvidas serão de incubação para constituição de uma cooperativa voltada a serviços ligados à construção civil. Também serão promovidas ações de assessoria para a inserção de apenados que trabalham com a produção de alimentos e similares em grupos associativos já existentes e em suas redes de comercialização. Outra frente que integra o projeto é a realização de cursos de formação em economia solidária para 40 apenados que serão encaminhados pela Central de Apoio à Execução Penal do Fórum Regional de Blumenau, além de quatro ações socioeducativas em presídio de Blumenau.

Da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), presente em três estados (Bahia, Pernambuco e Piauí), foi selecionado o projeto com foco no desenvolvimento territorial, economia solidária e empreendedorismo, com mulheres no protagonismo. A proposta é desenvolvida pela Pró-Reitoria de Extensão e visa atender mulheres trabalhadoras dos Territórios Sertão do São Francisco Bahia, Sertão do São Francisco Pernambuco, Serra da Capivara – PI, Piemonte Norte do Itapicuru e Itaparica.

Entre os planos do projeto da Univasf estão produzir e disseminar materiais pedagógicos e informativos sobre economia solidária, agroecologia e empreendedorismo, e a inserção das mulheres no mercado de trabalho; articular nos territórios uma rede de comércio justo e solidário; capacitar agentes de desenvolvimento nos territórios em tecnologias sociais, profissionalizações diversas a partir das suas vocações; incubar empresas autogestionárias na universidade; e capacitar mulheres dos territórios selecionados respeitando a vocação local, na perspectiva da geração de trabalho e renda.

Roberto Pessoa participa de evento internacional de avicultura nos Estados Unidos

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Evento apontado como o maior do mundo no segmento de aves de produção, carne e alimentação, a Exposição Internacional de Produção e Processamento deste ano, realizada em Atlanta (EUA), que começa hoje, terá um ar cearense.

O empresário e político Roberto Pessoa, vice-prefeito do município de Maracanaú, representará o Estado.

A exposição em Atlanta (The 2018 International Production & Processing Expo, em inglês), reúne inovações tecnológicas e educação, além de promove relações entre empreendedores do todo o mundo. De acordo com os organizadores, estarão lá este ano, acompanhando uma programação de atividades até a próxima quinta-feira, mais de 1,2 mil expositores e 30 mil visitantes.

Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal, o Ceará se destaca entre os estados produtores.

Brasileiros vão pagar por reforma em igreja na Palestina

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O Diário Oficial da União publicou Medida Provisória que autoriza a União a doar ao Estado da Palestina até R$ 792 mil (US$ 252,3 mil pelo câmbio de ontem) para a restauração da Basílica da Natividade, na cidade de Belém. Os recursos sairão do orçamento do Ministério das Relações Exteriores.

Construída no século IV, a Basílica da Natividade contém uma gruta onde, segundo a tradição cristã, nasceu Jesus. Em 2012, o templo foi declarado Patrimônio da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Segundo o governo, a restauração é um projeto organizado pelo governo palestino e pelas três igrejas que administram a basílica (católica, ortodoxa grega e armênia), com apoio da Unesco e de um grupo de países doadores, que incluem a Grécia, a Rússia, a Alemanha, a Espanha, o Vaticano e, agora, o Brasil.

A MP 819 é assinada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, que ocupou interinamente a Presidência da República entre segunda à noite (22) e ontem, período em que o presidente Michel Temer viajou para a Suíça.

A MP 819 será analisada incialmente em uma comissão mista, ainda a ser criada. O parecer aprovado segue para votação nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

BNB encerra operações de 2017 com R$ 8 bilhões contratados via Crediamigo

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Da assessoria do Banco do Nordeste:

Maior programa de microcrédito produtivo orientado da América do Sul e segundo da América Latina, o Crediamigo do Banco do Nordeste contratou, somente no ano passado, R$ 8 bilhões junto a microempreendedores de sua área de atuação, que compreende toda a Região Nordeste e o norte dos Estados do Espírito Santo e de Minas Gerais.

O montante foi distribuído em mais de 4 milhões de operações de microcrédito. Ao todo, foram atendidos 5,1 milhões de clientes no período. O valor médio das contratações foi de R$ 2 mil.

Para 2018, a meta de aplicações do Programa é de R$ 8,7 bilhões. Segundo o superintendente de Microfinanças do BNB, Alex Araújo, o Programa pretende ampliar sua liderança no cenário nacional, garantindo o padrão qualitativo de seus negócios, bem como o uso pleno de sua premiada metodologia de acesso ao crédito. Para isso, aposta na elevação da produtividade e da eficiência.

O Crediamigo facilita o acesso ao crédito a milhares de empreendedores pertencentes aos setores informal ou formal da economia (microempresas, enquadradas como Microempreendedor Individual, Empresário Individual, Autônomo ou Sociedade Empresária).

O Programa atua na concessão de créditos sem burocracia, por meio de aval solidário. Associado ao crédito, o Crediamigo oferece aos empreendedores acompanhamento e orientação para melhor aplicação do recurso, a fim de integrá-los de maneira competitiva ao mercado. Além disso, abre conta corrente para seus clientes, sem cobrar taxa de abertura e manutenção de conta, com o objetivo de facilitar o recebimento e movimentação do crédito.

Exportação de calçados cearenses cresce 7,6% em 2017

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Segundo maior estado exportador do Brasil em valores (e primeiro em pares), o Ceará exportou em 2017, o total de US$ 312,9 milhões, o que representa alta de 7,6% em relação ao mesmo período de 2016. As importações exibiram um aumento de 97,3%, passando de US$ 3,5 para US$ 6,9 milhões. Esta elevação está relacionada com a aquisição de componentes para a fabricação do produto final, como é o caso de solas e partes superiores, obtidos principalmente da China. Os dados são do estudo Ceará em Comex, produzido pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, com base em informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

De acordo com o estudo Ceará em Comex, é importante destacar que se tais itens da pauta de exportações forem utilizados no produto final a ser exportado, a indústria fica desobrigada a pagar os diversos impostos da aquisição destes componentes, através do regime especial conhecido como drawback, tornando assim as empresas mais competitivas. Vale ressaltar que apesar do bom desempenho no cenário externo, os calçados perderam, em 2017, o posto do principal setor exportado do Ceará para o metal mecânico (devido ao início das atividades da Companhia Siderúrgica do Pecém). Tal fato explica a queda na participação da balança comercial cearense de 22,5% para 14,8%.

Sob o âmbito dos produtos exportados, o item “Calçados de borracha ou plásticos, com parte superior em tiras ou correias” continua liderando o ranking, com US$ 96,2 milhões. Vale o destaque para “Calçados para outros esportes, de borracha ou plástico”, que apresentaram aumento de 107,6% entre 2016 e 2017. A Argentina ocupa a posição de principal destino das exportações cearenses de calçados e apresentou crescimento de 21,4% em relação a 2016. Os EUA estão em segundo, com uma pequena diferença na participação nas importações, porém exibem uma queda de 10,5% em relação ao ano anterior. Colômbia e Bolívia foram outros destinos de destaque, com aumento respectivo de 14,8% e 76,8%.

Inadimplência com cheques é a menor dos últimos quatro anos, aponta Serasa Experian

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Em 2017 foram devolvidos pela segunda vez, por falta de fundos, 2,00% do total de cheques compensados em todo o país, revela o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos. O patamar de inadimplência com cheques é o menor dos últimos quatro anos, retornando ao mesmo nível de 2013.

Na comparação mensal, dezembro de 2017 teve um percentual maior de devoluções (1,96%) em relação a novembro de 2017, quando 1,93% dos cheques foram devolvidos. Em relação a dezembro de 2016, quando o percentual foi de 2,25%, houve queda.

Segundo os economistas da Serasa Experian, a retomada do crescimento econômico, combinada com a queda da inflação e dos juros, e o recuo gradual da taxa de desemprego, contribuíram para a redução da inadimplência com cheques no ano de 2017.

Nos Estados e regiões

De janeiro a dezembbro de 2017, entre as regiões do país, a liderança de devoluções foi da região Nordeste, com 3,92% de cheques devolvidos. O Sul apresentou o menor percentual de devoluções no período: 1,65%.

Já entre os estados, o Amapá segue na liderança do ranking de cheques sem fundos entre janeiro e setembro de 2017: foram 15,42% de cheques devolvidos. Na outra ponta, São Paulo teve o menor percentual de devoluções: 1,59%.

Região Norte

Na Região Norte, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 3,74% do total de cheques compensados, aumento em relação ao número registrado no mês anterior, novembro/17, quando o percentual também foi de 3,52%, e menor que os 4,51% registrado em dezembro/16.

No Acre, em dezembro/17, a devolução foi de 6,07%. Em novembro/17, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos havia sido de 6,08% do total de cheques compensados. Em dezembro/2016 o Acre havia registrado 7,78% de cheques devolvidos.

No Amazonas, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 5,61% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,39% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amazonas havia sido de 7,22% do total de cheques compensados.

No Amapá, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 13,01% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 13,55% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Amapá havia sido de 17,44% do total de cheques compensados.

No Pará, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 5,77% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 5,41% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Pará havia sido de 6,45% do total de cheques compensados.

Em Rondônia, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 1,69% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,52% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Rondônia havia sido de 2,21% do total de cheques compensados.

Em Roraima, a devolução de cheques, em dezembro/17 foi de 11,25%, do total de cheques compensados, maior que a devolução de 11,22% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Roraima havia sido de 13,56% do total de cheques compensados.

No Tocantins, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 4,76% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,38% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Tocantins havia sido de 5,18% do total de cheques compensados.

Região Nordeste

Na Região Nordeste, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 3,90% do total de cheques compensados, maior que a devolução registrada no mês anterior, novembro/17, quando o percentual foi de 3,80%, e menor que os 4,39% registrado em dezembro/16.

Em Alagoas, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 4,30% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,17% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Alagoas havia sido de 4,85% do total de cheques compensados.

Na Bahia, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 3,59% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,36% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Bahia havia sido de 4,19% do total de cheques compensados.

No Ceará, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 4,08 do total de cheques compensados, maior que a devolução de 4,07% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Ceará foi de 4,50% do total de cheques compensados.

No Maranhão, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 8,95% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 8,48% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Maranhão havia sido de 9,31% do total de cheques compensados.

Na Paraíba, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 3,98% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 3,92% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Paraíba havia sido de 4,56% do total de cheques compensados.

Em Pernambuco, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 2,78% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 2,84% registrada em novembro/17. Em novembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Pernambuco havia sido de 3,07% do total de cheques compensados.

No Piauí, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 6,16% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 5,99% registrada em novembro/17. Em novembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Piauí havia sido de 6,39% do total de cheques compensados.

No Rio Grande do Norte, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de % do total de cheques compensados, menor que a devolução de 3,81% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Norte havia sido de 6,22% do total de cheques compensados.

Em Sergipe, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 3,72% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 3,98% registrada em novembro/17. Em novembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Sergipe havia sido de 5,96% do total de cheques compensados.

Região Sudeste

Na Região Sudeste, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 1,67% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,65% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sudeste havia sido de 1,86% do total de cheques compensados.

No Espírito Santo, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 2,00% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,88% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Espírito Santo havia sido de 2,41% do total de cheques compensados.

Em Minas Gerais, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 1,87% do total de cheques compensados, maior que o índice de 1,78% registrado em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Minas Gerais havia sido de 2,09% do total de cheques compensados.

No Rio de Janeiro, a devolução de cheques em outubro/17 foi de 1,76% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,80% registrada em setembro/17. Em outubro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio de Janeiro havia sido de 2,01% do total de cheques compensados.

Em São Paulo, a devolução de cheques em outubro/17 foi de 1,55% do total de cheques compensados, igual à devolução de 1,55% registrada em setembro/17. Em outubro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em São Paulo havia sido de 1,72% do total de cheques compensados.

Região Sul

Na Região Sul, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 1,57% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,60% registrada em setembro/17. Em outubro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Sul havia sido de 1,87% do total de cheques compensados.

No Paraná, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 1,59% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 1,58% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Paraná havia sido de 1,89% do total de cheques compensados.

No Rio Grande do Sul, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 1,61% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,69% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Rio Grande do Sul havia sido de 1,90% do total de cheques compensados.

Em Santa Catarina, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 1,51% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 1,53% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Santa Catarina havia sido de 1,82% do total de cheques compensados.

Região Centro-Oeste

Na Região Centro-Oeste, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 2,56% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,47% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos na Região Centro-Oeste havia sido de 3,15% do total de cheques compensados.

No Distrito Federal, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 3,03% do total de cheques compensados, menor que a devolução de 3,24% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Distrito Federal havia sido de 3,58% do total de cheques compensados.

Em Goiás, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 2,69% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,49% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos em Goiás havia sido de 3,15% do total de cheques compensados.

No Mato Grosso do Sul, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 2,14% do total de cheques compensados, igual a devolução de 2,14% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso do Sul havia sido de 2,69% do total de cheques compensados.

No Mato Grosso, a devolução de cheques em dezembro/17 foi de 2,23% do total de cheques compensados, maior que a devolução de 2,13% registrada em novembro/17. Em dezembro/16, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos no Mato Grosso havia sido de 3,17% do total de cheques compensados.