Brasil

OAB-CE lança movimento de valorização da Advocacia Pública

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No Dia Nacional da Advocacia Pública, celebrado em 7 de março, a OAB Ceará lançará o Movimento Estadual de Valorização da Advocacia Pública. O Evento será no auditório da Escola Superior da Advocacia (ESA), às 15 horas. Na ocasião, também será proferida uma palestra sobre as novas práticas de atuação da Advocacia Pública na prevenção e combate à corrupção, pelos advogados: Karla Simões Nogueira Vasconcelos, Advogada da União e representante estadual da Associação Nacional dos Advogados da União – Anauni; Juvêncio Vasconcelos Viana, Procurador-geral da Procuradoria do Estado do Ceará; e Rafael Moreira Nogueira, Procurador Federal.

A iniciativa é da comissão Estadual da Advocacia Pública da OAB-CE. De acordo com o Presidente da Comissão, Pedro Robston Quariquasi, a Advocacia Pública é pouco conhecida pela população, e padece de muitos problemas em virtude de falta de profissionais e estrutura. “A Advocacia Pública faz um trabalho de prevenção na busca de evitar casos de corrupção, mas o quadro deficitário inibe muito a abrangência dos controles. Nos municípios o quadro é pior. Praticamente não se tem advogado público concursado. Em sua maioria é composta de pessoas indicadas pelo prefeito, ocupando cargos comissionados, o que acaba por desaguar em inúmeros casos de corrupção. Enquanto essa situação não modificar, com melhor quadro de procuradores concursados, os casos de desvio e mau uso do dinheiro público, irão se avolumar de forma contínua e progressiva” afirmou.

Para a vice-presidente da comissão, Isabel Cecília de Oliveira Bezerra, a categoria busca o resguardo de conquistas já asseguradas, como os honorários advocatícios de sucumbência, bem como ser aplicadas, em todas as esferas públicas, as Súmulas do Conselho Federal, atinentes à Advocacia Pública. “A importância desta comemoração reside na necessidade de que a sociedade cearense conheça a importância do trabalho realizado pelos Advogados Públicos, que diariamente fiscalizam e controlam a legalidade dos atos praticados pelo Estado, coibindo a prática de ilegalidades, além de realizar a defesa em juízo de toda a atuação dos órgãos públicos”, concluiu.

Tapuio projeta crescimento de 16% para 2019

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A Tapuio Agropecuária, única empresa brasileira a exportar mozzarella de búfala nacional para os Estados Unidos e forte atuante no mercado do Nordeste e Centro-Oeste, com queijos de bubalinos, ovos caipiras e carnes de búfalo, fecha balanço de 2018 e apresenta crescimento de 4 % em relação ao ano anterior. Em 2017 a empresa já havia mostrado balanço positivo, quando faturou R$ 23,3 milhões. Já em 2018, fechou o ano com R$ 24,2 milhões. A expectativa é que com a venda de burratas (um tipo de queijo também derivado de leite bubalino) e com o investimento no mercado de cortes premium de carne de búfalo, a Tapuio alcance um faturamento de R$ 28,1 milhões em 2019, o que representará um aumento de 16% no encerramento deste ano.

O faturamento favorável de 2018, segundo Francisco Veloso, diretor executivo da Tapuio, é justificado principalmente pelo desempenho da marca de queijos DiBufalo, que de 2017 para 2018 cresceu 19% com a venda de mozzarellas e burratas. Agora a meta é atingir, para esta marca, crescimento de 30% em 2019.

Já para o mercado de ovos, onde a marca Mr. Caipira, também da Tapuio, está presente, a estratégia é investir em embalagens ecológicas (recicláveis) para defender o share perante os concorrentes. “Para o mercado de ovos caipiras, o foco é mostrar ao consumidor, avanços na qualidade do produto e bem estar animal das aves, por isso até 2021 todas as nossas aves estarão livres de gaiolas. Ressalto ainda que nossos ovos possuem número de rastreabilidade impresso na casca, o que garante não só qualidade, mas também origem e segurança alimentar para quem os consome”, explica Veloso.

Com o mercado já aberto para escoar a produção de queijos de búfala e ovos em estados como Rio Grande do Norte, Fortaleza, Alagoas, Pernambuco, Ceará, Sergipe, Paraíba, Goiás, Brasília e Distrito Federal, a empresa recentemente iniciou a venda de carnes de bubalinos em cortes para churrasco e para a alta gastronomia. A projeção é que os novos produtos contribuam com 5% a mais no faturamento geral deste ano.

Com “apetite” pela expansão nacional de seus produtos (queijos e carnes) da marca DiBufalo, Francisco Veloso quer um rebanho mais produtivo. Para isso investe em evolução genética, manejo alimentar, captação de novos parceiros produtores de leite no RN e PB, além de incremento da escala de produção nos atuais parceiros de PE.

Para o mercado externo, para onde a empresa já exporta para os Estados Unidos desde 2017, as expectativas também são boas este ano: “Temos pedidos de massa para produção de burratas para o Uruguai e estamos negociando para intensificar as exportações para os Estados Unidos, cuja missão nos visitou em dezembro de 2018, juntamente com um técnico italiano, que chancelou nossas instalações e processos. Estamos muito otimistas quanto a 2019, em função das negociações em andamento para Uruguai e EUA.”, explica o empresário e fundador da Tapuio.

Posicionamento no Brasil e olho no mercado externo

A Tapuio atua no agronegócio desde 1991, contando com uma área de quase 500 hectares, onde tem 1.400 cabeças de búfalos, da raça Murrah, que é de origem indiana e reconhecida pela fácil adaptação ao clima árido. Desses animais, mais de 450 são búfalas em lactação, que produzem 3.000 litros de leite por dia, que resultam em cerca de 20 toneladas de queijos por mês.  Na fazenda Tapuio, são gerados 146 empregos diretos.

Com faturamento de R$ 24,2 milhões em 2018, os produtos da Tapuio Agropecuária, derivados do leite de búfalas, são distribuídos para todos os estados Nordeste, Centro-Oeste e Distrito Federal. Já os ovos são distribuídos no Nordeste. A empresa também atua no mercado externo, com exportações para os Estados Unidos. As possibilidades de ampliação da exportação são significativas: a empresa está negociando exportações para Argentina, Peru e Uruguai. “Percebemos que o bem-estar animal, com a criação de búfalos em pasto – e não em confinamentos, como é comum em outros países – é mais um diferencial valorizado no mercado externo”, enfatiza Veloso.

Para dar suporte ao seu plano de expansão de vendas dos derivados de leite de búfala no Brasil e no exterior, a Tapuio Agropecuária realizou em 2016 e 2017 um aporte de R$ 8 milhões, para captação e reuso das águas pluviais, instalação de biodigestor e aerogerador. Do total, R$ 4 milhões foram destinados para a construção de uma nova ordenha de búfalas totalmente automatizada, que funciona como um carrossel. Trata-se do primeiro rebanho de búfalas do país a contar com essa tecnologia, que foi importada da Irlanda do Norte e o primeiro do gênero na América Latina que possibilitará dobrar a produção até 2021, saltando das atuais 20 toneladas de queijo por mês para aproximadamente 40 toneladas.

Em operação, a nova ordenha automatizada tem capacidade para ordenhar até 160 animais por hora. O investimento visa dar suporte ao plano de expansão, tanto no mercado interno quanto no mercado externo, já que a Tapuio é o único laticínio no Brasil autorizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a exportar derivados de leite de búfalas.

Franquia aumenta 125% número de unidades no Brasil

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Única rede de franquia em ensino técnico particular no Brasil, o Grau Técnico vive um momento de forte investimento, visando dar um grande salto no mercado no prazo de um ano, com um projeto arrojado de diversificação de negócios em todas suas dezenas de unidades espalhadas pelo país. Agora denominado Grau Educacional, o grupo – que já possui a escola profissionalizante de cursos rápidos e práticos denominada Nível A – lançou este ano as marcas Grau Médio Técnico, Faculdade Grau e Colégio Grau, todas com um padrão de ensino inovador cujo principal objetivo é formar e encaminhar seu aluno/cliente para o mercado de trabalho. Enquanto isso, o pioneiro Grau Técnico ganha um aumento de 125% no número de unidades, em todas as regiões do Brasil, chegando com toda a força no Estado de São Paulo com 20 operações. O investimento total gira em torno de R$ 60 milhões.

Empresa surgida em 2010, em Pernambuco, o Grau Técnico, com sua proposta pedagógica inovadora, tornou-se em pouco tempo a principal referência em ensino técnico particular no Brasil e, consequentemente, uma opção mais segura de investimento no setor de franquias de ensino. Com 32 unidades espalhadas nas cinco regiões do País – e mais 40 unidades em obras e em processo de regulamentação – mais de 150 mil alunos já matriculados e um percentual de empregabilidade de 75% para alunos formados, a rede vem colecionando diversas certificações e premiações locais e nacionais.

De 2014 a 2018 recebeu o Selo de Excelência em Franchising da ABF; em 2017 ficou em primeiro lugar entre as empresas do segmento de educação que mais crescem no Brasil, segundo pesquisa Deloitte/Revista Exame; conquistou o Prêmio IEL de Estágio, em Pernambuco, de 2015 a 2018; foi destaque, nos dois últimos anos, entre as Melhores Franquias do Brasil, pela Revista PEGN, ficando em primeiro lugar, em 2017, no segmento de ensino técnico; e, no Prêmio JC Recall de Marcas, do Jornal do Commercio (PE), conquistou o primeiro lugar como marca mais lembrada no segmento de ensino técnico profissionalizante, em 2017 e 2018.

Tamanho reconhecimento serve ainda mais de fator motivador para o futuro da rede Grau Educacional, que projeta um grande crescimento de suas franquias até o fim de 2020. A começar pelo Grau Técnico, que possui 22 opções de cursos técnicos e praticamente todo mês inaugura pelo menos uma nova unidade no País. Apenas em São Paulo há mais de 20 unidades em obras e em processo de regulamentação, que estarão prontas até no máximo março de 2019. Outras 20 unidades estão sendo inauguradas ou preparadas para entrar em operação em Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Piauí, Ceará, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Goiás e Amazonas.

Em São Paulo, maior foco das novas escolas, operam desde agosto deste ano as unidades Brás e Anhangabaú. As demais franquias estão em obras ou em processo de regulamentação em Santo André, Largo 13 (Santo Amaro), Guarulhos, Penha, Taboão da Serra, Campinas, Santos, São Bernardo do Campo, Itaquera, Vila Mariana, Sapopemba, Jabaquara, Interlagos, Osasco, Santana, Pinheiros, Zona Leste e Avenida Paulista.

Os empreendedores Emílio Pages e José Orlando veem com ótimas perspectivas os investimentos no mercado paulista. Tanto que, antes mesmo de inaugurar suas primeiras unidades no Estado, ainda este ano, já planejam outras para 2019. “É um projeto grandioso e ousado. Ainda neste segundo semestre de 2018 planejamos abrir duas unidades e, até o próximo ano, temos a perspectiva de abrir mais duas unidades tendo em vista a força e a pujança do mercado de São Paulo”, avalia Emílio. “Começamos pela Anhangabaú, dada a magnitude da cidade e o fácil acesso ao Centro. E, para cobrir a importância do ABC, em função de toda a industrialização que existe lá, planejamos a segunda unidade em Santo André”, explica José Orlando.

Esse olhar promissor também foi o que levou a empreendedora Cecília Viriato a investir na expansão do Grau Técnico no mercado paulista. A administradora pernambucana, que mora há 11 anos em São Paulo, onde atuou no mercado de ações, especializada no ramo imobiliário, há anos buscava algo que lhe trouxesse um maior propósito de vida, que contribuísse com um retorno para a sociedade. “No dia em que entrei nesta escola (no Recife) meu coração bateu e eu disse: ‘É isso o que quero. Vou largar minha carreira, pedir demissão e investir no Grau Técnico’”, lembra. “Quero: ajudar as pessoas a ter uma condição de vida melhor, uma empregabilidade, ser um agente de mudança na vida de alguém. Acredito que o Grau Técnico é isso, um agente de mudança, um divisor de águas na vida de alguém. Isso tudo começou a fazer muito sentido para mim e para o que buscava pessoalmente, até mais do que profissionalmente”, conta.

Atualmente Cecília se dedica à implantação da unidade Largo 13, em Santo Amaro, no sul paulista. “Acredito que o reconhecimento da marca em São Paulo vai ser muito rápido, por conta da velocidade em que as coisas estão indo. Estamos entrando com muita gente, muito rápido, um volume muito grande”, analisa.

Bem encaminhados

Para os clientes que necessitam de uma qualificação imediata para se inserir (ou se reinserir) no mercado de trabalho, o Grau Educacional oferece, desde 2014, a rede de franquia Nível A, escola profissionalizante com mais de 30 cursos práticos e interativos de curta duração, como mecânica de carro e de motocicleta; informática; manutenção de tablets e de smartphones; refrigeração; eletricista; gastronomia; bombeiro civil; e corte & costura. São cursos livres, porém, que obedecem ao padrão do catálogo de cursos profissionalizantes sugerido pelo Serviço Nacional da Indústria (Senai).

Cada unidade do Grau Técnico e do Nível A possui uma Agência de Encaminhamento com duas equipes. Enquanto uma cuida do encaminhamento do aluno, outra fica responsável pela busca de parcerias. A empresa interessada diz o perfil do profissional que necessita e o Grau Técnico e o Nível A o encaminha. As escolas também conduzem alunos para que a própria empresa faça a seleção. Outra função da Agência de Encaminhamento é preparar o aluno para a entrevista de emprego.

Isso significa que, antes mesmo do evento de inauguração de cada unidade, a escola já gera emprego. A começar pela própria Agência de Encaminhamento, que começa a funcionar com no mínimo 20 funcionários fixos: diretor, coordenador comercial, coordenador e funcionário da secretaria, assessor, equipe pedagógica e serviços gerais. A demanda de instrutores começa com 30 profissionais e vai aumentando no decorrer da implantação.

Ao oferecer estagiários e profissionais qualificados, a Agência de Encaminhamento da rede Grau Educacional muda a vida da comunidade onde se instala.

Sucesso da feira

Sucesso absoluto em todas praças em que é realizada, a Feira de Empregabilidade promovida pelo Grau Técnico é uma grande oportunidade para o profissional que busca se colocar – ou se recolocar – no mercado de trabalho. Já foi realizada em Campina Grande (PB), Petrolina (PE), Aracaju, Maceió, Natal, Taguatinga (DF), Recife, Belo Horizonte, Salvador, Caruaru (PE) e Garanhuns (PE) e em breve contemplará outros municípios do País.

Na ocasião, além do cadastro de currículo e da oferta de centenas de vagas de empregos e estágio por agentes integradores parceiros da Agência de Encaminhamento, o evento conta com palestras, workshops, testes vocacionais, exames de saúde e emissão de Carteiro de Trabalho, entre outras ações.

Mais plataformas

Em breve, a ampla rede de escolas Grau Técnico proporcionará o oferecimento das novas modalidades de cursos do grupo Grau Educacional. Tramita no Ministério da Educação (MEC) o pedido para a implantação dos cursos presenciais de engenharia de produção e de administração na unidade do Recife, que passará a operar com a marca Faculdade Grau. A moderna estrutura da escola permitirá ainda a implantação de cursos de ensino a distância (EAD).

Com a reforma do ensino médio no Brasil, a formação técnica e profissional ganhará ainda mais destaque e será mais uma alternativa para o aluno. Nesse nicho, o Grau Educacional se prepara para atuar fortemente com a marca Grau Médio Técnico, escola de ensino médio integrada com a educação técnica, com mais de 20 opções de cursos.

Outro projeto em desenvolvimento é o Colégio Grau, voltado para o ensino fundamental 2 e desenvolvido com práticas pedagógicas diferenciadas, de acordo com as metodologias do sistema de ensino do Grau Educacional.

“Investir em educação privada no Brasil hoje é oportuno. Nosso nicho é o curso técnico, que pega a maior base da pirâmide, em que o mercado está muito menos competitivo”, afirma o empreendedor Ruy Porto Carreiro Filho, ressaltando a importância do perfil inovador da rede de franquias. “O Grau Educacional é uma empresa muito comprometida com a entrega para o aluno – que é a empregabilidade, a satisfação dele – e que o trata como cliente. É uma empresa que investe forte na equipe, na estrutura, na comunicação, na publicidade, na marca. Por ser um sistema de franquia, tem uma boa gestão na ponta, porque o franqueado, que é um sócio, é uma pessoa preparada, com alto nível intelectual, de capacidade, e está lá fazendo uma boa prestação de serviço. São vários donos na ponta, atendendo ao aluno, comandando a equipe”, explica.

Como franquia, o Grau Educacional consegue ter um significativo efetivo de alunos, gerar um bom faturamento e ter uma boa rentabilidade. O corpo discente de suas unidades varia entre 1 mil e 2 mil estudantes. “O valor do diploma de uma rede nacional, que oferecemos a nosso aluno/cliente, complementa a estrutura, o material didático, as aulas, o conforto e o atendimento e abre as portas para seu principal objetivo, que é a empregabilidade”, salienta Ruy. “Temos conquistado vários prêmios pela dedicação, pelo capricho e pelo detalhe”, credita.

Lauro de Freitas (BA) associação plano de bairros a política urbana

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A participação popular é a base do Plano de Bairros desenvolvido pela Prefeitura Municipal de Lauro de Freitas para detalhar as diretrizes de uso
e ocupação do solo e os instrumentos de política urbana do município. A metodologia e calendário de oficinas do Plano, que será elaborado até o mês de julho bairro a bairro, foram apresentados na noite desta quarta-feira (13), na Escola Dois de Julho, pela prefeita Moema Gramacho e secretários aos vereadores e lideranças da comunidade.

O Plano de Bairros, ferramenta de mobilização popular criada na revisão do PDDM (Plano Diretor de Desenvolvimento Municipal), tem como foco principal o diagnóstico técnico das cinco macrozonas de Lauro de Freitas. “Em 2008 elaboramos o Plano Diretor que envolveu a comunidade e que deve ser revisado em dez anos. A revisão foi feita em 2015 e aprovada pela Câmara no final de 2018 com a implementação do Plano de Bairros. Além de trazer proposições urbanísticas e servir como instrumento de consulta, o plano deverá apontar a cidade desejada por cada bairro”, explica a prefeita Moema Gramacho.

CONSTRUÇÃO COLETIVA

A metodologia das oficinas para a elaboração de um diagnóstico participativo entre comunidade e poder público considera a compreensão coletiva do que é bairro, identificação dos pontos fortes e principais problemas, proposição de soluções, visão de futuro e definição de prioridades. As oficinas serão realizadas nos 19 bairros de Lauro de Freitas como definido no calendário de macrozonas sinalizadas no PDDM, além de audiências públicas gerais em cada uma delas.

O Plano de Bairros é documento de construção coletiva e participativa, destaca o secretário de Desenvolvimento Urbano (SEDUR), José Pires. Segundo ele, o diagnóstico técnico do PDDM, a partir de dados espaciais da educação, saúde, assistência social e fazenda, traçará o futuro e modelo de cada bairro, priorizando especificidades de infraestrutura, atividades de cunho socioambiental e econômicas.

Para bairros que possuem TAC’s (Termo de Acordo e Compromisso) a revisão do PDDM aponta que ficam mantidas as disposições contidas nos termos, quando não contrariarem a Lei Nº 1.773, de 17 de dezembro de 2018, até a aprovação do Plano de Bairros. A realização dos Planos de Bairros será coordenada pelas Secretarias de Governo e Sedur, com  o envolvimento de todas as demais secretarias.

Relatório destaca uso consciente de recursos naturais

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A Itron, iniciativa que inova a forma como as empresas de serviços públicos e as cidades gerenciam a energia e a água, acaba de divulgar um relatório sobre o comportamento de empresas e pessoas em relação ao uso consciente destes recursos naturais. “The 2018 Itron® Resourcefulness Report: Uma análise das tendências internacionais de energia e água” resume as principais descobertas sobre o uso consciente da água e da energia a partir de uma pesquisa realizada com 1.000 consumidores e 1.018 executivos de empresas, em 10 países e cinco continentes. O relatório explora um novo conceito – “resourcefulness”, que engloba as perspectivas de disponibilidade plena, sustentável de água e energia – e revela que o cuidado com esses recursos são uma preocupação central tanto para as empresas quanto para os consumidores e que agora, mais do que nunca, eles estão abertos a tomar medidas e aderir a hábitos que tornem o mundo mais pleno de recursos.

O relatório apresenta resultados inéditos sobre a conscientização dos stakeholders, incluindo os executivos de empresas de serviços públicos, que desempenham um papel crucial no fornecimento de energia e água e os cidadãos que consomem esses recursos e pagam por eles. O relatório também analisa as opiniões dos consumidores sobre seu comportamento em relação ao consumo consciente assim como as estratégias que as empresas de infraestrutura utilizam em seus planos de integrar soluções com o objetivo de minimizar a geração de resíduos e o impacto ambiental, ao mesmo tempo em que provêem serviços confiáveis de fornecimento de energia e água.

“O relatório da Itron traz muita informação importante sobre vários aspectos. Dois deles achei especialmente inspiradores”, disse Philip Mezey, presidente e CEO da Itron. “Em primeiro lugar, está claro que a dedicação global à disseminação da conscientização não conhece fronteiras – praticamente todos os entrevistados estavam alinhados quanto ao fato de que o uso consciente é muito importante. Este foi um marco crítico que tivemos de enfrentar para continuar a melhorar. Fiquei igualmente impressionado com a responsabilidade pessoal expressa, tanto pelas empresas de serviços públicos quanto pelos consumidores, quando se trata de manter as melhores práticas para maximizar a eficiência, eficácia e a sustentabilidade; esta abordagem coesa e abrangente sobre a sustentabilidade é o único caminho a seguir”.

Embora esses dois grupos frequentemente tenham visões totalmente diferentes sobre responsabilidades e prioridades relacionadas à melhoria da conscientização, eles também compartilham muitas semelhanças significativas. Ao analisar o enorme conjunto de dados que resultaram de suas respostas, os resultados apontam para vários insights principais:

        - Os consumidores se preocupam com a ineficiência e o desperdício e também acreditam que as empresas de serviços públicos podem - e devem - fazer um trabalho melhor em relação à sua conscientização. As preocupações dos consumidores são validadas pelo fato de apenas metade dos executivos das empresas de serviços públicos acreditarem que suas empresas estão operando de maneira eficiente.

       - Praticamente todos acreditam que garantir recursos de forma plena e sustentável é importante e, embora haja divergências sobre quem está melhor equipado para melhorá-la, as diferenças estão diminuindo, com cada grupo tendo começado a assumir uma maior responsabilidade para si mesmo. Os consumidores reconhecem seu próprio papel, com 58 % deles estando seriamente preocupados com seu impacto pessoal sobre o meio ambiente.

       - Os preços são muito altos e a redução da poluição é uma prioridade. O número de executivos de empresas de serviços públicos que dizem que preços acessíveis de eletricidade são os elementos mais importantes na oferta plena e sustentável de recursos aumentou 56% em relação a 2015. Três em quatro consumidores dizem a eletricidade está muito cara. Agora, mais do que nunca, ambos os grupos querem fazer algo a respeito.

       - Quando concebem um futuro sustentável e com recursos plenos, os consumidores e as empresas de serviços públicos veem mais recursos renováveis, infraestruturas conectadas, big data e cidades inteligentes. A integração de recursos renováveis é um objetivo compartilhado. É a necessidade não atendida número 1 entre as empresas de serviços públicos; para os consumidores, é o objetivo número 1 que não foi alcançado e que eles acham que  as empresas de serviços públicos precisam ter como prioritário. 

      - As empresas de serviços públicos estão trabalhando para criar um futuro sustentável e pleno de recursos, mas existem desafios. As empresas de serviços públicos acham que está difícil acompanhar o ritmo da inovação; o maior desafio são a integração de recursos renováveis e o investimento em tecnologias inovadoras de infraestrutura. 3  em 4 executivos de empresas de serviços públicos vêem a necessidade constante de melhorar a tecnologia para que as alternativas sustentáveis para fornecimento de água e energia decolem. 

      - A criação de aliados será essencial para construir um futuro com recursos plenos e sustentáveis. Para a maioria dos consumidores, a motivação primária para a conscientização  é economizar dinheiro. De fato, 61% dos consumidores agiria com maior consciência se pudessem economizar 5 a 20% em suas contas. Isso representa uma oportunidade para que as empresas de serviços públicos demonstrem como hábitos em conscientizar e investimentos  podem reduzir contas de água e energia - uma mensagem que os consumidores entendem.

       - A hora de agir é agora. Os consumidores e as empresas de serviços públicos estão olhando  na mesma direção. Ambos querem um mundo mais sustentável, viver em cidades inteligentes e fazer uso extenso de fontes de energia renováveis. Eles querem comunidades mais seguras, com menor desperdício, mais eficientes e sustentáveis. A pesquisa demonstrou que 33% dos consumidores acham que eles estão preparados para aumentar o uso pleno e sustentável de recursos e 35% acham que as empresas de serviços públicos é que poderiam agir nesta direção.

“Os insights do Relatório de Uso Pleno e Sustentável de Recursos da Itron ressaltam a importância da colaboração entre os setores público e privado”, diz Amy Aussieker, diretora executiva da Envision Charlotte, colaboração público-privada inédita criada em 2010 para tornar os edifícios comerciais no núcleo urbano de Charlotte mais eficientes em energia. “Eu me senti inspirada pelas preocupações dos entrevistados em criar um futuro com uso pleno e sustentável dos recursos e pelo senso de urgência de ambos os grupos. Na Envision Charlotte, trabalhamos com edifícios comerciais na cidade de Charlotte para reduzir seu consumo de energia em 19% ao longo de 5 anos. O projeto buscava melhorar a eficiência energética e foi o resultado de um esforço intersetorial para tornar Charlotte uma líder entre as cidades inteligentes e sustentáveis. Foi uma situação de ganho mútuo para nós. Os insights deste relatório confirmam que a colaboração é fundamental”.

Para fazer o download de uma cópia completa do Relatório de Uso Pleno e Sustentável de Recursos da Itron®, visite www.itron.com/resourceful ou o infográfico para destaques do relatório.

A Itron trabalha para que empresas de serviços públicos e cidades possam fornecer serviços fundamentais de infraestrutura a comunidades em mais de 100 países, de maneira segura, protegida e confiável. Nosso portfólio de redes inteligentes, software, serviços, medidores e sensores ajuda nossos clientes a melhor gerenciar recursos de eletricidade, gás e água para as pessoas. Trabalhando com nossos clientes para garantir seu sucesso, ajudamos a melhorar a qualidade de vida, garantimos a segurança e promovemos o bem-estar de milhões de pessoas ao redor do mundo. A Itron se dedica a criar um mundo com recursos plenos e sustentáveis. Junte-se a nós: www.itron.com.

O comércio e a paz

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Artigo de José Pio Martins, economista, reitor da Universidade Positivo.

O hábito de fazer perguntas é útil para aumentar o conhecimento e o desenvolvimento pessoal e profissional. Na história da humanidade, uma pergunta essencial é: por que houve tantas guerras no mundo? A quantidade de guerras e o número de pessoas mortas ou mutiladas formam um quadro assombroso de sangue e terror. Grosso modo, não é difícil dar duas ou três explicações, mas, em termos mais profundos, considerando os custos econômicos e as vidas exterminadas, chega a ser incompreensível que a humanidade tenha feito tantas guerras entre nações e produzido tantas mortes.

A mesma pergunta pode ser feita sobre duas outras tragédias humanas: uma, as guerras internas entre membros de um mesmo povo, uma mesma nação; outra, o número descomunal de mortes executadas pelos regimes comunistas. Se conseguirmos entender as principais causas desses eventos sanguinários, podemos melhorar o debate sobre ações e políticas capazes de combater a possibilidade de sua ocorrência.

Zbigniew Brzezinski (1928-2017), estrategista de política externa que foi Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos na gestão do presidente Jimmy Carter, entre 1977 e 1981, fez um relatório chamado As Megamortes e listou 243 conflitos militares no século 20, que teriam resultado em 187 milhões de mortos. Esse total foi contestado porque nele constavam 20 milhões de mortos pelo regime comunista chinês de Mao Tsé-Tung, de 1949 a 1976, quando relatórios posteriores dizem que foram 70 milhões de mortos. Assim, as megamortes seriam 237 milhões, sendo 50 milhões nas duas guerras mundiais e 100 milhões de mortos pelos regimes comunistas ao redor do mundo.

Entre as causas das guerras geralmente são citadas duas: (1) a conquista de territórios; (2) o desejo de poder e dominação. Para entender essas duas causas, é preciso recorrer à história. Um dia a humanidade foi nômade e movia-se de um lugar a outro em busca de pesca, caça e coleta. Quando escasseava a fonte de peixes, animais e frutas, as famílias se mudavam para outras terras em busca de alimentos, até que, há 10 mil anos, a agricultura foi descoberta e tornou possível a fixação dos povos em determinado lugar. Com o passar dos séculos, o crescimento da população e a exaustão da terra, a busca de novos territórios tornou-se causa de invasões de terras habitadas.

Muitas vidas humanas foram exterminadas em nome da conquista de territórios e a busca de meios de sobrevivência. Imaginemos dois países, um que tem petróleo mas não tem alimentos, e outro que produz alimentos mas não tem petróleo. Se ambos desejarem alimentos e petróleo, um pode invadir o outro, tomar seu território e se apossar de suas riquezas. Não são poucas as invasões e as guerras feitas com base nessa ideia. É nesse contexto que entra um tema econômico da maior relevância: o comércio entre as nações.

Diante da guerra, o próprio Karl Marx era influenciado pelas ideias liberais de Manchester, que em um congresso declarou que num mundo de livre comércio não há mais razão para as nações lutarem umas com as outras. Se existe o livre comércio e toda nação pode aproveitar os produtos de todas as outras, a causa mais importante para a guerra desaparece.

Neste início de 2019, um dos temas principais no Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça, é o comércio internacional. Quanto mais as nações ampliarem o comércio multilateral não somente de mercadorias, mas também de serviços, tecnologias, investimentos e capitais, maiores serão as possibilidades de obter vantagens mútuas em favor do crescimento econômico e do desenvolvimento social.

Os países são dotados de recursos naturais diferentes, tornando útil a expansão das trocas comerciais entre as nações. Ocorre que o comércio internacional atual abarca um leque muito maior do que matérias-primas naturais e os produtos delas derivados, para incluir serviços, capitais, tecnologias e um turbilhão de inovações. Parte da pobreza brasileira resulta de o país ter retardado sua inserção no mercado internacional, criado monopólios e inventado reservas de mercado, como a da informática. Ainda hoje o grau de inserção externa do Brasil é pequeno, e ampliá-lo de maneira eficiente, com bons tratados, fará bem ao país.

Startups ajudam na realização de sonhos

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O relatório Global Entrepreneurship Monitor – realizado pelo Sebrae -, destacou quais são os maiores sonhos dos brasileiros: para 63,5% dos entrevistados adquirir a casa própria é o maior desejo, seguido por viajar pelo Brasil com 50,1%, em terceiro lugar aparece a compra de um carro – com 45,5% -, ter o próprio negócio fica na quarta posição e é o sonho de 39,9% dos brasileiros, em quinto está viajar para o exterior (38,4%).

Hoje, com o avanço da tecnologia alguns apps e plataformas surgiram para facilitar a vida das pessoas e também podem auxiliar na hora de conquistar estes objetivos.

Conheça quatro startups que ajudam os brasileiros a realizarem seus sonhos.

Viajar pelo Brasil – Turismo City facilita o acesso a passagens nacionais mais baratas

Com a facilidade de acesso a internet e avanço dos sites de busca, ficou cada dia mais fácil encontrar passagens e hotéis para facilitar a vida de quem está planejando uma viagem. O Turismo City (www.turismocity.com.br) é um buscador de passagens aéreas onde é possível encontrar promoções que geram aos usuários economia de até 80%. Por meio de inteligência artificial, a plataforma reúne os resultados de todos os voos disponíveis em um único lugar, possibilitando ao cliente comparar as ofertas e escolher a melhor opção. Também ajuda os usuários a decidir quando e para onde viajar, além de criar alertas para um destino específico e faixa de preço. Usuários cadastrados no site recebem ainda as ofertas mais relevantes para o seu perfil em seu e-mail – tudo em primeira mão. Ao escolher a promoção, o usuário é direcionado para o site do parceiro (companhia aérea ou hotel), onde realiza a compra diretamente.

Comprar um carro: Carflix compra e venda de carros online

Quando o sonho é comprar um carro, a startup Carflix (www.carflix.com.br) pode auxiliar, já que facilita que os usuários encontrem seminovos em sua plataforma e ainda intermedeia todo processo de compra e venda online dos carros. Para entrar no menu, os veículos passam por um ‘teste de seleção’ – uma inspeção rigorosa do carro e documentação que garante a boa compra, por isso é a única plataforma que dá garantia total (não apenas motor e câmbio) por um ano. Para quem vende, a Carflix cobra uma taxa de 5,9%, bem abaixo do que a média cobrada pelas concessionárias, cerca de 15%. O negócio começa na internet e termina no escritório da Carflix, sem risco algum para os dois lados.

Ter o próprio negócio: Loja Integrada possibilita abrir um e-commerce gratuito

Para quem sonha em ter o próprio negócio vale apostar no comércio eletrônico. De acordo com especialistas, para abrir uma loja na internet não são necessários altos investimentos, já que é possível iniciar o negócio em casa com um pequeno estoque. Foi visando democratizar o empreendedorismo digital que a Loja Integrada (lojaintegrada.com.br/) nasceu. Há cinco anos no mercado, a plataforma oferece recursos para a criação de lojas virtuais – de maneira prática e intuitiva, com opções de temas e layouts, além de parcerias com meio de pagamentos e envios. Para quem deseja empreender na internet é possível criar uma loja em poucos cliques na plataforma da Loja Integrada, para isso, basta fazer um breve cadastro, colocar o nome do e-commerce, passar alguns dados pessoais e em menos de um minuto a loja estará no ar.

Viajar para o exterior: Grabr permite que viajantes monetizem suas viagens

Quem não quer viajar o mundo e ainda receber por isto? Hoje, já é possível  graças ao compartilhamento de bagagens, que possibilita aos viajantes conseguirem uma renda extra para custear despesas da viagem, como passeios turísticos e passagens. Um app que pode ajudar é o Grabr – (http://grabr.io/pt) aplicativo disponível em mais de 120 países que conecta viajantes a compradores. A plataforma conta com um programa de “recompensas”, que permite que as pessoas monetizem suas viagens: ao  trazer produtos dentro do espaço livre de suas bagagens, o viajante recebe uma bonificação – que pode ser diretamente negociada com o comprador. De acordo com o Grabr, o Brasil é um dos destinos que mais recompensam os viajantes, com uma média de ganhos em torno de US$ 500 por viagem. Além disso, como incentivo extra, o viajante recebe um bônus de US$ 100 da Grabr em viagens com 10 ou mais itens transportados O viajante é responsável por realizar a compra no exterior – geralmente por meio de um cartão de crédito – e depois fazer a entrega do pedido para o usuário que solicitou a encomenda. Após entregar o produto, o Grabr reembolsa o valor do item e libera a recompensa ao viajante.

Programa Mais Infância ganha caráter de política pública no Ceará

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A Assembleia Legislativa projeto de lei que autoriza o Governo do Ceará a instituir o Programa Mais Infância Ceará como política pública estadual. Com a aprovação do parlamento estadual, o Programa passa um novo patamar de atuação com garantias de continuidade, já que sua regulamentação resguarda as conquistas já realizadas. A lei entra em vigor após a sanção pelo governador Camilo Santana. De acordo com a idealizadora do programa e primeira-dama do Estado, Onélia Santana, a lei é fruto de muito diálogo com a sociedade. “Instituir o Programa Mais Infância como política pública estadual é um marco histórico para o Ceará, pois reconhece as nossas crianças como prioridade”, afirmou.

Segundo Onélia, poucos estados têm o privilégio de discutir e dialogar o desenvolvimento infantil com todos os níveis da sociedade. “É motivo de orgulho apresentar nossas ações pelo Brasil afora e dizer que tudo isso agora é lei. Agradeço o apoio dos deputados estaduais, que compartilham conosco o mesmo pensar sobre esse investimento no início da vida para colher bons cidadãos no futuro”, enfatiza.

O Programa
Criado em agosto de 2015, a iniciativa defende a necessidade de se ter um olhar especial e mais dedicado à infância, a partir de um diagnóstico da situação do Estado na área e do mapeamento das ações voltadas para o segmento nas diferentes secretarias estaduais. O programa, que abrange os 184 municípios cearenses, busca contemplar a complexidade de promover o desenvolvimento infantil, estruturando-se em quatro pilares: Tempo de Crescer, Tempo de Brincar, Tempo de Aprender e Tempo de Nascer.

O Tempo de Crescer contempla a construção de uma rede de fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, por meio de serviços e formações de profissionais. Já o Tempo de Brincar foca nos benefícios do jogo infantil para o desenvolvimento físico, cognitivo e emocional das crianças. No Tempo de Aprender, compreende-se a escola como direito de todos, buscando atender a meta de universalizar a oferta de pré-escola e ampliar a oferta de creches com a construção e a qualificação dos Centros de Educação Infantil – CEIs. Por fim, o Tempo de Nascer que contempla a reestruturação alinhada de cuidado materno-infantil a partir da atenção à gestação de alto risco, visando a redução da morbimortalidade materna e perinatal.

Ações e resultados
No intuito de superar a extrema pobreza no Estado, foi implantado o Cartão Mais Infância, transferência de renda no valor de R$ 85,00 para famílias em vulnerabilidade social com crianças de 0 a 5 anos e 11 meses dos 184 municípios cearenses. Essas famílias serão público prioritário das políticas de saúde, educação e assistência. Cerca de 50 mil famílias são contempladas com o benefício, que tem o investimento de R$ 50 milhões para o ano todo.
Mais de 15 mil (15.104) profissionais das áreas da Saúde, Educação e Assistência já foram capacitados, por meio de formação promovida pelo Mais Infância. Até o fim do primeiro semestre, mais cinco mil agentes comunitários de saúde devem ser qualificados com cursos voltados para o desenvolvimento infantil.

O programa possibilitou ainda 1.172.349 visitas domiciliares, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Infantil – PADIN, Programa Primeira Infância no SUAS/ riança Feliz e Programa de Apoio ao Crescimento Econômico com Redução de Desigualdades e Sustentabilidade Socioambiental – PforR. Até fevereiro, essas ações contemplaram cerca de 50 mil famílias, sendo 51.842 crianças e 9.429 gestantes.

Entre as ações de destaque também estão o atendimento de 900 crianças com atraso no desenvolvimento nos 19 Núcleos de Estimulação Precoce, implantados nas policlínicas do Estado. Iniciativa em parceria com o Núcleo de Tratamento e Estimulação Precoce Nutep) da Universidade Federal do Ceará (UFC). Na educação, o Ceará contará com 167 CEIs, sendo 120 pela Seduc e 47 pela SPS, destes 40 já foram inaugurados.

A iniciativa já entregou aos cearenses 74 brinquedopraças, espaço de lazer para as crianças, e mantém garantida mais 66 equipamentos que estão em execução e análise, além da entrega de cinco Praças Mais Infância e 27 em execução e em licitação. Através de parceria com o Serviço Social do Comércio (Sesc-CE), foram atendidas 125 mil crianças e 21 mil pais visitantes e participantes no Espaço Mais Infância, local composto de brinquedoteca, biblioteca infantil, sala de multimídia, cozinha gourmet e cineminha. Além da realização de 131 edições do Arte na Praça, atividades de cultura e lazer para as crianças e suas famílias em praças de 88 municípios.

O programa possibilitou também o lançamento do primeiro edital cultura infância, fruto do Plano de Cultura Infância do Ceará, que selecionou 25 projetos de todo o Estado com um investimento total de R$ 1 milhão. Iniciativa pioneira no País com o objetivo de garantir o direito da criança à cultura, à arte para sua fruição, formação e ampliação dos seus repertórios artísticos e culturais.

O projeto Praia Acessível, que promove a acessibilidade de crianças, adultos e idosos com deficiência e mobilidade reduzida à praia, realizou mais de 5 mil atendimentos nas duas estações do projeto, Fortaleza e Caucaia. O Programa Mais Infância lançou ainda a série “Tempo de Brincar”: produção de cinco documentários que falam das formas de brincar das crianças do Ceará. Em parceria com a TVC, Instituto Dragão do Mar e o apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

Governo do Ceará fortalece Programa AvanCE – Bolsa Universitário

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Foi aprovada pela Assembleia Legislativa proposta do Governo do Ceará, que trata do aperfeiçoamento da execução do Programa AvanCE – Bolsa Universitário. O AvanCE tem o objetivo de melhorar as condições de acesso à universidade dos estudantes egressos da rede pública estadual, por meio de auxílio financeiro. Segundo a mensagem, a bolsa, com valor de R$ 468,50, será concedida durante 12 meses, contemplando alunos que se encontrem no primeiro ano letivo do curso superior. Após a aprovação, a lei segue para a sanção do governador Camilo Santana, quando entrará em vigor.

Entre as mudanças aprovadas, também está a autorização para que a concessão das bolsas seja feita pela Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap). O pagamento do benefício pela Fundação inclui, ainda, os alunos contemplados pelo AvanCE em 2018.

Para concorrer ao benefício, o estudante deve estar matriculado no primeiro ano de graduação em uma Instituição de Ensino Superior credenciada pelo Ministério da Educação (MEC), cursando, no mínimo 12 créditos de disciplinas do atual semestre letivo e ter frequência de, no mínimo, 75% em cada disciplina cursada. O candidato também deverá estar com o cadastro devidamente atualizado no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadUnico).

“O AvanCE é um estímulo social do Governo do Ceará. É mais uma oportunidade para que os jovens cearenses possam ter tranquilidade ao ingressar no Ensino Superior”, ressalta a secretária Eliana Estrela.

No texto da mensagem, o governador Camilo Santana ressalta a necessidade de aperfeiçoamento do Programa para atender os jovens de baixa renda egressos das escolas públicas da rede estadual a permanecerem na universidade após aprovação pelo Sisu, Prouni, Fies ou vestibulares. “O AvanCE volta-se ao atendimento de muitos desses jovens aprovados para cursos que funcionam em municípios diferentes dos de seus domicílios, o que dificulta a frequência às aulas e provoca, com bastante incidência, a desistência do sonho de cursar o Ensino Superior”, destaca o governador.

A nova redação prevê ainda que estudantes bolsistas oriundos de escolas particulares e que comprovem estar dentro dos critérios de renda, possam se candidatar a vagas remanescentes de escolas públicas que não foram preenchidas.

Mais valorização do magistério
Em articulação com professores da rede pública estadual, o Governo do Ceará assegurou a possibilidade de ampliação da carga horária de trabalho dos professores da educação básica para 40 horas semanais. O Projeto de Lei aprovado na Assembleia Legislativa nesta quinta-feira garante também o direito aos profissionais do magistério que ingressaram na rede pública estadual anteriormente a janeiro de 2004. A proposta regulamentará ainda a redução da carga horária, de 40 para 20 horas semanais, para todos os professores da rede estadual, quando solicitado pelo docente, com anuência da administração.

Franquia de lavanderias foca em formato compacto e no autosserviço para continuar crescendo

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A consolidação dos números apurados pela Associação Brasileira de Franchising, ABF, revelou que os negócios classificados como microfranquias tiveram um crescimento de 8% de 2017 para 2018.

Close-up of a Calculator and Pen on a Financial Newspaper. Blue-toned.

Os dados levam em conta redes puras, que possuem somente operações com investimento inicial de até R$ 90.000, quanto franqueadoras mistas, aquelas que, além dos negócios tradicionais, também contam com microfranquias em seu portfólio como é o caso da Laundromat, franquia pioneira no mercado brasileiro de lavanderias, que tem concentrado seu plano de expansão no modelo Express, a partir de R$55 mil, para atrair empreendedores com menos recursos e em um novo perfil de consumidor, aqueles que procuram pelo serviço, que já foi considerado de luxo, mas que com o sistema self service, fica mais econômico e prático. 

“Com um cenário econômico instável, as redes precisaram se reinventar para dar continuidade na expansão e inovação está no DNA da Laundromat. Em 2012, com o boom do mercado imobiliário nos antecipamos às dificuldades para encontrar novos pontos comerciais e lançamos as operações modulares, formadas por contêineres para ampliar as possibilidades para a abertura de novas lojas em locais de alta concentração de público.  Recentemente, lançamos um formato compacto e fomos os primeiros a oferecer o conceito self service, onde o cliente lava e seca suas roupas, sem auxílio de atendimento de funcionários no balcão. Este ano prevemos abrir 30 unidades do modelo Express, sendo que quatro inaugurações já aconteceram.”, explica Nicolas Lopez, diretor da marca. 

O método de autosserviço de lavagem e secagem de roupas, elimina qualquer intermediário, assim como as lavanderias automáticas norte-americanas, o que proporciona vantagens aos consumidores e franqueados. De rápida instalação e preparado para ser integrado a locais de grande circulação de pessoas, como postos de gasolina e supermercados. Nas operações não há necessidade de colaboradores e o processo é todo automatizado, pois o usuário libera a máquina através de pagamento via cartão, e os insumos (sabão, amaciante) são dosificados de forma mecânica. Também há comunicação das lojas junto ao SAC disponível, que facilita e esclarece qualquer dúvida do consumidor.  

O cliente realiza o processo de maneira autônoma, sem interação com funcionários e as roupas são lavadas e secas em prazo de uma hora aproximadamente, evitando a passadoria na maioria das peças, que saem semi-passadas. As principais vantagens deste método para os usuários são poder contar com lojas disponíveis em horários amplos, todos os dias da semana e o preço da lavagem até 70% mais barato que os demais sistemas disponíveis no mercado.

“Para os franqueados oferecemos um negócio altamente vantajoso, sem a necessidade de atendentes e com projeção de faturamento maior, devido à possibilidade de ampliação do horário. A estimativa é que com esse modelo de operação o empreendedor tenha um aumento no lucro líquido da unidade”, conclui Lopez.