Nordeste

Exposição aborda nutrição esportiva

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Começa hoje (21.9), seguindo até domingo, a Exponutrition – citada pela divulgação como a “maior feira de nutrição esportiva do Brasil”, embora não haja elemento que a compare a outras ações do gênero e nem mesmo se saiba de um ranking.

A Exponutrition será realizada no Centro de Eventos do Ceará, com público estimado em mais de 15 mil participantes.

A programação inclui feira, palestras e congresso. E, ainda, competições de Strongman Amador (atletismo de força), Bodybuilding Amador (fisiculturismo) e MMT (Crossfit).

Segundo os organizadores, mais de 50 marcas já confirmaram exposição.

Encontro Internacional de Negócios do Nordeste, do Sebrae, traz novidades para 2018

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Dar projeção internacional, diversificando o mercado e, consequentemente, facilitando o aumento no volume e qualidade das exportações do Nordeste. Esses são os principais objetivos do Encontro Internacional de Negócios do Nordeste que será realizado de 12 a 14 de novembro deste ano e chega à 20ª edição, retornando a Fortaleza onde foi inicialmente realizado.

Aberto às empresas que querem colocar seus produtos no mercado externo, o EINNE integra o circuito dos grandes eventos empresariais do país e, nesta edição, vai reunir empresas das áreas de Alimentos e Bebidas (cachaça, doces, chocolates, sucos, água de coco) Orgânicos e Comércio Justo (café e chás, polpa de frutas, frutas, mel, própolis, castanha); Cosméticos (cremes de beleza e cremes nutritivos, perfumes e águas de colônia, loções tônicas cosméticos capilares e sabonetes) e Moda (infantil, praia, fitness e íntima).

Idealizado pelo Sebrae Ceará e realizado desde 1996, o Encontro de 2018 foi lançado oficialmente, no Sebrae Ceará, com representações da presença da Câmara de Comércio Ítalo-Brasileira – Região Nordeste. O EINNE tem como parceiros locais como a Adece, Sistema Fiec com seus Sindicatos, o BNB, e a própria CTCOMEX & IE- Câmara Temática de Comércio Exterior e Investimentos Estrangeiros.

Apontado como de importância fundamental na manutenção e estímulo ao comércio entre os estados da Região e países convidados, principalmente os integrantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o evento contará, nesta edição, com atrações como o Salão do Importador e deve consolidar o processo de qualificação das pequenas empresas nordestinas para a internacionalização de seus produtos.

E a ideia do evento é que o Sebrae atue como facilitador na aproximação comercial entre as pequenas empresas participantes e compradores de todo o mundo. Além disso, a instituição ainda auxilia o empresário no processo de amadurecimento e preparação para exportação, o que vai desde o auxílio na capacitação e planejamento para exportar, como também, no aumento da competitividade dos negócios atendidos.

Ceará tem R$ 420 milhões em e-commerce no primeiro semestre de 2018

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O varejo eletrônico faturou R$ 420 milhões com pedidos provenientes do Ceará no primeiro semestre de 2018, segundo o relatório Webshoppers 38, produzido pela Ebit|Nielsen, referência em informações sobre o e-commerce brasileiro. O valor corresponde a 1,77% do total nacional, estimado em R$ 23,6 bilhões, e a 13% do consumo do Nordeste.

Conforme o monitoramento da Ebit|Nielsen, o comércio eletrônico brasileiro registrou no primeiro semestre de 2018 um crescimento nominal de 12%. Para o ano, a expectativa é de crescimento de 12% em todo país, com faturamento de R$53,4 bilhões.

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Diretor da Universidade John Hopkins participa de evento na Unifor (CE)

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A quarta edição do Fórum do Observatório de Segurança Viária de Fortaleza recebe hoje (20.9), pela primeira vez, Abdulgafoor M. Bachani, diretor da John Hopkins International Injury Research Unit, da Universidade da Johns Hopkins (EUA), referência internacional em saúde pública e colaboradora certificada da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Desde o início do século, a maior autoridade em saúde no planeta passou a tratar as mortes e ferimentos em acidentes de trânsito como uma epidemia de saúde pública: a cada ano, cerca de 1,25 milhão de pessoas morrem no trânsito e até 50 milhões sobrevivem com ferimentos e sequelas, resultando em custos pessoais, sociais e econômicos incalculáveis.

Esse é o alerta que Abdulgafoor traz ao Fórum, que será realizado no Teatro Celina Queiroz, da Unifor. A agenda integra a Semana da Mobilidade de Fortaleza, que pelo segundo ano consecutivo chama atenção para a importância da segurança viária como prioridade para ruas e avenidas.

O professor Bachani é graduado em Neurociência pela Faculdade de Bastes (EUA), com mestrado, doutorado e PhD em saúde pública pela Universidade de Johns Hopkins. Hoje ele coordena pesquisas em busca de soluções para a melhoria dos sistemas de saúde com ênfase em aprimorar a mensuração de impactos de problemas de saúde não fatais em contextos com poucos recursos, assim como os efeitos sociais e econômicos sobre os indivíduos e suas famílias – como é o caso dos acidentes de trânsito. Ele vem trabalhando no desenvolvimento de novas maneiras para dimensionar lesões e deficiências para que possam entender e tratar estes impactos como um problema de segurança pública. A ideia é tornar cada vez mais fáceis e acessíveis soluções para ajudar comunidades a enfrentar o problema.

O Observatório de Segurança Viária foi anunciado em junho do ano passado pelo prefeito Roberto Cláudio e pela reitora da Unifor, Fátima Veras, como uma parceria entre poder público e academia para aproximar representantes de diversos setores da sociedade civil para apresentação de melhores práticas e o engajamento no combate ao elevado número de acidentes de trânsito. Em 2017 a capital cearense registrou 256 mortes no trânsito, um número 35% menor do que em 2011, mas ainda assim extremamente elevado.

Nas duas primeiras edições, o Fórum do Observatório de Segurança Viária promoveu a discussão sobre a mudança de comportamento de condutores para padrões mais seguros, aliada à fiscalização de trânsito e também ao conceito de sistemas seguros e de ‘visão zero’, em que nenhuma morte no trânsito é tolerável e todos compartilham a responsabilidade por tornar ruas e avenidas mais seguras.

Especialistas de grande destaque internacional, como a PhD em psicologia Judy Fleiter, gerente global da Global Road Safety Partnership (GRSP) e Claudia Adriazola, diretora global do Programa de Saúde e Segurança Viária do World Resources Institute (WRI), também já participaram de outras edições do evento.

A terceira edição do Fórum ocorreu no mês de agosto, quando a urbanista neozelandesa Skye Duncan, diretora da Iniciativa Global de Desenho para Cidades’ da National Association of City Transportation Officials (Nacto, EUA). A especialista apresentou o conceito de ‘Cidades para Pessoas’ e como é possível planejar as cidades colocando pessoas em primeiro lugar, com a quebra do paradigma da mobilidade urbana focada no automóvel individual.

Setores produtivos opinam sobre aplicação do FNE

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Técnicos do Ministério da Integração Nacional e da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) estão percorrendo regiões atendidas pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) para ouvir sugestões de representantes de setores produtivos e entidades parceiras sobre a aplicação dos recursos. A iniciativa é realizada em parceria com o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), operador do crédito na região. Municípios do norte de Minas Gerais e norte do Espírito Santo também têm acesso ao Fundo.

A programação financeira do FNE para 2019 é o tema central dos encontros. O objetivo é que o novo orçamento seja mais eficiente e em sintonia com a realidade dos setores e empreendedores em cada estado. As reuniões incluem a mobilização de governos, instituições de desenvolvimento regional e de representantes da sociedade civil organizada.

A atividade já aconteceu em Fortaleza (CE), Montes Claros (MG) e será realizada em Salvador (BA), Aracaju (SE), Vitória (ES), São Luís (MA) e Teresina (PI). Após a consolidação das propostas discutidas nesses encontros, o Banco do Nordeste apresenta a versão final do plano de aplicação do FNE ao Ministério da Integração e à Sudene. Depois da análise por estas instituições, a programação é submetida à aprovação do Conselho Deliberativo da Sudene.

Em 2018, segundo estimativas do Banco do Nordeste, já foram contratados R$ 15,3 bilhões em recursos do FNE. O montante corresponde a 51% do valor total previsto para este ano. Comércio e serviços (36%), pecuária (26%) e agricultura (22%) foram, até 31 de agosto, os setores que mais demandaram recursos do Fundo.

Os financiamentos do FNE, embora atendam também a grandes projetos, priorizam empreendedores de médio e pequeno porte. Possibilitam empréstimos para abertura do próprio negócio, investimentos para expansão das atividades, aquisição de estoque e até para custeio de gastos gerais relacionados à administração – aluguel, folha de pagamento, despesas com água, energia e telefone. Obter o recurso é simples e as condições são facilitadas, até mesmo com prazos de carência mais amplos. Os interessados devem procurar uma agência do Banco do Nordeste.

Administrados pelo Ministério da Integração, os Fundos Constitucionais atendem também as regiões Norte (FNO) e Centro-Oeste (FCO). Os recursos disponíveis a cada ano correspondem a 3% da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Do total, são destinados 1,8% ao FNE, 0,6% ao FNO e mais 0,6% ao FCO. Além disso, o orçamento também é composto do retorno das aplicações de cada Fundo, do resultado da remuneração dos valores momentaneamente não utilizados e da disponibilidade de exercícios anteriores.

Grito dos Excluídos é tema de audiência no Ceará

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A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa promove, nesta quarta-feira (19/09), audiência pública conjunta com a Câmara Municipal de Fortaleza, para discutir a “Campanha da Fraternidade 2018 – Fraternidade e Superação da Violência” e o “Grito dos Excluídos 2018 – Vida em primeiro lugar”. O debate ocorre a partir das 14h, no Complexo de Comissões Técnicas da Casa.

Para a deputada Rachel Marques (PT), que solicitou a audiência, as campanhas têm o objetivo promover a reflexão sobre as causas que tornam o Brasil um lugar de injustiças e desigualdades sociais.

O Grito dos Excluídos, segundo a parlamentar, é um movimento “sem dono”. “Não é da Igreja, nem do sindicato e nem da Pastoral. Não se caracteriza por discurso de lideranças e nem pela centralização de seus atos. O ecumenismo é vivido na prática, nas lutas, pois entendemos que os momentos e celebrações ecumênicas são importantes para fortalecer o compromisso.

O movimento surgiu em 1995, com o objetivo de aprofundar o tema da Campanha da Fraternidade daquele ano, que tinha como lema “Eras tu, Senhor”, e responder aos desafios da segunda Semana Social Brasileira, cujo tema era “Brasil, Alternativas e Protagonistas”.

Foram convidadosrepresentantes do Fórum Popular de Segurança Pública, do Comitê pela Desmilitarização da Polícia e da Política, da Conferência Nacional de Bispos do Brasil, da Igreja Presbiteriana Independente e das secretarias estaduais de Justiça e Cidadania e de Segurança Pública.

Unifor realiza Semana de Responsabilidade Social

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Instituída em 2005 pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), a Campanha da Responsabilidade Social do Ensino Superior Particular tem por objetivo apresentar ao público projetos sociais nas áreas de educação, saúde, cultura, esporte, meio ambiente, entre outros, visando demonstrar, com fatos e números, que as instituições vêm cumprindo com a sua responsabilidade social.

Nesse cenário, a Universidade de Fortaleza promove até o próximo dia 22 de setembro, sábado, sua Semana da Responsabilidade Social. A proposta é engajar alunos, apresentar projetos sociais da Fundação Edson Queiroz e incentivar a interação da comunidade acadêmica com essas ações.

A campanha acontece em âmbito nacional, com a participação de 800 instituições de ensino superior, promovendo atividades que beneficiam a população em várias áreas. Na Unifor, a programação inclui palestras, prestação de serviços, atendimentos jurídicos para toda a comunidade, entre outras atividades. O evento é aberto ao público e a realização é da Divisão de Responsabilidade Social da Unifor.

Para o professor Marcus Mauricius, gestor da Divisão de Responsabilidade Social da Unifor, a Universidade se beneficia a partir do momento em que desenvolve a sua própria sociedade. “Essa é a função da Unifor: desenvolver e criar o bem-estar a todos para contribuir com um Brasil melhor e uma sociedade amplamente capacitada. É como uma via de mão dupla, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social da sociedade”, relata.

Betânia lança aplicativo para produtores de leite

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A Betânia Lácteos, maior indústria de lácteos do Nordeste e com cadeia produtiva 100% de origem local, idealizou e desenvolveu um aplicativo capaz de gerar comunicação mais efetiva com produtores, especialmente os de pequeno e médio portes, facilitando o fluxo de informações, valorizando a atividade leiteira, oferecendo mecanismos de controle da produção e oferta do leite e até mesmo viabilizando a antecipação de valor do produto vendido.

O aplicativo está em fase de testes há pelo menos seis meses e será utilizado inicialmente no Estado do Ceará, com uma gradual ampliação para os demais estados nordestinos onde a empresa mantém contato com produtores, a exemplo de Pernambuco, Bahia e Sergipe. A ferramenta irá beneficiar inicialmente cerca de 3.500 produtores com relações diretas com a Betânia Lácteos. Simples e de fácil manuseio, o aplicativo traz quatro serviços específicas onde o produtor poderá consultar e executar antecipação de crédito, extrato do leite, venda de ração e análise de qualidade.

O app será amanhã lançado para produtores do município de Morada Nova, no Ceará. Em seguida será a vez dos municípios de Quixeramobim e Iguatu conhecerem a plataforma. Segundo David Girão, diretor de Política Leiteira da Betânia Lácteos, o uso da tecnologia já se tornou algo comum no campo, uma vez que a maioria dos produtores rurais já está conectada e utiliza-se de inúmeras ferramentas do mundo digital para obter informações e adquirir bens e serviços. Para David Girão, uma das preocupações atuais na indústria leiteira é que muitos produtores acabam sendo prejudicados ou se sentem desestimulados a seguir na atividade pela falta de organização financeira oriunda de um processo de venda e repasse de pagamento com prazos. “Esse aplicativo pode mudar essa realidade ao permitir que o produtor e sua família possam ter acesso a informações que antes eles não tinham, como, por exemplo, saber com antecedência o valor a ser recebido pela comercialização do leite, ter um extrato diário de produção com testes de volume e qualidade, e até mesmo antecipar crédito para melhorar seu capital de giro”, explica Girão.

Outra preocupação real dos pequenos produtores da indústria leiteira é a descontinuidade dos negócios pela falta de interesse das novas gerações. A familiaridade do público mais jovem com a tecnologia aproxima esses produtores do negócio, garantindo uma continuidade familiar na produção, algo de grande importância para o setor. “Para criar o aplicativo ouvimos as dores dos nossos produtores para entender como podíamos solucionar alguns dos entraves. E a questão do capital de giro e dos pagamentos da produção de leite, o tempo demorado e a falta de controles, as dificuldades de acesso a crédito (para a compra de novilhos, alimentação, medicamentos etc.) são aspectos que atrapalham bastante essa relação e que estão levando muitos produtores mais jovens, da nova geração, a desistir de seguir no setor”, diz David Girão.

O app voltado para o produtor tem uma forte relação com a identidade da Betânia Lácteos, uma empresa que valoriza a origem nordestina e a cadeia produtiva, vivenciando o dia a dia dos pequenos produtores, suas dificuldades, seus anseios e suas rotinas, vendo na produção familiar o crescimento da região e do mercado leiteiro em geral. Em uma próxima etapa do projeto, a Betânia Lácteos irá produzir e disponibilizar por meio do aplicativo informações de interesse dos produtores por meio de videoaulas educativas sobre diversos aspectos da cadeia produtiva, com profissionais locais que poderão ajudar a tirar dúvidas, dar orientações práticas e trazer novos aprendizados.

Fiec aponta importância da indústria dos couros nas exportações de Cascavel (CE)

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Nono colocado entre os municípios cearenses que mais exportam, Cascavel engloba quase 2% do que vendido ao exterior pelo Estado. Em 2016, a participação era de 14,12%. Nas importações, a cidade figura em décimo terceiro, com 0,6% no total. De acordo com estudo do Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), no primeiro semestre de 2018, as vendas externas de Cascavel contabilizaram US$ 19,7 milhões. Esse valor, mesmo sendo considerado alto, é 61,5% menor que o registrado no mesmo período de 2017, quando foi exportado mais de US$ 51,1 milhões. As importações acompanharam o ritmo de queda, exibindo um decréscimo de 43,4%, saindo de US$ 12,8 milhões para US$ 7,2 milhões, entre 2017 e 2018.
A indústria de couros é a principal exportadora do município e a explicação para a redução nas exportações da cidade está no desempenho desse segmento. Os subsetores de couros bovinos, mesmo em queda, abarcam mais de 96% do total. O mel natural exportado por Cascavel vem ganhando cada vez mais força. De janeiro a junho, foi exportado US$ 749,7 mil, um aumento de 369% em relação ao igual período de 2017. “Couros e peles curtidos ou em crosta, de bovinos” lidera a lista de principais subsetores importados, com US$ 3,1 milhões em 2018, seguido de vários produtos usados como insumos na fabricação do couro.
A Hungria se mantém como principal destino do couro de Cascavel, comprando, no acumulado desse ano, US$ 6,1 milhões, esse valor é 80,6% menor do que o de 2017, registrado em US$ 31,1 milhões. O mel exportado tem como principal destino os Estados Unidos e a Alemanha. As exportações para o México aumentaram em mais de 600%, o país foi o que exibiu o maior aumento, e importou, no primeiro semestre US$ 2,7 milhões em couro bovino de Cascavel.
Cascavel mais do que dobrou as importações provindas dos Estados Unidos, que lidera a lista das origens das compras internacionais do município com US$ 2,1 milhões em 2018.

BNB investe em ideias inovadoras

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O Banco do Nordeste está disponibilizando R$ 5 milhões para projetos que tornam ideias inovadoras em negócios de alto impacto. Os recursos do Fundo de Desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação (Fundeci), não reembolsáveis, estão previstos no edital de subvenção econômica para inovação em empresas da Região Nordeste, disponível na página da Instituição na Internet (bnb.gov.br).

As propostas podem ser enviadas até 24 de outubro e devem ter como finalidade o desenvolvimento de novos produtos, serviços ou processos ou a agregação de novas funcionalidades ou características a produtos, serviços ou processos já existentes relacionados aos temas: Agronegócios; Cidades Sustentáveis; Concessão, administração e recuperação de crédito; Economia Criativa – jogos eletrônicos; Educação – Edtechs; Energias renováveis; Espaços Inteligentes; Finanças – Fintechs; Microfinanças e inclusão financeira para microempreendedores; Negócios de Impacto Social; Saúde Inteligente – Healthtech; e Serviços e processos de gestão para micro e pequenas empresas.

Os projetos devem utilizar as tecnologias de Big Data, Biotecnologia, Blockchain, Inteligência Artificial, Internet das Coisas (loT), Fotônica, Plataformas de Marketplace ou Tecnologias da informação e comunicação (TlCs).

Podem concorrer micro ou pequenas empresas, com receita operacional bruta ou renda agropecuária bruta auferida no exercício anterior de até R$ 4,8 milhões, que se encontrem sediadas em municípios localizados nos Estados da Região Nordeste, no norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.