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Mercado espera que a inflação atinja 8,31% em 2015

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Analistas e investidores do mercado financeiro voltaram a elevar a previsão de fechamento da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2015. A estimativa de alta, que estava em 8,29%, agora é 8,31%.

O IPCA, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), verifica a variação de preços de um conjunto de produtos e serviços comercializados no varejo, referentes ao consumo pessoal das famílias, com rendimento de um a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte de rendimentos. Desde junho de 1999, o IPCA é o índice utilizado pelo Banco Central (BC) para o acompanhamento dos objetivos estabelecidos no sistema de metas de inflação, sendo considerado o índice oficial de inflação do país.

O mercado ampliou ainda a previsão de elevação para os preços administrados, como o da energia e da gasolina, de 13,2% para 13,5%.

As informações estão no Boletim Focus, pesquisa semanal junto a instituições financeiras, divulgado hoje (18) pelo BC.Os analistas mantiveram inalterada a expectativa de queda do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), em -1,2%. A projeção de queda da produção industrial ampliou-se, de -2,5% para -2,8%.

A estimativa para o câmbio, ao fim de 2015, permaneceu em R$ 3,20. A previsão de fechamento da Selic, taxa básica de juros da economia, também permanece igual, em 13,5% ao ano. Atualmente, a Selic, instrumento do BC para controle da inflação, está em 13,25% ao ano.

A estimativa da dívida líquida do setor público ficou em 37,95% do PIB. A projeção do déficit em conta corrente, que mede a qualidade das contas externas, subiu de US$ 80 bilhões para US$ 82,4 bilhões. O saldo projetado para a balança comercial permanece positivo em US$ 3 bilhões. Os investimentos estrangeiros estimados subiram de US$ 59 bilhões para US$ 61 bilhões.

 

Da Agência Brasil.

Inflação medida pelo IGP-10 recua em maio, diz FGV

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dinheiro3O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) aumentou 0,52% em maio, inferior à taxa de abril, que foi 1,27%, informou o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), unidade da Fundação Getulio Vargas (FGV).

O IGP-10, que registra a inflação de preços de matérias-primas agrícolas e industriais, bens e serviços finais, mede a evolução de preços do dia 11 do mês anterior (abril) ao dia 10 do mês de referência (maio). Compreendendo toda a população, sem diferenciar nível de renda, o IGP-10 serve de base para os reajustes de tarifas públicas, de parte dos contratos de aluguel e de seguros de saúde (contratos mais antigos).

Em maio de 2014, a variação foi 0,13%. Em 12 meses, o IGP-10 registrou alta de 3,86%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), uma das bases de cálculo do IGP-10, variou 0,53%, em maio. Em abril, a variação foi 1,45%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), outra base de cálculo do IGP-10, registrou variação de 0,57%, em maio. Em abril, a taxa foi 1,01%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), outra base do IGP-10, atingiu, em maio, taxa de 0,37%. Em abril, a taxa foi 0,69%.

Informações da Agência Brasil.

Fundação Grupo Boticário recebe Prêmio LIF 2015

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A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, que completa 25 anos em setembro, conquistou o segundo lugar do Prêmio LIF 2015, promovido pela Câmara de Comércio França-Brasil. O case do Programa de Apoio a Ações de Conservação da instituição, por meio do qual já foram financiados mais de 1.400 projetos em todo o Brasil, foi escolhido na categoria ‘Preservação e Proteção dos Recursos Naturais’. A solenidade de premiação aconteceu nesta terça-feira (12), durante o VII Fórum de Sustentabilidade, em São Paulo (SP).

A instituição já possui mais de 60 reconhecimentos públicos, entre homenagens e prêmios nacionais e internacionais. Esta é a terceira vez que a Fundação Grupo Boticário conquista o Prêmio LIF. “Esse reconhecimento público é muito importante, pois ressalta o bom trabalho que tem sido realizado pela instituição e comprova nosso pioneirismo como uma das principais organizações sem fins lucrativos que financiam projetos de conservação no Brasil”, afirma Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário.

O Programa de Apoio a Ações de Conservação, criado em 1991, foi a primeira iniciativa da organização não-governamental e tem apresentado resultados positivos para a conservação da biodiversidade brasileira. Até hoje, já foram financiados 1.436 projetos por 482 diferentes instituições de todas as regiões e bioma do Brasil. Nesse período, 91 novas espécies foram descritas, sendo que 238 espécies ameaçadas de extinção foram estudadas, bem como 456 unidades de conservação beneficiadas.

O Programa de Apoio a Ações de Conservação possui três editais. O Edital Biodiversidade do Paraná é realizado em parceria com a Fundação Araucária, e apoia iniciativas  que visem a conservar a Floresta com Araucárias e fitofisionomias associadas, além da região do Lagamar, que compreende o litoral sul de São Paulo e norte do Paraná. Outro edital que também é focado no Lagamar é desenvolvido junto a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), para apoio a projetos sobre mudanças climáticas na região. Já o tradicional Edital de Apoio a Projetos possui duas chamadas anuais, sendo uma no primeiro semestre que abrange iniciativas em todos os estados brasileiros, e outra no segundo semestre que é direcionado a alguma região e/ou ecossistema que seja prioritário para a conservação.

O Prêmio

O Prêmio LIF – cujo nome faz uma homenagem aos ideais da Revolução Francesa – Liberdade, Igualdade e Fraternidade – foi concebido em 2002, pela Câmara de Comércio França-Brasil. O objetivo da premiação é estimular, por meio do destaque e visibilidade dados aos projetos premiados, a criação e multiplicação de iniciativas que promovam transformação em prol de melhores condições para as pessoas e a sociedade. São premiadas as três melhores iniciativas em três categorias distintas: Apoio às Comunidades Locais, Preservação e Proteção dos Recursos Naturais e Público Interno.

 

Taxa de desemprego sobe para 7,9% no primeiro trimestre

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A taxa de desemprego do país fechou o primeiro trimestre do ano em 7,9%, a maior registrada desde o primeiro trimestre de 2013 (8%). Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE). A Pnad Contínua se destina a produzir informações sobre a inserção da população no mercado de trabalho.

Segundo o IBGE, os índices de desocupação cresceram na comparação com o quarto trimestre de 2014, quando a taxa de desemprego foi 6,5%. E também cresceu em relação ao primeiro trimestre de 2014, quando a taxa de desocupação correspondeu a 7,2%.

A pesquisa informa que a população ocupada fechou o primeiro trimestre do ano em 90,023 milhões de trabalhadores, queda de 0,9% em relação aos 92,875 milhões empregados no quarto trimestre do ano passado.

A população desocupada fechou o primeiro trimestre deste ano em 7,934 milhões de pessoas, registrando uma variação de 23% frente ao trimestre imediatamente anterior. Em relação ao primeiro trimestre do ano passado esta variação foi 12,6%.

O nível da ocupação (indicador que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar) foi estimado em 56,2% no primeiro trimestre de 2015, abaixo dos 56,9% verificados no trimestre anterior e dos 56,8% observados no primeiro trimestre de 2014.

O IBGE apurou que, no primeiro trimestre de 2015, 78,2% dos empregados no setor privado tinham carteira de trabalho assinada, apresentando avanço de 0,5 ponto percentual em relação a igual trimestre de 2014 (77,7%). Em relação ao trimestre anterior, não houve variação.

Já o rendimento médio real habitual dos trabalhadores brasileiros foi estimado em R$ 1.840, resultado 0,8% maior que o registrado no trimestre anterior (R$ 1.825) e estável em relação ao obtido no primeiro trimestre de 2014 (R$ 1.840).

A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados foi estimada em R$ 163,8 bilhões, registrando aumento de 3% em relação ao quarto trimestre de 2014. Na comparação anual, segundo o IBGE, esta estimativa teve alta de 8,7%.

 

Fonte: Agência Brasil.