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Preço das hortaliças tem queda e alivia inflação, informa Conab

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índiceO preço da cebola para o consumidor caiu em média 45,8% nas principais centrais de Abastecimento (Ceasas) do país, de acordo com boletim divulgado hoje (23) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A queda, em relação aos preços cobrados no início do segundo semestre, decorre da chegada da nova safra do produto ao mercado, gradativamente, desde o final de setembro.

Comportamento semelhante verifica-se com a batata, que registrou boa produção e maior oferta do produto ao mercado, no mês de outubro, com consequente baixa de preços. Mas, em virtude do atraso na colheita do produto no Sul do país, a oferta caiu um pouco. Com isso, os preços se recuperaram nas duas últimas semanas. A cenoura também está com preço em queda, e o cenário deve se manter, porque a oferta do produto proveniente de Minas Gerais continua expressiva.

O tomate, por sua vez, tem apresentado aumentos neste ano, em decorrência da variação do dólar, o que impulsiona os custos de produção. Em outubro, apenas três dos oito entrepostos analisados registraram queda de preços. Neste mês, os preços continuam em alta na maioria das Ceasas. Em São Paulo o preço aumentou de R$ 2,50 para R$ 4 na média.

As frutas, por sua vez, pressionam os preços ao consumidor, principalmente por causa das exportações. Com o dólar valorizado, o mercado externo passa a ser mais rentável ao produtor, o que diminui a oferta dos produtos internamente, com aumento dos preços ao consumidor. A subida é mais percebida na comercialização de laranja, maçã e mamão. Banana e melancia registraram variações de alta e de queda nos preços, conforme a região.

 

Da Agência Brasil.

Consumidor reduz gastos com presentes de Natal, revela Boa Vista SCPC

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LojasnoNatalO consumidor vai gastar menos neste Natal. Segundo pesquisa nacional realizada pela Boa Vista SCPC, o valor médio a ser gasto por presente este ano será de R$ 48 por pessoa, o que significa uma redução de 5,5% em comparação ao mesmo período do ano passado. Além disso, 78% comprarão menos presentes e apenas 9% pretendem consumir mais.

A Boa Vista SCPC constatou também em sua pesquisa que 62% dos consumidores deverão gastar até R$ 50 por pessoa nestas festas de fim de ano e 31% gastarão até R$ 30, enquanto 31% preveem gastos entre R$ 31 e R$ 50. Os gastos totais com as festas (incluindo presentes, ceias de Natal e de Ano Novo, despesas gerais) deverão somar até, no máximo, R$ 500, segundo 66% dos pesquisados.

O levantamento mostrou também que 81% pretendem reduzir os gastos com presentes neste final de ano e que as classes A/B estão menos dispostas a consumir: 86% responderam que gastarão menos em 2015, em comparação a 62% no ano passado. Na classe C, a porcentagem passou de 70% para 78%.

De acordo com a pesquisa da Boa Vista SCPC, 52% dos brasileiros terão uma ceia de Natal menos farta este ano, em comparação a 32% no ano passado. Apenas 34% preveem que a fartura da ceia será igual à do ano passado e 14% consideram que será mais farta desta vez.

Metodologia
A Pesquisa Hábitos de Consumo e Compras – Fim de Ano e Natal 2015 foi realizada, pela Boa Vista SCPC, entre os dias 20 e 30 de outubro, para mapear os hábitos de consumo e compras do brasileiro para essa época do ano, com uma amostra de 960 consumidores.

Dilma sanciona lei que institui o Programa de Proteção ao Emprego

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985735-aaa_capa-dsc_0269-003A presidenta Dilma Rousseff sancionou na última sexta-feira (19), sem vetos, a lei que institui o Programa de Proteção ao Emprego (PPE). O programa prevê a redução temporária da jornada de trabalho, com diminuição de até 30% do salário. Para isso, o governo arcará com 15% da redução salarial, usando recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
No início de julho, Dilma editou a medida provisória que criou o programa e o Senado aprovou o texto no final de outubro.

Segundo a presidenta, nos quatro meses de vigência da medida provisória foram aprovadas 33 adesões ao PPE, beneficiando 30.368 trabalhadores. Outras 42 solicitações estão em análise envolvendo o emprego de 12.264 trabalhadores. “Agora, a sanção da lei vai permitir que a gente afaste qualquer preocupação com a segurança jurídica do processo, e, portanto, vai permitir que mais empresas possam acessar o programa”.

Pela proposta, para que o regime diferenciado seja aplicado, é necessário que ele seja acertado em acordo coletivo de trabalho específico com a entidade sindical. Para participar do programa, a empresa deve comprovar que passa por dificuldade econômico-financeira, demonstrar regularidade fiscal, previdenciária e conformidade com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

De acordo com o ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto, das 75 empresas que solicitaram adesão ao PPE, 27 são do setor automotivo, 17 do metalúrgico, 16 do fabril, cinco de serviços e quatro do comércio. São Paulo é o estado que com mais empresas que pediram adesão ao programa com 54 solicitações. A adesão ao PPE pode ser feita até o fim de dezembro do ano que vem e a vigência vai até dezembro de 2017.

“A garantia do emprego é o objetivo fundamental desse programa numa situação de dificuldades econômicas. A partir da sanção presidencial, estamos seguros da expansão do programa, que está disponível para todos os setores, todos os tamanhos de empresa”, disse o ministro.

Da Agência Brasil.

Emprego na indústria cai 7% em setembro, diz IBGE

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INDUSTRIAO nível de emprego na indústria brasileira caiu 7,0% em setembro deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado. Este é o quadragésimo oitavo resultado negativo consecutivo e o maior desde o início da série histórica da Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário, em dezembro de 2000. Os dados foram divulgados hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e mostram que todos os 18 ramos pesquisados registraram queda, sendo que os destaques foram  transportes (-12,4%), máquinas e equipamentos (-10,6%), máquinas e aparelhos eletrônicos e de comunicações (-14,7%) e alimentos e bebidas (-2,9%).

Na comparação com agosto deste ano, o número de postos de trabalho na indústria caiu 0,7% – o nono resultado negativo consecutivo, acumulando no período perda de 6,1%. No trimestre encerrado em setembro, o número de demissões no setor chegou a 2,4% na comparação com o período de abril a junho. Essa foi a décima primeira taxa negativa neste tipo de comparação.

Em relação às horas pagas aos trabalhadores no setor, a pesquisa aponta queda de 0,8% em setembro na comparação com agosto. Esta é a sétima taxa negativa consecutiva, acumulando no período perda de 6,3%. Já no trimestre de julho a setembro, o recuo foi de 7,5% e a taxa é a décima sétima negativa consecutiva, intensificando o ritmo de queda em relação ao segundo trimestre (- 6,4%). Na comparação com setembro de 2014, a queda no pagamento das horas trabalhadas foi de 7,8%.

Sobre a folha de pagamento, houve queda de 1,6% em setembro na comparação com agosto e de 9,1% em relação à setembro de 2014. Segundo o IBGE, foi a maior queda desde maio deste ano (-9,8%).

Fonte: Agência Brasil.

Setor de serviços recua 4,8% em setembro, diz IBGE

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serviçosO setor de serviços do país recuou 4,8%, em setembro de 2015, em comparação a setembro de 2014, informou pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o gerente da pesquisa do IBGE, Roberto Saldanha, os serviços profissionais – que recuaram 8,1% – tiveram destaque no desempenho negativo dos serviços.

Saldanha acrescentou que, no âmbito dos serviços, houve uma queda ainda mais preocupante: os serviços técnicos profissionais, que caíram 16%. O gerente informou que esse baixo desempenho ocorreu em decorrência da desmobilização de serviços de engenharia, em setembro de 2015, envolvendo principalmente as áreas de petróleo e gás.

Também contribuiu para a queda do setor o baixo desempenho dos serviços administrativos, que caíram 5,3% no mês. Essa queda, segundo Saldanha, ocorreu em razão da baixa atividade das empresas de segurança e limpeza.

A pesquisa mostra ainda que houve queda nos serviços auxiliares de transportes e correios. Esse segmento caiu 6,4% em setembro, em decorrência da retração do transporte rodoviário de cargas. A retração na área de transporte de carga foi originada, segundo o gerente do IBGE, pela baixa demanda da indústria.

Da Agência Brasil

Bancários rejeitam reajuste de 7,5% sem abono e continuam em greve

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7255_0_grA Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) propôs 7,5% de reajuste e retirada do abono e o Comando Nacional dos Bancários rejeitou. Esse foi o resultado da reunião desta terça-feira (20), em São Paulo, entre a categoria e os representantes das instituições financeiras em greve há 15 dias. Uma nova rodada de negociações está marcada para esta quarta-feira (21), às 11h, também na capital paulista.

Os bancários pedem, entre outras reivindicações, 16% de reajuste salarial. Nos contatos anteriores durante o mês de setembro, a Fenaban oferecia abono no valor R$ 2,5 mil e reajuste de 5,5% – o que resultaria em uma perda real acima de 4% se for considerada a inflação.

Na segunda-feira (19), balanço feito pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região estimava que mais de 25 mil trabalhadores participavam das paralisações. Já nesta terça-feira (20), o número saltou para 60 mil trabalhadores, parando 734 agências na região.

Do Portal Brasil Econômico.

Servidores da CGU ameaçam entregar cargos

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A campanha nacional, lançada na última terça-feira(23), mobiliza servidores da CGU (Controladoria-Geral da União) a entregarem os cargos comissionados, caso o Governo Federal tome a decisão de retirar o status de ministério do órgão como alternativa de economia no pacote de ajuste fiscal do Governo Federal. A informação é do presidente do Sindicato Nacional dos Analistas e Técnicos de Finanças e Controle da CGU e STN (Unacon-CE), Edilberto Barreto.

Ele destaca que a medida acarretaria o enfraquecimento do sistema de controle, que hoje funciona de forma articulada nas macrofunções de ouvidoria (que recebe denúncias), de fiscalização e auditoria governamental (que investiga irregularidades), e de correição (que apura e pune os responsáveis).

“Se isso se confirmar, comprometerá o desempenho do principal órgão de controle do executivo federal, especialmente no momento em que o tema corrupção ocupa o noticiário nacional. A CGU precisa ser um ministério independente para que os servidores possam atuar com autonomia no combate ao desvio de recursos públicos”, afirma.

Segundo Edilberto Barreto, a iniciativa do Unacon-Sindical, somente no primeiro dia, já conseguiu a adesão de 30% dos servidores com cargos de direção e assessoramento. “No Ceará, os formulários serão assinados a partir de hoje, com expectativa de 100% de adesão. Se todos entregarem os cargos, as atividades da CGU no Estado ficarão praticamente paralisadas”, acrescenta.

A Controladoria Geral da União é responsável pela fiscalização das atividades de todo o Governo Federal e é considerada ministério desde 2001, possuindo hoje cerca de 2.000 servidores, dos quais 300 com cargos comissionados.

Pagamento do 13º para segurados do INSS começa nesta quinta-feira

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inssComeça nesta quinta-feira (24), o pagamento da primeira parcela do 13º salário de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).  Segurados receberão 50% do valor do benefício, com o pagamento sendo realizado até o dia 7 de outubro.

Na primeira o parcela, não haverá desconto de imposto de renda. Por lei, o 13º não é recebido por quem tem os seguintes benefícios: amparo previdenciário do trabalhador rural, renda mensal vitalícia, amparo assistencial ao idoso e ao deficiente, auxílio-suplementar por acidente de trabalho, pensão mensal vitalícia, abono de permanência em serviço e salário família.

O governo considerou parcelar o pagamento da primeira parcela do 13º por conta de crise econômica, porém, por conta de pressões, o Planalto acabou desistindo da ideia. A segunda parcela será paga do dia 24 de novembro ao dia 7 de dezembro. Para os que ganham acima do salário mínimo, o pagamento começa no dia 1º de de dezembro e vai até o dia 7 de de dezembro.

Taxa de desemprego atinge 7,6% em agosto

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seguro_desempego-internetA taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do país ficou em 7,6% em agosto deste ano, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa é superior às observadas em julho deste ano ano (7,5%) e em agosto de 2014 (5%). Esse é o maior índice desde março de 2010, quando foi registrada a mesma taxa (7,6%).

Comparando-se apenas com os meses de agosto, essa é a maior taxa desde 2009, já que em agosto daquele ano, a taxa de desocupação ficou em 8,1%.

A população desocupada ficou em 1,9 milhão de pessoas, o mesmo contingente de julho deste ano. Na comparação com agosto de 2014, no entanto, a população desocupada é 52,1% maior. Em termos absolutos, havia 636 mil pessoas a mais procurando emprego em agosto deste ano do que no mesmo período do ano passado.

A população ocupada foi estimada em 22,7 milhões de pessoas, mostrando estabilidade em relação a julho. Em relação a agosto do ano passado, no entanto, caiu 1,8%.

 

Fonte: Agência Brasil.

Número de empresas cresceu 3,8% de 2012 para 2013, mostra IBGE

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O total de empresas no país cresceu 3,8% de 2012 para 2013, passando de 4,6 milhões para 4,8 milhões, segundo dados da pesquisa Demografia das Empresas, do Instituto Brasileiro de empresasGeografia e Estatística (IBGE).

Nas 4,8 milhões de empresas trabalhavam 41,9 milhões de pessoas, dos quais 35 milhões eram assalariados. Na pesquisa de 2012, havia 40,6 milhões de pessoas ocupadas, dos quais 33,9 milhões eram assalariados. O pessoal ocupado inclui os assalariados, os proprietários e sócios com atividade na empresa.

Os setores que mais empregavam pessoal assalariado em 2013 eram o comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (9,1 milhões), indústrias da transformação (8,4 milhões), atividades administrativas e serviços complementares (3,9 milhões) e construção (3,1 milhões).

De acordo com a pesquisa, o número de empresas que passaram a funcionar no país em 2013 chegou a 871,7 mil, o que representou 18,3% do total de empresas atuando no país naquele ano (4,8 milhões).

Dessa quantidade de empresas, 621,8 mil eram novas e 249,9 mil retornaram ao mercado. Em 2012, o número de empresas que passaram a funcionar foi 860 mil, ou 18,7% do total de empresas daquele ano, de acordo com o IBGE.

Por outro lado, 695,7 mil empresas saíram do mercado. Isso representa 14,6% do total de empresas ativas no país em 2013. O número é inferior ao observado em 2012, quando o número de empresas que pararam de funcionar chegou a 799,4 mil, ou 17,4% do total daquele ano (4,6 milhões).

O setor com a maior taxa de entradas de empresas no mercado em 2013 foi o da construção (24,6% do total dos empreendimentos nesse segmento). Já a maior taxa de saída do mercado foi observada na área de eletricidade e gás (19,1% do total).