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Analistas-Tributários promovem ações no Dia Nacional do Respeito ao Contribuinte

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Nesta segunda-feira (25), os Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil, em Fortaleza, promovem um mutirão no Centro de Atendimento ao Contribuinte (CAC), em homenagem ao Dia Nacional do Respeito ao Contribuinte, comemorado na mesma data. O objetivo da ação é sensibilizar a sociedade e os poderes públicos para a conscientização e a reflexão sobre a importância do respeito ao contribuinte.

Dentre os atendimentos, Serviço de Controle e Acompanhamento Tributário (Secat); Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Setec); e Serviço de Orientação e Análise Tributária (Seort). Os serviços serão realizados àqueles contribuintes que geralmente são intimados pela Receita Federal. Haverá também a distribuição de materiais e informações relativas a importância do combate à pirataria, da educação fiscal e do fortalecimento do controle das fronteiras do País.

Há mais de 20 anos, o Sindireceita visa tornar mais transparente e eficiente a Receita Federal do Brasil (RFB). Desta maneira, o Dia Nacional do Respeito ao Contribuinte tem uma importância fundamental para Entidade, pois é uma oportunidade única para se discutir a necessidade de avanços nas Administrações Tributárias, bem como reforçar aos contribuintes a importância do cumprimento de suas obrigações tributárias de maneira transparente e eficiente. Esta também é uma oportunidade para se reforçar que os tributos constituem importante instrumento para reduzir as desigualdades sociais e construir uma sociedade mais justa e solidária.

Prévia da inflação recua em maio, mas chega a 8,24% em 12 meses

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A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) fechou o mês maio em desaceleração, ficando em 0,6%. Os dados foram divulgados hoje (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mês anterior, o índice atingiu 1,07% e, em abril do ano passado, 0,58%.

O IPCA-15, que constitui uma prévia do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – a inflação oficial do país – tem por objetivo medir a inflação de um conjunto de produtos e serviços comercializados no varejo, referentes ao consumo pessoal das famílias, cujo rendimento varia entre 1 e 40 salários mínimos.

Apesar da queda, com este resultado, o índice acumulado no ano foi 5,23%, acima da taxa de 3,51% registrada em igual período de 2014. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice ficou em 8,24%, próximo ao dos 12 meses imediatamente anteriores (8,22%), sendo, no entanto, o resultado mais elevado desde janeiro de 2004 (8,46%).

Segundo o IBGE, a desaceleração de maio teve como principal influência o peso da energia elétrica. Com peso de 3,88% na despesa das famílias, as contas de energia tiveram alta de apenas 1,41% em maio, contra 13,02% da taxa de abril, uma redução de 9,14 ponto percentual. Com a queda na energia elétrica, o índice do grupo habitação recuou de 3,66% para 0,85%, entre uma prévia e outra.

Os dados do IBGE indicam que o grupo saúde e cuidados pessoais (1,79%) foi o mais elevado no mês, com destaque para os produtos farmacêuticos, cujos preços aumentaram, em média, 3,71%. Este item liderou a relação dos principais impactos, sendo responsável por 0,12 ponto percentual do IPCA-15 de maio.

Já o menor resultado de grupo foi transportes, com deflação (inflação negativa) de 0,45%, puxado pela queda de 23,61% no item passagens aéreas, com impacto de -0,1 ponto percentual no IPCA-15 do mês – o menor do período. Houve também redução nos preços dos combustíveis (etanol e gasolina), itens que vinham pressionando a inflação.

Nos alimentos a alta ficou em 1,05%, contra 1,04% da prévia de abril, com elevação significativa de alguns dos produtos importantes na cesta da população: tomate (alta de 19,79%), cebola (18,83%), cenoura (10,45%), leite (2,64%), pão francês (2,23%), óleo de soja (2,17%), carnes (1,40%),frango em pedaços(1,30%).

O IPCA-15 refere-se às regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia, e tem como principal diferencial, além da abrangência regional, o período de coleta que vai da metade do mês anterior à metade do mês de referência.

 

Da Agência Brasil.

Pesquisa revela o comportamento do consumidor digital no e-commerce

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ecomerceMesmo com os avanços do mercado digital, o nível de compra online ainda é baixo e o e-commerce brasileiro apresenta algumas barreiras para seu desenvolvimento.

Com o objetivo de detectar como acontece a jornada de compra do consumidor no universo digital bem como suas preferências, a TNS divulga os resultados do relatório Connected Life que entrevistou 963 pessoas em todo o Brasil. O estudo é realizado mundialmente, em mais de 52 países com 56 mil entrevistas para analisar o comportamento dos consumidores no ambiente digital.

O relatório constatou que no Brasil o nível de compra online varia entre 24% a 48% enquanto em outras nações como EUA, Europa e Rússia sobe para 49% a 59%. Na prática, o consumidor brasileiro prefere as lojas físicas e considera aspectos como segurança, garantia de qualidade e autenticidade como barreiras para compras online.

Em tecnologia, por exemplo, 76% de consumidores pesquisam antes de comprar. Boca a boca e verificação de preços na loja são os principais pontos de contato utilizados tanto antes quanto depois da compra. Deste total, 18% compram online.

Na categoria cuidados pessoais, 52% dos brasileiros fizeram pesquisa antes de comprar. Boca a boca e ponto de venda foram as fontes utilizadas para a tomada de decisão. Já em serviços financeiros, 72% pesquisam antes de decidir e 15% compram online, mas a busca é essencialmente off line. Ir à agencia ou falar com amigos e família antes de decidir é o comportamento mais frequente.

O estudo também comprovou que os brasileiros preferem ir ao supermercado a escolher produtos online: apenas 5% afirmaram utilizar os dispositivos móveis para ir às compras e o volume não é maior online porque preferem receber os produtos na hora.

A categoria higiene pessoal é a mais desafiadora: apenas 2% pesquisam antes de comprar seja online e off-line e o ponto de contato mais importante apontado pelos pesquisados é o boca a boca, propaganda ou preço.

Em relação ao showrooming, pesquisa online de preços e produtos no ponto de venda, 26% dos entrevistados globalmente afirmam fazer esta avaliação enquanto a média brasileira é 22%. Quanto ao uso do celular como meio de pagamento para produtos ou serviços, a média global é 20% e no Brasil o cai para 11%.

Na análise de Juliana Honda, diretora de customer experience e responsável pela análise dos dados da TNS, apesar de o País ser um mercado digitalmente envolvido, a jornada de compra é predominante no meio off-line. No entanto, o meio digital exerce uma influência crescente na decisão de compra e é um ponto de contato de contato altamente relevante em várias categorias de produtos e serviços. “Para desenvolver o e-commerce no País é necessário ajustar a estratégia de negócio e a logística a aspectos comportamentais do brasileiro, lembrando que nem todas as faixas etárias e públicos possuem o mesmo acesso e conectividade ao meio online”, pondera a especialista.

Petrobras assina contrato de US$ 1,5 bilhões com o Banco de Desenvolvimento da China

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petrobrasA Petrobras assinou na última quarta-feira (21), com o Banco de Desenvolvimento da China – CDB contrato de financiamento no valor de US$ 1,5 bilhão, como parte do Acordo de Cooperação assinado entre as partes.

O contrato de financiamento foi assinado na sede da Petrobras, durante visita do Presidente do CDB ao Brasil, e o desembolso está previsto para ocorrer nos próximos dias.

Considerando o empréstimo de US$ 3,5 bilhões assinado em abril de 2015, o valor total contratado junto ao CDB ao longo de 2015 totaliza US$ 5 bilhões.

79% dos consumidores parcelam compras no Brasil

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Na hora das compras, o consumidor tem às mãos ferramentas que podem tanto beneficiar quanto causar sérios problemas ao seu bolso. É o caso das compras a prazo, que dividem o valor total em parcelas, com ou sem juros. Uma pesquisa nacional realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal Meu Bolso Feliz investigou o comportamento dos brasileiros relacionado ao parcelamento de compras e identificou que 79% costumam utilizar essa forma de pagamento.

Entre os produtos mais comprados dessa maneira estão as roupas (32%) e os eletrônicos (28%). De acordo com os resultados do estudo, o número médio de parcelas é 6,3 e é definido pelo número máximo que o lojista permite sem a taxa de juros. Um dado importante observado é que quase metade dos entrevistados (46%) não tem medo de longos parcelamentos, inclusive consideram uma vantagem, e que 21% não compram nada parcelado, principalmente pessoas de menor escolaridade e das classes C, D e E – possivelmente devido às restrições às linhas de crédito.

 

Crédito pode levar às compras por impulso

A pesquisa mostra que o crédito é um poderoso aliado do consumidor brasileiro. Um em cada quatro consumidores ouvidos na pesquisa (28%) consideram ruim a hipótese de não ter a possibilidade de parcelar suas compras. Destes, 64% afirmam que o crédito é a única forma de comprar os bens que desejam, e 29% acreditam que não conseguiriam mais fechar as contas do mês, pois sempre recorrem ao parcelamento ou a empréstimos para conseguir comprar tudo e pagar as contas que precisam.

Porém, a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, alerta que nem sempre o consumidor é capaz de pensar nos desdobramentos a longo prazo e que podem resultar em mais juros a pagar. “O crédito pode tornar-se um problema, devido à perda da noção dos gastos e compras por impulso, e até mesmo gerar um descontrole das compras e uma consequente inadimplência”, diz.

 

64% dos consumidores têm compras parceladas em aberto

Dos entrevistados que costumam comprar a prazo, 58% pagaram alguma prestação de compra no mês anterior à pesquisa. Foi identificado no estudo que seis em cada dez consumidores (64%) com o hábito de parcelar compras ainda possuem prestações a serem pagas. Em média, eles levarão quase nove meses para quitar os compromissos assumidos.

Mais da metade dos consumidores (56%) define o número de parcelas procurando o maior número de prestações sem juros. Cerca de 46% garante gostar de uma modalidade de pagamento que envolva um número elevado de parcelas, pois assim o valor da prestação é baixo e há possiblidade de comprar mais o que se quer.

Segundo a especialista, o consumidor geralmente está em busca da parcela que cabe no bolso, e nem sempre é capaz de avaliar o peso dos juros no contexto geral. “Prova desse comportamento é o fato de que foram feitas simulações de compras de diversos produtos de valores diferentes na pesquisa e os entrevistados deveriam escolher o pagamento à vista ou parcelado. Entre os consumidores que preferem o parcelamento, o que pesa na hora da escolha é o valor das prestações, e não o valor final do produto.”

 

13% tiveram o crédito negado nos últimos três meses

Foi identificado na pesquisa que 13% dos entrevistados tiveram o acesso ao crédito negado em alguma loja em que já haviam comprado antes nos últimos três meses, principalmente por estarem inadimplentes ou com o nome incluído em serviços de proteção ao crédito (67%). Outras razões para a restrição incluem o fato de não ter conta em banco (13%), a falta de comprovação de renda (11%) e os ganhos insuficientes (9%).

“Com a economia em um ritmo mais lento, maior risco de desemprego e com o poder de compra diminuído pela alta inflação, os bancos começaram a aumentar a restrição ao crédito para o consumidor a fim de evitar perdas”, explica Kawauti. “Com isso, as pessoas ficam com um recurso financeiro a menos, acabam deixando de lado suas contas e entram no ciclo das dívidas pendentes.”

 

Metodologia

Foram ouvidas 642 pessoas das 27 capitais brasileiras, com idade igual ou superior a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,8 pontos percentuais e a confiança é de 95%. Os dados foram pós-ponderados para ficarem representativos ao universo estudado.

Riachuelo inaugura loja em Fortaleza

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RiachueloA loja Riachuelo –empresa de moda– inaugura no dia 25 de junho, nova loja no Shopping Benfica, em Fortaleza/CE. O espaço surge dentro de um novo conceito arquitetônico que visa o rejuvenescimento e modernização da marca apontada como a mais valiosa do vestuário brasileiro, segundo estudo do Brand Finance Brasil.

Com 2.263 m² (área construída), o ambiente vai disponibilizar um mix de produtos femininos, masculinos, calçados, infantis e moda casa que acompanham sempre as últimas tendências da moda.

Aprimorando o objetivo de proporcionar total facilidade ao cliente, a Riachuelo destaca dentro deste projeto um layout moderno. As áreas estarão devidamente sinalizadas e ambientadas de acordo com os departamentos de moda feminina, masculina, infantil, calçados e moda casa. Para isso, foram concebidos elementos de visual merchandising, que determinam e marcam cada um dos diferentes segmentos dentro da própria loja, de maneira perfeitamente integrada. Tal exposição valoriza a infinita variedade de produtos que a Riachuelo oferece aos seus clientes, promovendo assim, a democratização da moda. Com mais essa inauguração no Ceará, a Riachuelo eleva oficialmente para 272 o número de lojas espalhadas pelo Brasil.

 

Governador participa de encontro com a presidenta Dilma e o primeiro-ministro chinês

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dilma3-624x468O governador Camilo Santana participou nesta terça-feira (19), no Palácio Itamaraty, em Brasília, de encontro com a presidenta Dilma Rousseff e o primeiro-ministro da China, Li Keqiang. A reunião, que contou com a presença de governadores, ministros e deputados, encerrou o evento Encontro Empresarial Brasil-China, realizado na capital federal. No total, os dois países firmaram 35 acordos comercias, somando mais de R$ 50 bilhões.

Para o Ceará, o governador Camilo Santana acredita ser fundamental para o desenvolvimento do Estado manter relações comerciais com a China. “Temos algumas possibilidades de projetos em parcerias com os chineses”, disse Camilo, após cumprimentar o primeiro-ministro chinês e a presidenta Dilma. O governador também conversou com o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante.

Nesta quarta-feira, o governador irá participar de encontro com os governadores do Nordeste e o presidente do Senado, Renan Calheiros. As pautas, que fazem parte da Carta de Natal, elaborada em evento realizado há duas semanas na capital potiguar, serão apresentadas na reunião. Ao todo, 14 itens fazem parte do documento, entre eles o ajuste fiscal, desoneração de ICMS sobre bens de capital, dívidas dos estados, unificação dos sistemas de segurança pública e investimentos na saúde.

Um em cada quatro consumidores de Fortaleza possui contas em atraso

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Neste mês de maio, a Pesquisa sobre Endividamento do Consumidor de Fortaleza, divulgada pela Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio-CE),  mostra que 69,8% dos consumidores da capital cearense possuem algum tipo de dívida. O resultado é o mais elevado dos últimos cinco anos – a segunda taxa mais elevada foi de 68,4%, em outubro de 2013 – e mostra uma séria deterioração das condições do crédito para consumidores, com o excesso de dívidas comprometendo a capacidade de consumo.

A proporção dos consumidores com contas ou dívidas em atraso teve crescimento de 6,5 pontos percentuais, indo para 25,0% neste mês. Esta também é a taxa mais elevada do indicador nos últimos cinco anos, ultrapassando o recorde anterior de 24,6% medida em agosto de 2011. Os problemas financeiros afetam mais as mulheres (27,9% afirmam possuir contas em atraso), o grupo com idade entre 25 e 34 anos (27,3%) e com renda familiar inferior a cinco salários mínimos (25,6%).

O tempo médio de atraso é de 62 dias e a principal justificativa é o desequilíbrio financeiro – a diferença entre a renda e os gastos correntes – citado por 64,0% dos consumidores. O segundo motivo mais citado é o adiamento por conta do uso dos recursos em outras finalidades, com 27,8%, seguindo pela contestação da dívida (7,6%).

Comprometimento de Renda

Os instrumentos de crédito mais utilizados pelos consumidores são: (a) cartões de crédito, citados por 79,5% dos entrevistados; (b) o financiamento bancário (veículos, imóveis etc.), com 18,1%; (c) os empréstimos pessoais, com 8,4%; e (d) os carnês e crediários (5,5%). O consumidor utilizou o crédito para a compra de:

−    Itens de alimentação (43,1% das respostas);

−    Eletroeletrônicos (42,3%);

−    Artigos de vestuário (31,9%); e

−    Realização de despesas de educação e saúde (22,1%).

 

O consumidor vem apresentando dificuldades no gerenciamento de suas dívidas desde o final do ano passado. Além disso, o peso dos itens de alimentação nas contas a prazo indica dificuldades no controle do orçamento doméstico nos últimos meses.

 

O valor médio das dívidas é estimado em R$ 1.428 e prazo médio de oito meses, comprometendo 31,0% da renda familiar dos consumidores com o seu pagamento.

 

Inadimplência potencial 

A taxa de inadimplência potencial, ou seja, a proporção de consumidores que não terão condições financeiras para honrar seus compromissos, teve aumento de 3,0 pontos percentuais, passando de 6,5%, em abril, para 9,5%, neste mês. A combinação de crescimento do endividamento com o aumento da inadimplência sugere cuidados com a política de crédito das empresas.

O perfil do consumidor inadimplente mostra preponderância do grupo de consumidores do sexo feminino (11,3%), com idade entre 25 e 34 anos (11,7%) e renda familiar inferior a cinco salários mínimos (10,4%), inspirando cuidados, principalmente nos grupos com menor renda e maior dependência do mercado de trabalho.

Orçamento familiar

A Pesquisa de Endividamento também revela que 82,4% dos consumidores de Fortaleza afirmam fazer orçamento mensal e acompanhamento eficaz dos seus gastos e rendimentos, o que contribui para um melhor controle dos níveis de endividamento. 10,2% relataram que fazem orçamento dos rendimentos, mas sem controle eficaz dos gastos e 7,5% dos entrevistados informaram não possuir orçamento e tampouco controle dos gastos.

A falta de planejamento orçamentário é um problema crítico para o controle do endividamento, estando sempre entre um dos principais motivos para o atraso ou inadimplência. Dos fatores que os consumidores consideram que mais contribuem para esse problema, listam-se:

(I)         A falta de orçamento e controle dos gastos, com 38,7%;

(II)       O aumento dos gastos considerados essenciais, com 26,0%;

(III)     As compras por impulso, sem necessidade ou além do necessário, com 25,1%;

(IV)      Compras antecipadas, com 17,9%; e

(V)        Gastos imprevistos, com 16,8%.

Saiba mais

A pesquisa é realizada mensalmente e tem como objetivo indicar a capacidade de endividamento do consumidor de Fortaleza, visando conhecer o comprometimento financeiro desse, em relação ao comércio local.

Auxilia os empresários a planejarem estratégias de vendas, analisarem situações de risco, entre outras coisas. Quatro indicadores distintos são verificados nessa pesquisa: Taxa de Consumidores com Contas ou Dívidas em Atrasos; Taxa de Comprometimento da Renda do Consumidor; Taxa de Inadimplência em Potencial e Planejamento Financeiro e Orçamento Familiar.

Mensalmente, cerca de mil consumidores da região metropolitana de Fortaleza são entrevistados pelo IPDC para a realização desta pesquisa.

Líderes governistas estabelecem estratégia sobre MP 664

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Os líderes da base governista no Congresso vão se reunir com o vice-presidente da República, Michel Temer, na próxima quinta-feira (21), para discutir detalhes sobre a votação das medidas provisórias que tratam do ajuste fiscal, em especial a MP 664.

Segundo o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), a reunião irá definir, entre outras medidas, qual será a abordagem sobre a emenda incluída pela Câmara no texto e que estabelece uma nova fórmula de cálculo para o fator previdenciário. “Isso vai ser parte da estratégia que nós vamos discutir na quinta-feira”, disse hoje o líder petista.

A votação da MP preocupa em razão do prazo apertado. Ela perderá a validade por decurso de prazo se não for aprovada em definitivo pelo Congresso até o dia 1º de junho. Com a leitura prevista em plenário para amanhã e a reunião na próxima quinta, o mais provável é que a MP seja votada na terça-feira da próxima semana (26).

Segundo o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), a reunião irá definir, entre outras medidas, qual será a abordagem sobre a emenda incluída pela Câmara no texto (Facebook)

Se os senadores modificarem o texto aprovado pelos deputados e rejeitarem a emenda deles sobre o fator previdenciário, o texto voltará para última análise da Câmara e corre o risco de não ser votado até o dia 1º. Assim, o mais provável é que o governo aposte no veto da presidente Dilma Rousseff ao artigo que trata desse assunto e envie novo projeto ao Congresso para propor outra fórmula de cálculo.

A presidente pode ainda manter a proposta aprovada pelo Congresso e negociar um prazo para que a vigência do novo cálculo seja apenas no próximo ano, de modo a não influenciar negativamente o ajuste fiscal do governo em 2015.

Em reunião com a presidente Dilma Rousseff, nesta segunda feira (18), o líder do governo no Congresso disse que já começou a tratar da questão do fator previdenciário. “Conversamos sobre fator previdenciário. A preocupação é com os efeitos futuros sobre a previdência pública brasileira. O fator previdenciário, se a gente analisar sob o aspecto imediato, [não vai gerar] impacto tão forte. Mas, para um país que está envelhecendo muito, e a previsão é que nós devemos ter – por volta de 2050 – 30% da população acima dos 60 anos de idade, então precisa ter uma preocupação grande”, disse.

Nesta semana os senadores deverão ainda votar a MP 665, que também faz parte do ajuste fiscal. Tanto a 664, quando a 665, modificam as regras para que os trabalhadores tenham acesso a benefícios como seguro-desemprego, seguro defeso, abono salarial e pensão por morte. As centrais sindicais são contra as duas propostas e prometem comparecer ao Senado durante as votações para pressionar os senadores a serem contrários a elas.

Emprego industrial tem queda de 0,6% em março

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O emprego industrial fechou o mês de março com queda de 0,6% em relação a fevereiro, na série livre de influências sazonais, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O ajuste sazonal ocorre quando os técnicos descontam o aumento das vendas de produtos em feriados ou datas comemorativas.

Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes). Com o resultado de março, o emprego na indústria fechou o primeiro trimestre do ano com queda acumulada de 4,6%, ritmo ligeiramente mais acentuado do que o observado no último trimestre de 2014 (-4,4%).

O recuo de 4,6% no primeiro trimestre de 2015 é o 14º resultado negativo consecutivo, aumentando a intensidade no ritmo de queda em relação aos índices do primeiro (-2,0%), segundo (-2,8%), terceiro (-3,7%) e quarto (-4,4%) trimestres de 2014.

O IBGE informou que, na série com ajuste sazonal, na comparação do trimestre em relação ao trimestre imediatamente anterior, o emprego na indústria teve retração de 0,7% no período janeiro-março de 2015, nona taxa negativa consecutiva, acumulando nesse período redução de 6,7%.