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Nos últimos 10 anos, mais de dois mil lojistas efetuaram mais de 55 mil pedidos e transações equivalentes a R$230 milhões: estes são alguns dos números positivos que a Rodada de Negócios damulheres Moda Pernambucana festeja em sua 20ª edição, que será realizada nos dias 12 a 14 de agosto em Caruaru (PE).

Responsável por movimentar semestralmente a economia das indústrias de roupas e acessórios do Agreste Pernambucano, a Rodada espera nesta edição de agosto superar sua meta de 10% de crescimento, em meio a um ano tímido na economia nacional.

“Entendemos que o mercado está instável, mas sentimos que nossos fabricantes e lojistas têm necessidade de aquecimento, por isso, a Rodada cai como uma oportunidade para movimentação de toda a cadeia têxtil, em especial daqueles que tem negócios com o estado de Pernambuco”, declara o presidente da ACIC – Osíris Lins Caldas Neto, presidente da ACIC (Associação Comercial e Empresarial de Caruaru), realizadora do evento.

Nesta nova edição, o evento ampliou e fortaleceu a participação de novos segmentos – acessórios e calçados – passando a oferecer produtos para os segmentos bebe/ infantil; feminino e masculino, posicionando-se como fornecedor de vestuário com confecção e calçados. “O lojista que vier até o evento poderá abastecer sua vitrine de Primavera/ Verão 2016 com lançamentos de qualidade e ótima oportunidades de negociação”, conta Osiris.

Na última edição, realizada em fevereiro deste ano com artigos de Outono/ Inverno, a Rodada movimentou R$15 milhões, por meio de quatro mil pedidos, o que significa mais de 1,1 milhão de peças. “Nossa edição de verão, que acontece em agosto, é a mais aguardada e por este motivo temos a previsão de comercializar pelo menos 15% a mais que a edição passada”, finaliza o presidente da ACIC.

Prefeitura de Fortaleza realiza o Dia da Mulher Negra

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A Prefeitura de Fortaleza celebrou o Dia Nacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha em evento alusivo à data no Teatro Antonieta Noronha. O evento contou com apresentação damulheres cantora Ana Célia e do grupo de percussão da Frente de Assistência à Criança Carente.

Na oportunidade, Sandra Petit e Dione Silva, ativistas do movimento negro, receberam certificado de reconhecimento por suas ações relevantes de luta e promoção da igualdade racial. Dione Silva pontuou, no discurso, sobre a necessidade da participação da sociedade na construção de estratégias para o enfrentamento ao racismo. “Acredito que, um dia, a sociedade não irá encarar de forma velada o racismo. É compromisso de todos e todas lutarmos contra o sexismo, a discriminação, o preconceito e demais desigualdades raciais e sociais”, disse.

Sandra Petit afirmou que a violência sofrida pela mulher negra não pode ser tolerada. “Quando se pensa em mulher negra se atrela violência, erotismo e sofrimento. Existe uma carga ideológica exacerbada, uma percepção pessimista ligada à identidade da mulher negra. Devemos combater o erotismo exacerbado e refletir políticas públicas que combatam as condições étnico-raciais e de gênero”, declarou.

A solenidade reuniu as organizações de mulheres negras, apoiando a construção de estratégias para inserção de temáticas voltadas para o enfrentamento ao racismo, sexismo, discriminação, preconceito e demais desigualdades raciais e sociais. O titular da Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Coppir), Cristiano Pereira, falou sobre ampliar parcerias e dar visibilidade à identidade da mulher negra. “Este evento celebra a promoção e a valorização de políticas públicas para as mulheres negras. Essa reflexão propícia um diálogo com a sociedade civil para reconhecer a produção intelectual e identidade dessas mulheres”, afirmou.

A programação foi promovida pela Coppir, da Secretaria Municipal de Cidadania e Direitos Humanos (SCDH), com apoio da Coordenadoria de Políticas para as Mulheres, da Secretaria Municipal da Cultura de Fortaleza (Secultfor), da Coordenadoria da Igualdade Racial do Governo do Estado, da Frente de Assistência à Criança Carente (Facc) e da União do Negro pela Igualdade (Unegro). O evento aconteceu na última sexta-feira (31).

Projeção de queda da economia chega a 1,8%

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Instituições financeiras consultadas semanalmente pelo Banco Central (BC) pioraram pela terceira vez seguida as estimativas para a economia este ano. Desta vez, a projeção para a queda do dinheiroProduto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 1,76% para 1,8%. Para 2016, a projeção é leve crescimento de 0,2%, a mesma estimativa da semana passada.

Na avaliação do mercado financeiro, a produção industrial deve ter queda de 5%, este ano e crescimento de 1,30%, em 2016.

As projeções para a inflação também pioraram. A estimativa do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu pela 16ª vez seguida, ao passar de 9,23% para 9,25% este ano. Em 2016, a expectativa é que o índice fique em 5,40%, a mesma projeção da semana passada.

As projeções para a inflação estão acima do centro da meta, 4,5%. E, no caso de 2015, a estimativa supera também o teto da meta, 6,5%. O BC tem dito que entregará a inflação no centro da meta somente em 2016. Para alcançar esse objetivo, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa básica de juros, a Selic, por sete vezes consecutivas. Atualmente, a Selic está em 14,25% ao ano.

A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação. Embora ajude no controle dos preços, o aumento da taxa Selic prejudica a economia, que atravessa um ano de recessão, com queda na produção e no consumo.

A pesquisa do BC também traz a projeção para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que passou de 7,69% para 7,67% este ano. Para o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), a estimativa subiu de 7,52% para 7,64% em 2015. A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), passou de 8,74% para 8,76% este ano.

A projeção para a cotação do dólar subiu de R$ 3,25 para R$ 3,35, no fim de 2015, e de R$ 3,40 para R$ 3,49, no fim de 2016.

 

Fonte: Agência Brasil.

Petrobras aumenta rigor na contratação de fornecedores

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petrobrasA Petrobras tornou mais rigoroso o processo de gestão de fornecedores. As empresas deverão prestar informações detalhadas sobre estrutura, finanças e mecanismos de compliance (conformidade) e combate à fraude e à corrupção, entre outros itens, sendo avaliadas pelo processo conhecido como Due Diligence de Integridade.

O objetivo é aumentar a segurança nas contratações de bens e serviços e mitigar riscos em relação às práticas de fraude e corrupção. A companhia vem implementando ações para que apenas os fornecedores que comprovarem adotar medidas de conformidade e integridade sejam mantidos no cadastro da Petrobras e possam participar de processos licitatórios. As medidas foram anunciadas nesta sexta-feira (31) durante ato de devolução de recursos resgatados pelo Ministério Público Federal à companhia.

A revisão da situação dos fornecedores tem início com as empresas bloqueadas cautelarmente em função das evidências levantadas pelas investigações da Operação Lava Jato. Paralelamente, são avaliadas aquelas em processo de renovação ou em fase de inclusão no cadastro corporativo. Os novos contratos serão assinados junto a fornecedores que tenham sido aprovados no novo modelo de análise de integridade.

Além de atestar a veracidade das informações prestadas, as empresas que se mantiverem no banco de fornecedores da Petrobras darão à companhia a prerrogativa de realizar auditorias em seus padrões de integridade e de combate à fraude e à corrupção.

Dólar sobe e volta a fechar no maior nível em 12 anos

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dolarEm meio a preocupações com a desaceleração da economia da China e com o aumento dos juros nos Estados Unidos, a moeda norte-americana voltou a subir. O dólar comercial encerrou a última quinta-feira (30) vendido a R$ 3,371, com alta de 1,25% (R$ 0,042). A cotação voltou a ficar no maior nível em mais de 12 anos, desde 27 de março de 2003, quando a divisa tinha fechado em R$ 3,386.

O dólar operou o dia todo em alta, mas a subida acelerou-se depois das 10h. Na máxima do dia, por volta das 14h40, chegou a ser vendido a R$ 3,38, mas a alta diminuiu um pouco antes do fechamento do mercado. A moeda acumula alta de 8,43% em julho e de 26,8% em 2015.

Desde que a equipe econômica anunciou, na semana passada, a redução para 0,15% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) da meta de superávit primário (economia para pagar os juros da dívida pública), o dólar passou a subir. Segundo economistas ouvidos pela Agência Brasil, a possibilidade de o país perder o grau de investimento das agências de classificação de risco tem pressionado o câmbio.

Fatores externos também têm feito o dólar subir em todo o mundo. A divulgação de que o PIB nos Estados Unidos cresceu 2,3% no segundo trimestre, em termos anualizados, pressionou a cotação. A aceleração do crescimento da economia norte-americana reforçou a expectativa de que o Federal Reserve (Banco Central dos Estados Unidos) aumente os juros da maior economia do planeta antes do fim do ano.

Taxas mais altas nos Estados Unidos atraem mais capitais para países desenvolvidos, elevando a cotação do dólar em países emergentes como o Brasil, onde ocorre fuga de recursos. As quedas nas bolsas asiáticas provocadas pela queda nas ações das principais empresas na Bolsa de Xangai (China) também aumentaram a turbulência no mercado financeiro internacional.

 

Intervenções do Estado afastam sedes municipais do colapso hídrico

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flutuanteO Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria dos Recursos Hídricos e de suas vinculadas (Cogerh, Sohidra e Funceme), vem trabalhando intervenções para lidar com o risco do abastecimento hídrico que atinge principalmente os municípios cearenses de Sobral, Quixeramobim, Morada Nova e Jaguaretama.

“Não há soluções mágicas mas, dentro do que dispomos, temos conseguido importantes êxitos no enfrentamento aos efeitos dessa estiagem”, destaca o secretário dos Recursos Hídricos, Francisco Teixeira.

Aliada à perfuração de poços em áreas urbanas, intervenções na mudança do ponto de captação da água nos reservatórios tem possibilitado não apenas o melhor aproveitamento do recurso disponível, como a captação de uma água de melhor qualidade. “Essas captações eram feitas a jusante das barragens. Ou seja, a água era liberada por uma comporta para só então ser captada. O que fizemos foi transferir essa captação para dentro do açude, por meio de flutuantes, onde a água está disponível em maior quantidade e qualidade”, explica Teixeira.

Para possibilitar essa nova captação, foi necessária também a instalação de novas tubulações, nos moldes de mini-adutoras, ligando os flutuantes à rede já existente. “Importante nesse processo tem sido a participação de todos. Em Quixeramobim, por exemplo, fizemos a obra com apoio do Sistema Autônomo de Água e Esgoto (SAAE). A Prefeitura de Sobral também tem sido parceira nas ações ali empreendidas. Esse sentimento precisa ser entendido e absorvido por todos, porque a luta é de todos nós”, comenta o Secretário.

 

Fonte: Governo do Estado do Ceará.

Franquias apostam em negócios sobre rodas

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A escolha de investir em franquias já está na cabeça de muitos empresários e o setor alcança números mais significativos. Resultado: só no primeiro trimestre as redes de franchising cresceram33 9,2%, de acordo com o balanço da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Em faturamento foram R$ 31,3 bi contra R$ 28,7 bi, no período. Agora, o empreendimento no modelo sobre rodas de franquias também começa a ganhar maior adesão.

“O interesse pela franquia móvel tem aumentado nesses últimos 12 meses, conseguimos um aumento de 12% na demanda de customização dessas empresas que optaram pela mobilidade também. Os franqueados viram a oportunidade de deixar o negócio mais conhecido ainda”, aponta a sócia-diretora da FAG Brasil Veículos Especializados, Gislene Gonçalves Viana.

Menos gastos fixos com impostos prediais, contas de energia e água são fatores que contribuem para a nova opção de negócios. No portfólio da FAG Brasil já estão a franquia Pet Shop Móvel e a gelateria Cuor Di Crema. E quem atesta a importância do investimento sobre rodas é o diretor da rede de franquias Pet Shop Móvel, Renato Nascimento.

Há dois anos ele optou pela franquia móvel como alternativa de negócio após pesquisa do mercado nos Estados Unidos. “Lá já existe bastante os trucks e como o mercado pet tem aumentado nos últimos anos, resolvi trazer para cá”, explica Nascimento.

“Essa mobilidade que o truck tem faz com que eu tenha um risco menor e não sofra tanto com a concorrência”, comenta o diretor. De acordo com ele, atualmente a rede conta com seis franqueados e tem uma média de 400 atendimentos/mês por carro.

 

Do Portal Infomoney.

Índice que reajusta aluguéis avança 6,97% em um ano

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dinheiroO Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M), usado como referência para o reajuste dos aluguéis, variou 6,97% nos últimos 12 meses, de acordo com a Fundação Getulio Vargas. No acumulado de janeiro a julho, o índice variou 5,05%.

No mês de julho, a variação foi 0,69%. No mesmo mês de 2014, houve queda de 0,61%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo apresentou taxa de variação de 0,73%. No mês anterior, a taxa foi 0,41%.

O índice dos bens finais variou 0,46% em julho. Em junho, este grupo de produtos mostrou variação de 0,6%. Contribuiu para o recuo o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 1,8% para 0,96%.

A taxa referente ao grupo bens intermediários variou 0,33%. Em junho, a taxa foi 0,36%. O principal responsável por este movimento foi o item materiais e componentes para a construção, cuja taxa passou de 0,51% para -0,51%.

O grupo matérias-primas brutas variou 1,57%, em julho. Em junho, o índice registrou variação de 0,24%. Os itens que mais contribuíram foram: soja (em grão), que passou de -0,44% para 5,26%; milho em grão, de -4,21% para 2,33%, e aves, de 0,98% para 5,18%. Em sentido oposto, destacam-se minério de ferro, 5,90% para 3,09%; bovinos, de -0,26% para -1,32%, e suínos, de 6,98% para 0,62%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,6%, em julho, ante 0,83%, em junho. Cinco das oito classes de despesa registraram decréscimo: despesas diversas, de (5,47% para 0,52%), educação, leitura e recreação (de 0,82% para -0,07%), transportes (de 0,28% para 0,04%), saúde e cuidados pessoais (de 0,79% para 0,56%) e vestuário (de 0,37% para 0,29%).

Apresentaram acréscimo em suas taxas de variação a habitação, de 0,70% para 0,94%; comunicação, de 0,25% para 0,37%, e alimentação, de 0,98% para 0,99%.

Ceará é o primeiro estado a receber o Plano Safra Agricultura Familiar

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11O Estado do Ceará é a primeira unidade da federação a receber o lançamento do Plano Safra Agricultura Familiar 2015-2016. O anúncio foi feito durante solenidade comandada pelo governador Camilo Santana e o ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, nesta quarta-feira (29) no Palácio da Abolição em Fortaleza.

“O Plano Safra prevê recursos garantidos, com juros subsidiados e negativos, do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), entre outros programas de crédito. Esse é um dinheiro que auxiliará os agricultores a comprar suas rações, animais, aparelhagens para produção de leite, compra de veículos para ajudar a distribuir a sua produção. Tudo para que possa melhorar a produção agrícola e pecuária”, celebrou o governador Camilo Santana.

Para o ministro, o pioneirismo cearense se dará inclusive nas questões agrárias de todo o Nordeste. “Os caminhos do Brasil passam pelo Ceará, que foi o primeiro estado que aboliu a escravidão. Por isso quero que o estado também seja lembrado, no futuro, por cumprir o princípio da função social da terra”, destacou Patrus Ananias.

O recurso total de R$ 28,9 bilhões, para operações de custeio e investimento na agricultura familiar em todo o país, foi anunciado pela presidente Dilma Rousseff no último mês de junho. Para o Estado do Ceará, está previsto um montante de R$ 689 milhões para a assinatura de cerca de 140 mil novos contratos de financiamento de projetos da agricultura familiar e agroindústrias.

Eles poderão ser contratados via programas como o Fundo Estadual de Desenvolvimento da Agricultura Familiar (Fedaf), Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), além de outros. O pequeno produtor que se interessar pelo novo programa pode procurar a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará (Ematerce) para receber orientações técnicas. Com o projeto pronto, ele deve buscar instituições como o Banco do Nordeste (BNB) ou o Banco do Brasil para se inscrever na linha de crédito.

 

Fonte: Governo do Estado do Ceará.

Vendas caem 4,72% no setor de supermercados,

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correiosAs vendas do setor de supermercados caíram 4,72% em valores reais em junho na comparação com maio e 3,04% na comparação com junho do ano passado. No acumulado do ano, não houve variação nas vendas, de acordo com o Índice Nacional de Vendas da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), divulgado nesta terça-feira (28), na capital paulista.
A cesta de 35 produtos de largo uso, analisada pela entidade registrou elevação de 1,19%
com o preço passando de R$ 406,20 em maio para R$ 411,03 junho. Os itens que apresentaram maiores elevações nos preços foram cebola (16,72%), batata (8,99%), sabão em pó (4,42%) e xampu (4,12%). No sentido contrário, estão relacionados tomate (-12,79%), biscoito cream cracker (-4,44%), massa sêmola espaguete (-1,47%) e desinfetante (-0,98%).

Todas as regiões tiveram alta na cesta, com a Norte liderando a lista (2,54%) atingindo o valor de R$ 463,35, seguida da Nordeste (1,91%), chegando a R$ 352,54, Sul (0,96%) e valor de R$ 448,70, Sudeste (0,44%), totalizando R$ 392,91 e Centro Oeste (013%), valendo R$ 390,12.

Segundo o vice-presidente da Abras, João Sanzovo, o resultado é reflexo do cenário de crise politica e econômica que gera falta de confiança do consumidor, além do aumento do desemprego, diminuição da massa salarial e da inflação em alta que causa perda do poder aquisitivo. “Temos um cenário complicado dentro do qual podemos dizer que o setor está bem posicionado na comparação com outros setores”.

Na análise de Sanzovo, o setor está conseguindo manter alguma estabilidade, porque o consumidor está mudando alguns hábitos, como deixar de comer fora de casa. “Isso implica em comprar mais nos supermercado, para abastecer a dispensa. Ao mesmo tempo em que restringe compras de outros bens, passa a comprar mais no supermercado para se satisfazer. Tem ainda uma tentativa muito forte do setor na busca de mais ofertas que criem clima positivo dentro das lojas, gere uma disposição maior para o consumo e segure os preços”.