Feira do Conhecimento no Ceará integra ciência, tecnologia, inovação e negócios

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A Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Ceará e o Instituto Centec lançam hoje (16 de maio), a terceira edição da Feira do Conhecimento: Ciência, Tecnologia, Inovação e Negócios. A solenidade de lançamento acontecerá no Museu da Fotografia (Rua Frederico Borges, 545 – Varjota), a partir das 17h30.

O lançamento reunirá a comunidade de CT&I do Ceará e, na oportunidade, serão apresentadas a programação preliminar da FdC3, a logomarca, a planta de stands e o tema da edição 2019, prevista para acontecer de 16 a 19 de outubro, no Centro de Eventos do Ceará. A ideia é ultrapassar os 200 expositores e receber mais de 15 mil pessoas, entre estudantes, professores, pesquisadores, jovens empreendedores, empresários, profissionais da área de tecnologia, gestores e comunidade em geral.

Com programação totalmente gratuita, a terceira edição da Feira do Conhecimento reunirá atrações em diversas áreas da CT&I, robótica, jogos digitais, inovações científicas, seminários, corrida de drones, hackathon, rodadas de negócios, apresentações culturais e muito mais.

Sobre a FdC

A Feira do Conhecimento – Ciência, Tecnologia, Inovação e Negócios é uma iniciativa inédita do Governo do Ceará/Secitece para a popularização da Ciência. Realizada anualmente, a feira reúne academia, empresas, governo e comunidade mostrando o conhecimento produzido no Estado, apresentando o Ceará como indutor e catalisador da transferência de ciência e tecnologia.

Em sua primeira edição, em 2017, foram 10 mil visitantes e mais de 90 expositores. A segunda edição, em 2018, levou 15 mil visitantes para o Centro de Eventos do Ceará e reuniu mais de 200 expositores, com 35 oficinas e 60 palestras sobre diversas temáticas, de acordo com o público e área de interesse, totalizando 260 horas de programação gratuita. A edição deste ano promete superar os números tanto em relação às atrações quanto ao de visitantes.

Terceira edição da Feira do Conhecimento será aberta hoje em Fortaleza (16/5)

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A Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior e o Instituto Centec, do Governo do Ceará, lançam nesta quinta-feira (16/5) a terceira edição da Feira do Conhecimento: Ciência, Tecnologia, Inovação e Negócios. A solenidade de lançamento da FdC3 acontecerá no Museu da Fotografia (Rua Frederico Borges, 545 – Varjota), a partir das 17h30min.

No evento serão apresentadas a programação preliminar da FdC3, a logomarca, a planta de stands e o tema da edição 2019, prevista para acontecer de 16 a 19 de outubro, no Centro de Eventos do Ceará. A ideia é receber na feira mais de 15 mil pessoas, entre estudantes, professores, pesquisadores, jovens empreendedores, empresários, profissionais da área de tecnologia, gestores e comunidade em geral.

ProgramaçãoCom programação totalmente gratuita, a terceira edição da Feira do Conhecimento reunirá atrações em diversas áreas da CT&I, robótica, jogos digitais, inovações científicas, seminários, corrida de drones, hackathon, rodadas de negócios, apresentações culturais e muito mais. 

Também já estão confirmados os seguintes nomes na programação: Bráulio Bessa, poeta e cordelista, com a palestra “A arte de empreender”; Silvio Meira, cientista, professor e empreendedor, que falará sobre “Gente Digital: os líderes do futuro”; Camila Farani, investidora e um dos “tubarões” do programa Shark Tank Brasil, com a palestra “Como vencer tubarões”; e Lia Medeiros, cientista brasileira que faz parte do projeto que divulgou a primeira foto de um buraco negro, que falará sobre “Uma viagem para o buraco negro”.

A FdC3 também levará ao Centro de Eventos o grupo “Ciência em Show”, espetáculo onde a protagonista é a Ciência. Numa apresentação divertida, os apresentadores interagem com a plateia através de experimentos ao vivo, numa explosão de conhecimento para toda a família.

Sobre a FdC
A Feira do Conhecimento – Ciência, Tecnologia, Inovação e Negócios é uma iniciativa inédita do Governo do Ceará/Secitece para a popularização da Ciência. Realizada anualmente, a feira reúne academia, empresas, governo e comunidade mostrando o conhecimento produzido no Estado, apresentando o Ceará como indutor e catalisador da transferência de ciência e tecnologia.

Em sua primeira edição, em 2017, foram 10 mil visitantes e mais de 90 expositores. A segunda edição, em 2018, levou 13 mil visitantes para o Centro de Eventos do Ceará e reuniu mais de 200 expositores, com 35 oficinas e 60 palestras sobre diversas temáticas, de acordo com o público e área de interesse, totalizando 260 horas de programação gratuita. A edição deste ano promete superar os números tanto em relação às atrações quanto ao de visitantes.

Marca de camisas com estampas do Ciro Gomes em forma de meme, entre outros, inova e ganha fãs

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As redes sociais se tornaram uma grande aliada na difusão de opiniões políticas no país. Percebendo isso os empreendedores Pedro Waite e Leonardo Bueno decidiram criar a Loja Progressista (https://www.lojaprogressista.com.br/) para que simpatizantes das ideias e das frases clássicas do político Ciro Gomes pudessem expor o que acreditam até na hora de se vestir. A loja virtual comercializa camisetas masculinas e femininas com temas da esquerda progressista moderna e com inspiração em políticos brasileiros como Ciro Gomes, Brizola entre outros líderes.

“A missão da Loja Progressista é fazer estampas legais e dinâmicas e dar uma nova interpretação sobre vários temas que conectam as pessoas com visões mais progressistas e mais modernas, valorizando os políticos que representam à evolução dessas visões, dando às pessoas a oportunidade de vestir a camisa do que acredita, literalmente”, destacou o empresário e sócio da Loja Progressista, Leonardo Bueno.

O imediatismo e o amplo alcance das redes sociais tem o potencial de visibilizar opiniões e posicionamentos políticos por meio de campanhas, tuítes, memes e Fake News. No entanto, outras formas de expressão políticas ganham forças e surgem como uma nova opção de apoio partidário. Representantes de partidos, apoiadores e manifestantes adotaram as ferramentas como ponte para promover debates virtuais, muitos criaram páginas no Facebook e contas no Instagram para expressar apoio partidário e opinar por melhoria social. O Twitter também se tornou umas das redes sociais mais utilizadas para discutir opiniões, segundo o balanço divulgado pelo Twitter em 2018, em um período entre agosto e outubro, foram publicados 165 milhões de tuítes sobre as eleições, quatro vezes mais do que no mesmo período em 2014. Ainda de acordo com o levantamento, entre outros temas mais comentados estavam corrupção, seguida por segurança, educação, direitos civis, economia e saúde.

Um movimento que ganhou forças nesse período e que se estende até hoje, é o movimento progressista. Após o ex candidato à presidência da república pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT), Ciro Gomes, alavancar nas pesquisas nos últimos dias do segundo turno e ser o terceiro colocado na corrida presidencial de 2018. Atualmente, mais de 2 milhões de internautas acompanham o político no Facebook, Instagram e no Twitter.

Cresce 310% o número de jovens que começaram a investir

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Nos últimos anos, houve crescimento contínuo no número de jovens, de 18 a 30 anos, que estão investindo. Na corretora Nova Futura Investimentos houve um crescimento de 310%, nos últimos 2 anos, de jovens que abriram conta e passaram a investir. A partir desse crescimento é possível visualizar que os hábitos etários estão mudando, e o grupo mais jovem deve continuar crescendo.

Essa mudança pode estar relacionada ao acesso a informações qualificadas, presença de corretoras em ambientes virtuais, facilidade de comprar várias modalidades de investimentos através de contas digitais e o aporte inicial baixo, que acabam chamando a atenção dos jovens investidores, que querem aplicar seu dinheiro, mas até então precisavam ter um esforço maior para buscar um local de confiança. Motivos como estes facilitam e fazem o número de jovens crescer cada vez mais no mercado financeiro.

Pensar na independência financeira desde cedo traz muitas possibilidades de planejamento, pois o jovem tem anos para aproveitar os juros, o acúmulo dos rendimentos, as altas e baixas da renda variável, sem preocupar-se com essa volatilidade que traz rendimentos muito significativos. “A falta de identidade com as empresas e com o mercado de trabalho, a necessidade de construir uma reserva para o futuro afim de garantir a aposentadoria e a busca por taxas de retornos superiores depois da queda da taxa Selic fizeram com que a busca pelos mercados de renda variável aumentasse exponencialmente e despertasse esse interesse dos jovens”, explica Nicholas Muroga, Analista de Investimentos da Nova Futura Investimentos.

Otimize seus dados e desbloqueie um novo potencial de negócios

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Artigo de Tak Naito é gerente sênior de Produto e de Inteligência de Marketing na Ricoh América Latina.

Qual é o bem mais valioso de qualquer empresa nos dias de hoje? Sem dúvida, nesta era de transformação digital, são os dados. A gestão da informação impulsiona as empresas a tomarem melhores decisões de negócio, expandirem as oportunidades de mercado e aumentarem as vantagens competitivas.

Hoje, graças a tecnologias como a nuvem, funcionários e clientes têm mais acesso à informação do que jamais vimos. No entanto, um estudo da PwC constatou que 96% das empresas em nível global não conseguem desbloquear todo o potencial de suas informações. Do total, 40% das empresas analisadas no estudo disseram que obtiveram poucos benefícios tangíveis com seus dados, e 23% afirmaram que não obtiveram nenhum benefício.

Diante dessa situação, as empresas devem concretizar uma estratégia eficiente de gestão da informação que possa se transformar em processos ágeis e de pensamento rápido. Mas, primeiro, é preciso analisar e criar um sistema robusto para administrá-los. Isso pode servir para identificar brechas no atendimento ao cliente.

Nesse contexto, compartilho cinco dicas para desbloquear o potencial dos seus dados e contar com acessos mais rápidos e seguros:

1. Escolha um profissional qualificado para configurar o sistema de gestão da informação de toda companhia

A Gartner, empresa de consultoria, recomenda designar um administrador de informações para cada unidade de negócios, o que vai ajudar a criar controles de risco nas informações utilizadas e trazer sucesso para as estratégias de negócios.

2. Faça uma auditoria de informações da sua empresa e identifique o que pode ser automatizado

Todos os sistemas e documentos em papel devem ser analisados. A conversão de documentos para o formato digital permite maior acessibilidade e facilidade na pesquisa. Isso traz economia e ajuda os colaboradores a serem mais produtivos, além de elevar as perspectivas de negócios.

3. Elimine espaço de armazenamento desnecessário

Tanto o armazenamento físico como o digital tem um custo para as empresas. Você está usando a combinação ideal de soluções em seus escritórios e fora deles? Ou será que é o momento de fazer mudanças? Isso não deve ser um exercício feito de uma só vez: a tecnologia avança rapidamente e você deve monitorar seus sistemas com regularidade, para ver se uma nova metodologia pode funcionar melhor.

4. Use um sistema de gestão de dados para estruturar informações

Isso inclui documentos do Word, e-mails em PDF, arquivos de PowerPoint, vídeos, arquivos de áudio, imagens e até mesmo publicações nas redes sociais. As planilhas convencionais não fazem o levantamento desse tipo de informação. Vale tentar uma solução de data mining, processo capaz de explorar grandes quantidades de dados para a busca de padrões consistentes.

5. Aplique o Big Data às informações da sua empresa para detectar tendências e fazer previsões

Com os grandes volumes de informações disponíveis para serem analisados, é importante fazer as perguntas certas e concentrar-se nas áreas onde é possível diminuir custos ou desenvolver novas fontes de receita. Você tem problemas de entrega? Analise a cadeia de suprimentos. Quer saber o que seus clientes realmente pensam de você? Não confie apenas em pesquisas, analise também os dados dos seus perfis nas redes sociais. Os clientes desejam algo que você não fornece? Talvez seja a hora de investir em inovações e lançar uma nova linha de produtos.

Com toda a eficiência e os conhecimentos aprimorados que você obtém ao otimizar suas informações e desbloquear todo o valor delas, você vai se perguntar por que não fez isso antes!

Sistema Fecomércio cria Ordem do Mérito Comercial do Ceará

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Como forma de reconhecer àqueles que tanto se dedicam a ampliar a atuação e os impactos positivos das instituições que compõem o Sistema Fecomércio, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará lança, este ano, a Ordem do Mérito Comercial do Ceará. A primeira edição da honraria será entregue amanhã (17 de maio), durante solenidade no buffet La Maison Coliseu, com a presença de personalidades locais e nacionais.

A celebração coincide com o encerramento do 35º Congresso Nacional de Sindicatos Empresariais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNSE), que trará a Fortaleza dirigentes sindicais, empresários, executivos, advogados e outros interessados no setor de comércio vindos de todo o País. O evento é realizado pela Fecomércio-CE em parceria com o Sindilojas Fortaleza e discutirá, de 15 a 17 de maio, diversos assuntos ligados, tanto ao sindicalismo patronal, quanto ao cenário econômico nacional e os efeitos sobre o setor.

A Ordem do Mérito Comercial do Ceará foi criada para homenagear personalidades físicas, jurídicas e organizações nacionais e internacionais que alcançam destaque nos segmentos empresarial, cultural, científico, político, religioso, social e ainda na defesa da livre empresa, contribuindo com as instituições do Sistema Fecomércio-CE. Este ano, o homenageado será José Roberto Tadros (foto), atual presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC);

Para Maurício Filizola, presidente do Sistema Fecomércio Ceará, a criação da Ordem constitui uma forma de materializar um sentimento que já existe dentro da instituição: “Nós somos sempre muito gratos a todas as pessoas que, de alguma forma, colaboram com as nossas atividades. Com essa honraria, formalizamos o agradecimento a essas pessoas, que ajudam constantemente o comércio, as instituições que compõem o Sistema e também a sociedade de maneira geral, porque todo o trabalho dessas instituições tem por objetivo final fomentar o desenvolvimento do País”, explica.

Associações podem cobrar dívidas gratuitamente

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Uma associação é uma reunião de pessoas, sem fins lucrativos, em prol de um objetivo. A arrecadação de fundos dentro dessas organizações é feita com a finalidade de mantê-las funcionando. Logo, todo o orçamento é planejado para questões necessárias ao trabalho delas. Nesse cenário, o não recebimento de algum valor pode colocar o trabalho dessas instituições em cheque, colocando em risco sua existência. Uma alternativa, nesses casos, é cobrar as dívidas por meio do protesto extrajudicial, opção gratuita para quem precisa receber um valor em aberto.

Esse instrumento é uma forma segura e legal de intimar um devedor a quitar débito sem que seja necessário acionar o judiciário. O percentual de recuperação de crédito do protesto é alto, ainda nos três primeiros dias uteis. “Essa agilidade é um diferencial, principalmente no caso da associação, que, não raro, precisa receber para continuar com suas atividades”, destaca Eversio Donizete, presidente do Instituto de Protesto de Minas Gerais, entidade que representa os cartórios do estado.

A gratuidade do protesto também é uma vantagem, pois evita que a associação, já desfalcada pela falta de um pagamento, precise desembolsar qualquer quantia para cobrar a dívida. “O protesto em cartórios é uma ajuda importante para as associações e seus representados no recebimento de dívidas e na movimentação das economias locais, principalmente por ser ágil e gratuito, já que a entidade não precisa desembolsar nenhuma quantia para protestar um débito”, complementa.

Um exemplo de uma situação, em que o protesto extrajudicial pode ser utilizado por associações, é quando uma pessoa ou empresa solicita o aluguel de algum espaço de eventos, usa esse espaço e não efetua o pagamento. “Se uma associação, por exemplo, possui um espaço físico, cobra pelo seu uso para eventos, mas não recebe o pagamento, a associação pode cobrar essa dívida em cartório. Nesses casos, a instituição precisa ter um documento que comprove a dívida” explica o presidente do Instituto.

O protesto gratuito está disponível para pessoas físicas e jurídicas, mas quando envolve órgãos públicos, sindicatos, associações e instituições afins é importante consultar a lei, para sondar o que é permitido ou não. No caso de associações que querem cobrar dívidas de seus associados, seja via protesto ou não, é fundamental que a entidade verifique a legislação vigente que a cerca sobre o assunto e ainda seu estatuto social. “Essa postura é fundamental, pois o pagamento de mensalidade à associação, por exemplo, depende da livre e espontânea vontade do cidadão em associar-se. Isso significa que se a pessoa não é associada, ela não pode ser cobrada”, orienta.

Protestar é fácil

Vários documentos podem ser protestados, como cheques, contratos, certidões de dívida ativa, notas promissórias, células de crédito bancário, entre outros. A cobrança dos débitos pode ser feita por meio do sitewww.protestomg.com.br ou pessoalmente, nos cartórios. Nesse caso, é necessário apresentar um documento que comprove a dívida. No site, ainda é possível consultar se existe protesto relacionado àquela pessoa ou àquela empresa, por meio do número de cadastro de pessoa física ou jurídica (CPF/CNPJ), de forma gratuita e sem necessidade de cadastro.

Ethos, FGVethics e IFC lançam iniciativa para bases para autorregulação de infraestrutura

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O Instituto Ethos, a FGVethics e a IFC, membro do Grupo Banco Mundial, lançaram iniciativa para promover o fortalecimento do setor de infraestrutura no Brasil e a construção das bases para sua autorregulação.

As três organizações estão unindo esforços para facilitar um processo de diálogo amplo e transparente com os diversos stakeholders do setor de infraestrutura e a sociedade em geral para endereçar importantes desafios do setor ligados à ética, integridade, transparência e ao combate à corrupção. As organizações entendem que a solução desses desafios demandam ações conjuntas e não somente atitudes individuais. O resultado desse processo será a implementação da autorregulação em infraestrutura

O Instituto Ethos, a FGVethics e a IFC entendem que uma ação coletiva do setor para endereçar temas como ética transparência e integridade é essencial para atingir o desenvolvimento sustentável de longo prazo e assegurar a competitividade do setor de infraestrutura.

Nos próximos meses, as organizações facilitarão uma série de encontros, discussões e workshops contando com a participação de empresas de engenharia, construtoras, operadores de infraestrutura, bancos e financiadores, seguradoras, associações de classe, agências multilaterais, entre outros. Já estão engajadas nessa iniciativa de ação coletiva para melhoria da integridade no setor da infraestrutura. Até o momento, 18 empresas são signatárias da iniciativa e várias outras organizações também já estão engajadas no processo de construção da iniciativa.

O lançamento aconteceu em São Paulo, em evento que contou com a presença do Ministro da CGU Wagner Rosário. “Essa iniciativa é essencial para que as empresas de infraestrutura que tiveram problemas e pagaram suas multas possam trabalhar em modelos éticos e transparentes. E, para que as demais não cometam os mesmos erros. O governo quer uma relação ética e sustentável entre o público e privado. Essa iniciativa de autorregulação é um caminho para o fomento à integridade do setor”, concluiu.

Como R$ 20 mil emprestados se transformaram em R$ 15 milhões em apenas seis anos

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Imagine começar um negócio com R$ 20 mil emprestado por um banco em 2012 e faturar R$ 15 milhões em 2018, um crescimento de 35% na comparação com 2017. É essa a síntese da história da Primee, que atua na terceirização de serviços com sede em Curitiba e atendimento em todo o Brasil. O portfólio de serviços conduzidos atende pequenas, médias e grandes empresas tanto em áreas tradicionais da terceirização (limpeza, segurança e recepção) até projetos personalizados, que envolvem áreas produtivas, de logística e de engenharia.

O olhar frio dos números, contudo, não mostra as dificuldades superadas pelos empresários Igor Marçal e Elder Shiguematsu, idealizadores e sócios da empresa. “Nós trabalhávamos em uma empresa de terceirização, analisamos as carências do mercado, quais eram as falhas e como a Primee poderia seguir um caminho contrário ao dos concorrentes. Tomamos R$ 20 mil emprestados, sem um plano de negócios detalhado e apenas uma certeza: de que o atendimento neste mercado era falho e poderíamos crescer”, lembra Marçal.

Os diferenciais

Aos poucos, as dificuldades iniciais foram sendo superadas, especialmente a busca por conquistar a confiança dos primeiros clientes com uma estrutura pequena. “Por que um cliente vai confiar em um negócio novo e não com o concorrente que está consolidado e tem mais estrutura? Nós mostramos que tínhamos um plano de crescimento: éramos pequenos, mas pensávamos grande”, questiona Marçal, buscando compreender o ponto de vista dos contratantes.

A partir desse primeiro contrato, o cuidado no relacionamento com os clientes se tornou um diferencial. “Atendimento é o principal quesito para ter um negócio bem-sucedido: por isso, nos preocupamos em atender de forma personalizada”, reforça. Não à toa, de acordo com Marçal, muitos dos clientes cresceram em conjunto com a Primee, o que simplificou o processo de expansão geográfica da empresa, já que algumas delas estão em todo o país.

No mercado de atendimento de serviços terceirizados, as respostas precisam ser rápidas e criativas. “Todo cliente que vai contratar um serviço quer a solução de problemas: nosso foco é encontrar a solução”, diz. O desafio para o futuro é continuar com as estratégias operacionais e comerciais bem definidas. “Mais do que o resultado, não podemos deixar a empresa perder o lado humano”, afirma.

Terceirização irrestrita

Os negócios ganharam um empurrão em 2017, com a promulgação da Lei da Terceirização (13.429/2017) e autorização de seu funcionamento pelo Supremo Tribunal Federal, no ano passado. Anteriormente, as companhias podiam terceirizar apenas as atividades-meio (setores não relacionados à atuação da companhia), caso de segurança, limpeza e tecnologia da informação. Com esse novo contexto, o planejamento da Primee prevê um crescimento ainda maior do que o obtido no ano passado: de 40% em 2019.

Em 2015, estimava-se que 25% dos cerca de 47 milhões de empregos do país eram terceirizados, segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais). Há estudos que mostram que, com o aval do STF, a chamada terceirização irrestrita, é possível haver uma alteração nesta pirâmide, o que pode fazer com que os contratados por empresas terceirizadas se tornem maioria no mercado de trabalho. “Com a flexibilização da lei, estamos expandindo as operações dos nossos próprios clientes e, também, geograficamente no Brasil. Ela nos permitiu desbravar o território nacional, onde já estamos presentes em cidades como Porto Alegre, Florianópolis, Belém e São Luís, além de aumentar o leque de serviços oferecidos”, completa Igor Marçal.

Operações financeiras para grandes investidores passam a ser oferecidas também para pessoas físicas

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Em um ano 237 mil novos investidores entraram para a bolsa de valores, resultando em um crescimento de 38% no período de 12 meses. Isso reflete o otimismo do brasileiro em relação a renda variável, principalmente após os sucessivos recordes registrados em 2019. Ainda este ano a estimativa é que até junho mais de 1 milhão de brasileiros estejam investindo em ações.

“É pouco se compararmos ao mercado americano, que 70% das pessoas então na bolsa, por exemplo, mas já pode ser considerada uma grande evolução”, explica Marcelo Missioneiro, Head da Mesa de Operações Estruturadas da Nova Futura Investimentos.

Para atrair e reter este público as Corretoras de Valores têm inovado nos últimos anos. São taxas cada vez mais baixas, campanhas com artistas e grandes investimentos em tecnologia para manter a plataforma de investimentos estável. Agora, o serviço financeiro passa para um novo estágio. Produtos que estavam disponíveis apenas para grandes investidores são oferecidos para a pessoa-física a partir de R$ 1 mil. São as chamadas operações estruturadas, quando dois ou mais ativos são usados na operação como forma de potencializar os ganhos ou proteger o capital.

“É complicado mesmo para um investidor com experiência fazer sozinho este tipo de operação. Por isso, começamos a oferecer todo o suporte de acordo com cada cliente. Entendemos o perfil, explicamos os riscos e possibilidades de ganhos e ele toma sua decisão para montarmos a operação. Era algo que só estava disponível para os grandes investidores e agora estamos democratizando. O cliente do mercado financeiro está ficando cada vez mais exigente e a instituição que não acompanhar vai acabar saindo do mercado”, revela Missioneiro.