Calçados são os produtos mais exportados por Horizonte, no Ceará

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O município de Horizonte (CE) registrou, no primeiro bimestre de 2019, alta de 30% nas exportações. A cidade exportou US$ 508,6 mil no período. Em relação às importações, Horizonte somou US$ 6,34 milhões em vendas, volume que faz a cidade aparecer na sexta posição do ranking dos principais municípios importadores do Ceará. Os dados são de estudo do Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec).   

O setor calçadista foi o principal responsável pelas exportações de Horizonte, sobretudo os calçados com sola exterior de borracha, que totalizaram mais de US$ 500 mil. Países sul americanos como Equador e Peru são os principais consumidores dos produtos vendidos pela cidade. Equador, em 1°, consumiu US$ 190,2 mil, mais de 600% a mais em relação a 2018.

O subgrupo de malas e maletas, especialmente mochilas e bolsas, são os itens mais importados pela cidade, totalizando US$ 1,13 milhões. O segundo maior grupo de produtos das importações, as peças de veículos pesados, registraram US$ 762,8 mil. Argentina e China são os países que mais exportam para Horizonte. Juntos, os dois países somam US$ 4,28 milhões, 67% do total importado pela cidade.

Horizonte concentra mais de 50% do seu PIB no setor de serviços foi a cidade cearense que mais gerou empregos líquidos em 2018. A indústria que corresponde a 40% do produto da cidade, enquanto o setor agropecuário 8%.

Saiba mais

Centro Internacional de Negócios da Fiec apoia a internacionalização das empresas cearenses e promove ações estratégicas, de capacitação e relações institucionais, com o objetivo de impulsionar as exportações e importações da indústria do Ceará. Faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará, que, junto com Serviço Social da Indústria (Sesi Ceará), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Ceará), Instituto Euvaldo Lodi (IEL Ceará) e o Observatório da Indústria, forma o Sistema Fiec.

Congresso em Fortaleza debate cenário econômico e varejo do futuro

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Com mercados cada vez mais dinâmicos, a longevidade das empresas depende de muitos fatores, incluindo questões internas e externas aos negócios. As entidades sindicais têm um papel importante nesse contexto, mantendo-se atentas às transformações que podem influenciar os resultados do setor. Com essa perspectiva, a 35ª edição do Congresso Nacional de Sindicatos Empresariais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, que acontece em Fortaleza no mês de maio, incluiu em sua programação diversos temas que envolvem o presente e o futuro das empresas do setor.

O cenário econômico incerto que o país vem enfrentando nos últimos anos, com a lenta recuperação da crise econômica, tem consequências diretas para o comércio. Para este ano, os empresários mostram-se otimistas. Em fevereiro, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) da CNC apontou que 95,3% dos empresários pesquisados esperam uma melhora nas condições econômicas do País nos próximos meses. Essa relação entre os sinais da economia nacional e o que o setor pode esperar será tema de debates.

Outro fator que causa prejuízos generalizados é a pirataria. De acordo com o Fórum Nacional Contra a Pirataria (FNCP), formado por 30 entidades que combatem a ilegalidade, as empresas e o governo no Brasil perderam, ao todo, R$ 146,3 bilhões por causa da pirataria em 2017. Levantamentos de consultorias como a MUSO (Reino Unido) e a Tru Optik (EUA) apontam que o país é um dos que mais consome pirataria no mundo. A Pirataria e os Danos Causados ao Comércio é um tema que também será debatido no congresso.

No painel Varejo do Futuro, os congressistas serão convidados a pensar sobre as inovações que já estão transformando as relações entre clientes e empresas no comércio. Com tantas mudanças na tecnologia e nos hábitos de consumo, estar bem preparado para as novas formas de atender o público é um passo muito importante para manter a competitividade dos negócios.

O 35º CNSE acontece entre os dias 15 e 17 de maio, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza. Realizado pela Fecomércio-CE em parceria com o Sindilojas Fortaleza, o encontro reunirá empresários e diretores de sindicatos do setor de todo o País para discutir questões importantes para o desenvolvimento dessas atividades. As inscrições para o congresso podem ser feitas através do site https://www.35cnse.com.br/ 

Deputado sugere a instalação de delegacia especializada em crimes cibernéticos no Ceará

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Vítima de clonagem do número de Whatsapp, o deputado cearense estadual Acrísio Sena (PT) voltou a propor na Assembleia Legislativa que o governo instale uma Delegacia especializada em crimes cibernéticos.

“Pessoas foram lesadas, pois receberam mensagem minhas solicitando dinheiro. Graças ao trabalho do perito Marcos Monteiro, localizamos o IP do computador, no Rio Grande do Norte, em conluio com outro marginal do Bom Jardim que recebia e sacava os recursos. Isso aconteceu com parlamentares desta Casa e mostra a necessidade de uma política de enfrentamento no âmbito estadual, nacional e internacional, porque o cidadão comum é quem mais sofre”.

Acrísio anunciou que já falou sobre a criação da Delegacia com o delegado geral da Polícia Civil, Marcus Rattacaso, e que fará audiência pública sobre o tema. 

Hoje, no Brasil, mais de 139 milhões de pessoas usam Internet. Destes, 85% usam todos os dias e, em média, cada brasileiro fica 9h14m conectado, a maior parte (89%) através de seu celular. 

“Como fica a segurança do comércio na rede? Números de CPF, identidade, endereço, cartão de crédito, telefone e conta bancária são comumente usados e compartilhados sem autorização. No quesito exposição de privacidade, crianças e mulheres são as principais vítimas”, ressaltou.

Pesquisa diz que 54% dos chefes de tecnologia da informação dedicam 1/3 do tempo à segurança

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Lado a lado com a inovação, a segurança da informação é, hoje, um dos temas mais relevantes para os chefes de tecnologia de informação (CIOs, na sigla em inglês “Chief Information Officer”) de todo o mundo. Isto foi o que revelou a CIO Survey 2018-2019, pesquisa realizada pela Logicalis, empresa global de serviços e soluções de tecnologia da informação e comunicação, que ouviu 841 executivos, em 24 países. Segundo o estudo, 93% dos CIOs dedicam entre 10% e 50% do tempo a segurança da informação, e 54% gastam, ao menos, 30% do tempo nisso.

Outro dado que demonstra a importância cada vez mais estratégica da segurança da informação para os executivos – e a maior maturidade com que eles vêm lidando com o tema – é o fato de a tecnologia em si ser cada vez menos relevante frente às pessoas e processos. Apesar de temas como malware e ransomware ainda serem vistos como as principais ameaças – citados por 68% dos CIOs –, é cada vez mais claro o risco trazido por questões como a falta de conscientização e erros da equipe (56%), violação de dados (54%), phishing (49%), pessoal interno mal-intencionado (39%) e engenharia social (34%).

“Fica claro que os executivos estão compreendendo e aceitando que as pessoas são, na maior parte das vezes, o elo mais fraco em qualquer estrutura de segurança, e que um bom planejamento envolve não apenas adoção de tecnologia, mas também revisão de processos e conscientização das pessoas”, explica Alexandre Murakami, diretor da unidade de segurança da Logicalis para América Latina. “Isso torna-se ainda mais pungente em um mundo digital em que as barreiras das corporações deixam de ser físicas, em que as empresas estão espalhadas por toda parte.”

As empresas começam a perceber também que abordagens focadas apenas na defesa contra os ataques não são mais suficientes. Esta mudança de visão trouxe uma reorientação nos fundamentos de proteção, que passa a atuar em um modelo que vem sendo chamado de “resiliência cibernética”, ou seja, a capacidade de detectar um ataque e se recuperar. Já usada por 36% dos entrevistados, essa abordagem nasceu ao se perceber que, já que não é possível evitar 100% dos ataques, conter aqueles que passam pelas defesas, enquanto o negócio se mantém funcionando, também é muito importante.

Para ler o estudo completo acesse: https://www.logicalis-thinkhub.com/

Brasil chega a 1 milhão de investidores na Bolsa de Valores

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O número de investidores na B3 bateu 1 milhão. Se compararmos com fevereiro de 2018, em que haviam 655 mil, isso significa um crescimento de mais de 52% em pouco mais de um ano. Entretanto, ainda estamos longe de países como a Colômbia, por exemplo, que possui uma população de 49 milhões de pessoas, mas 3 milhões de CPFs cadastrados na bolsa. O mercado financeiro comemorava o recorde de 100 mil pontos do Ibovespa recentemente e uma semana depois o índice marcava pouco mais de 91 mil pontos. Essa queda violenta assustou muitos investidores que não estão acostumados com investimentos em ações. Alguns simplesmente se desesperam e vendem tudo, outros ficam tentando acertar qual a próxima bola da vez e outros simplesmente não fazem nada e ficam apenas olhando. O Financista do Canal 1Bilhão Educação Financeira, Fabrizio Gueratto, listou os 8 principais erros do investidor que acabou de ingressar na B3.

1 – Investidor sabe tudo: O ser humano gosta de ter a sensação de que sozinho ele consegue resolver tudo. No mercado financeiro não é diferente. Muitas pessoas que acabam de ingressar na bolsa de valores começam a operar sozinhos. Eles leem 3 ou 4 matérias em blogs e acreditam que são mais espertos que os demais. Como em um cassino, as vezes até acertam uma ação ou outra, mas a tendência natural é de perdas. Se o Ibovespa começa a ir bem é pior ainda para este tipo de investidor. Porque neste caso ele tem certeza de que realmente ele é muito bom e não de que o mercado todo está ganhando;

2 – Investidor emoção: Este tipo de investidor não usa a racionalidade para investir. Ele deixa a emoção tomar conta. Quando a bolsa está com uma boa expectativa ele compra, na primeira notícia negativa ele vende e fica sempre patinando. As vezes, para investidores pequenos, o próprio custo da corretagem que algumas corretoras cobram acaba prejudicando a rentabilidade dependendo do número de operações que são realizadas. Segundo uma pesquisa encomendada pela CVM, 90% dos investidores que fazem day-trade, ou seja, compram e vendem ações no mesmo dia, perdem dinheiro;

3 – Investidor preguiçoso: Embora o investimento em ações seja de longo prazo, isso não quer dizer que basta comprar algumas ações, compor uma carteira e largar por anos. Qualquer carteira de investimento, seja de uma pessoa física ou de um fundo de investimentos precisa ser constantemente rebalanceada. Porém, para rebalancear também precisa ter know how, algo que o investidor iniciante não tem;

4 – Investidor Day-Trade de fundos: O correto para o investidor que está iniciando é investir através de um fundo de investimento em ações (FIA) e de preferência para escolher 1 ou mais fundos é ideal contar com ajuda de um especialista, que conhece a estratégia e o gestor de cada um deste produtos e consegue diversificar o risco, mesmo sendo ativos de renda variável. Entretanto, o investidor day-trade, olha simplesmente a rentabilidade passada ou o FIA da moda e coloca todo o dinheiro nele. No segundo mês que a performance é negativa ele não suporta e resgata o dinheiro e muda para outro fundo. As vezes em um único ano ele aplica e resgata em 3 ou 4 produtos diferentes;

5 – Investidor me engana que eu gosto: O investidor que vive comprando e vendendo ações sempre superestima seus ganhos e minimiza as perdas. Por exemplo, se este investidor tinha R$ 10 mil em ações de Vale e ganhou 5%, mas tinha R$ 100 mil em ações da Petrobras e perdeu 4%, ele contará para todo mundo que deu uma “porrada” em Vale e em “Petro” ele perdeu um pouquinho. Este investidor no final do ano nem se quer sabe fazer as contas da rentabilidade de sua carteira. Foram tantas operações, mais imposto de renda e aportes novos de dinheiro que ele fica completamente perdido. Para este perfil a bolsa de valores é um game;

6 – Investidor sem estratégia: Existe o investidor que não possui qualquer estratégia. Ele sempre quer ter a sensação que sabe algo que ninguém mais sabe. Ele ouve um boato e compra determinada ação. Ele abre um blog e tem uma dica e ele faz a mesma coisa. Até os que tem estratégia, assim que o mercado vira para baixo, como quando o Temer quase caiu da presidência, ou a briga entre Bolsonaro e Rodrigo Maia, ele na mesma hora se desespera. Ganhar dinheiro sozinho na bolsa de valores é muito difícil, a não ser que o investidor tenha a sorte de pegar um ciclo por meses ou anos de alta, como já ocorreu no passado;

7 – Investidor Mega-Sena: Este perfil de investidor muitas vezes não tem nem o cofre de emergência, ou seja, pelo menos 6 meses do seu custo de vida em um investimento de renda fixa com liquidez, mas ele quer ficar rico rápido então a única chance é fazer a grande aposta na bolsa de valores ou ativos de alto risco como criptomoedas. Esta pessoa aplicará que opções, que é muito mais arriscado do que ações. Ela tentará acertar uma small cap, que são pequenas empresas que possuem capital aberto, mas quase não tem negociação. Ela acredita que pode transformar R$ 10 mil em R$ 100 mil;

8 – Investidor Cassino: Este perfil encara investimentos na bolsa de valores como um cassino. Além de tradicionalmente ele querer acertar a empresa que irá ter valorização de 1.000%, como em um jogo, cada vez que ela perder a aposta ela correrá mais risco para tentar recuperar o que perdeu. Até o momento em que ela perde tudo ou, em alguns casos, como estava alavancado, ou seja, usando um “cheque especial” ainda fica devendo na corretora e acaba perdendo um carro ou imóvel, por exemplo.

O desafio de liderar em um mundo de transformação

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Artigo de Enio Klein, CEO da Doxa Advisers; Professor de Pós-Graduação na Business School SP; Especialista em Transformação Digital.

O último ano desta década será marcado pela premência que terão pessoas e organizações para percorrer o árduo caminho da transição para modelos de negócio e comportamentos que reflitam o novo cenário das relações profissionais, de consumo e sociais. Principalmente no Brasil, onde as lacunas sociais e econômicas ainda são enormes. 

Em parte motivada e sustentada pelo intenso desenvolvimento tecnológico, o movimento de transformação ganha uma força que o torna irreversível. Mas não é só tecnologia. A sociedade mudou muito por conta da internet e das redes sociais, mas a grande mudança está na capacidade de lidar com a diversidade de gerações nos ambientes sociais. 

Em todo movimento de evolução social, a mescla de gerações é benéfica e gera o oxigênio que realimenta o processo. Este fenômeno social tem tanta ou maior influência sobre as transformações em curso e futuras, quanto a própria tecnologia. Defino a relação da tecnologia com a nova sociedade como simbiótica. Hoje, a tecnologia permeia nossa sociedade e criou condições para uma nova ordem. 

O resultado é que habitamos em um mundo onde a tecnologia faz parte do ecossistema, e o que mais impressiona é vê-la ser realimentada a partir da intensa colaboração global que a nova sociedade provê a partir de seus membros de diferentes gerações, maturidades, conhecimentos e experiências. Tudo isso catalisado por máquinas que aprendem, inteligência artificial, robôs que capturam informações, processam e são capazes de criar novas soluções e novas propostas. 

As lideranças que emergem neste cenário em ebulição têm desafios únicos. Para mencionar somente três que acho dos mais relevantes para o momento atual: capacidade de gerenciar a diversidade e colaboração como ferramentas para inovar, desenvolver a habilidade de fornecer feedback em tempo real e, finalmente, estar aberto e acreditar que a tecnologia traz soluções preciosas e necessárias para que essas equipes, multidisciplinares, possam trabalhar com eficácia.

Empresas de cobrança investem em tecnologia para ampliar taxa de recuperação de dívidas

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Mais de 63 milhões de pessoas passaram o ano endividadas no Brasil, com pagamentos atrasados, utilização de créditos bancários e outras dívidas que negativaram seus CPFs, dificultando a obtenção de crédito. O cenário ainda deve se agravar no começo do ano, época na qual tributos como IPTU e IPVA devem ser pagos. Conforme levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), apenas 9% dos brasileiros dizem ter condições de quitar com essas obrigações financeiras.

Para facilitar a negociação e quitação de dívidas, empresas do mercado de cobrança começam a oferecer aos clientes tecnologias já consolidadas no varejo. O objetivo é aumentar os índices de recuperação, reduzindo o prejuízo das empresas e devolvendo aos consumidores o acesso ao crédito e o “nome limpo”. As apostas da PGMais, empresa de soluções tecnológicas para o mercado de cobrança, são a oferta de navegação gratuita (sem consumo do pacote de dados), gateway de pagamento (amplamente utilizado por e-commerces) e vídeo-mensagens, tecnologias utilizadas com sucesso e bons resultados pelo varejo. “Essas novas tecnologias são importantes porque facilitam o acesso aos dados e também oferecem novos canais de relacionamento e formas diferenciadas de pagamento”, explica Paulo Gastão, CEO da PGMais.

Com esse intuito, a PGMais desenvolveu uma plataforma modular de soluções e serviços para o mercado de cobrança. Uma delas é o portal de negociação, que disponibiliza um completo sistema de auto-negociação no mesmo ambiente, tendo como desfecho a possibilidade de o cliente pagar o débito por meio de um sistema de pagamento eletrônico, o PGPay. “A proposta é similar ao que é ofertado por marcas como PayPal e PagSeguro, com a disponibilização parametrizada de meios de pagamento e parcelas. E tudo isso ofertado em um ambiente seguro”, adiciona o CEO.

Outra novidade desenvolvida pela empresa é a navegação gratuita pelos portais de negociação, chats e páginas da web, o que deve facilitar a quitação de boletos e faturas. Como a maior parte das linhas telefônicas móveis são pré-pagas (58,42%, conforme dados da Anatel), Gastão comenta que o acesso gratuito às ofertas de crédito pode impactar positivamente na taxa de conversão de uma marca. “Quem conseguir levar essas informações ao consumidor sai na frente. Um estudo realizado pela Deloitte mostrou que em torno de 80% dos brasileiros estouram seus pacotes de dados. Quando são oferecidas maneiras alternativas para evitar essa situação, as chances do usuário entrar em contato e, consequentemente, realizar uma negociação aumentam”, afirma o executivo.

Área de cobrança também aposta na atratividade dos vídeos

Segundo a Global Mobile Consumer Survey, realizada pela Deloitte em 2018, a visualização semanal de vídeos por smartphones aumentou. Os vídeos compartilhados pelas mídias sociais ainda são os mais acessados, mas o consumo de formatos mais longos registrou crescimento no último ano. De olho nessa tendência, foi criado o Play, serviço que oferece vídeos com dados variáveis e personalizados, que podem ser enviados por multicanais. A proposta é levar as informações de cobrança de maneira leve, rápida e interativa para o usuário.

“É preciso, cada vez mais, entender qual a melhor forma de se relacionar e interagir com o cliente. Oferecer soluções que facilitem a negociação certamente trará impactos positivos nas taxas de recuperação de crédito porque são tecnologias que devem ter boa receptividade junto aos consumidores. E as empresas que conseguirem chegar antes nesses clientes, devem ser as primeiras a recuperar os valores atrasados, melhorando assim seus resultados”, analisa Gastão.

Voos para Fortaleza (CE) crescem 20% na Páscoa 2019

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A capital do Ceará é o destino do Nordeste mais procurado pelos brasileiros que desejam voar para aproveitar o feriado religioso de Páscoa. Essa constatação é parte de uma recente pesquisa da agência virtual de turismo ViajaNet, que compara o volume de buscas para viagens na Páscoa entre 2018 e 2019 para a região nordestina.

Após a cidade de Fortaleza, que conta com 29% do interesse, aparecem Recife (20,97%), Salvador (14,52%), Natal (9,68%) e Aracaju (8,06%), completando o Top 5. (veja o ranking completo).

Segundo o head of marketing do ViajaNet, Gustavo Mariotto, a Páscoa é um ótimo momento para viajar e reunir amigos e familiares. “Fortaleza, que lidera o ranking do Nordeste nesta Páscoa, além de ser um destino encantador, conta com inúmeras possibilidades de turismo em família. Para quem deseja reencontrar amigos e parentes e curtir a Páscoa em um lugar exuberante, este é lugar perfeito, que movimenta os voos nacionais para uma das regiões mais quentes e amadas do Brasil”.

Confira as cidades nordestinas mais procuradas para a Páscoa 2019:

RankingCidadeProcuraVariação 2018
Fortaleza29,03%20%
Recife20,97%-46%
Salvador14,52%-64%
Natal9,68%-14%
Aracaju8,06%0%
São Luís8,06%-44%
Teresina4,84%-25%
Maceió3,23%-83%
João Pessoa1,61%-86%

Fonte: ViajaNet

Sobre o ViajaNet

ViajaNet é uma agência de viagens online com diferenciais em atendimento e serviços ao e-consumidor, com capacidade de apresentar as melhores opções de mais de 900 companhias aéreas, seguro e pacotes turísticos. A empresa é 100% nacional e aposta no mercado brasileiro, oferecendo ao consumidor a oportunidade de descobrir o mundo em um clique.

Cinco vantagens de gerenciar as despesas corporativas pelo celular

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Organizar as despesas corporativas dá muito trabalho, certo? Hoje em dia, não mais! Com a ajuda da tecnologia e de novos aplicativos está cada vez mais fácil organizar os processos utilizando o telefone celular.  

Pensando neste desafio, o especialista Bruno Pain, do VExpenses – plataforma brasileira que facilita a gestão dos reembolsos de viagens e despesas corporativas – listou 5 vantagens de organizar as despesas pelo celular.

1. Controle os gastos a qualquer momento

Utilizando o celular o gestor pode visualizar as atualizações de gastos dos funcionários em tempo real e de onde estiver. Isso permite consultar, por exemplo, despesas que requerem sua aprovação enquanto pega um táxi.

2. Fim das Notinhas

Pensando na otimização das empresas que realizam reembolso de despesas, o VExpenses busca a digitalização dos processos e acabar com as “notinhas” acumuladas. Por meio do app, o colaborador fotografa as notas fiscais de seus gastos, organiza suas despesas e já pede o seu reembolso, sem precisar preencher planilhas e entregar para a área financeira.

3. Economia de tempo

A tecnologia ajuda a reduzir em até 88% o tempo gasto por gestores com essas tarefas administrativas, pois permite agilizar tarefas como análises de gastos, limitação de despesas e o controle e conciliação do cartão corporativo.

  4. E de dinheiro!

Para utilizar a tecnologia, a empresa investe apenas uma mensalidade de R$ 14,00 por funcionário/mês. Quando o sistema não for utilizado, nenhuma cobrança é feita. O VExpenses também disponibiliza um período de testes com uso ilimitado. Ao adquirir o plano, o gestor terá acesso a todas as funcionalidades: gerenciador de equipe, cadastro de políticas, workflow de aprovação e ainda extrair relatórios diversos.

5. Sem erros ou fraudes

Os processos de reembolso manuais geralmente são bastante burocráticos. Tanto empresa como funcionário ficam expostos a erros humanos em toda a duração do processo. No entanto, já existem soluções que automatizam essas atividades, como o Vexpenses, garantindo a otimização da rotina dos colaboradores e a diminuição das possibilidades de erros e fraudes.

Sobre o VExpenses

O VExpenses (www.vexpenses.com) é um aplicativo brasileiro que facilita a gestão dos reembolsos de viagens e despesas corporativas. O app já tem mais de 15 mil usuários cadastrados – são mais de 200 empresas pelo Brasil e América Latina- e resolve o problema da prestação de contas entre as empresas e colaboradores – economizando tempo e dinheiro. Além disso, a tecnologia ajuda a evitar fraudes, cadastrar limite de gastos e buscar economia nos processos com a análise dos relatórios. O App tem disponibilidade para  Android e IOS e pode ser baixado gratuitamente.

O mundo “Vuca” e a explosão da economia “Gig”

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Artigo de Luiz Resende, da Mandic Cloud Solutions.

Não é de hoje que percebemos a necessidade de nos adaptarmos às mudanças. As coisas não são nem de longe estáveis como antigamente. Tudo muda o tempo todo, de uma forma muito rápida não seguindo uma direção certa. Temos diversos cenários possíveis onde não existe mais o certo ou o errado, apenas o risco que se torna ainda maior com a dúvida e a demora na tomada de decisão. O mundo atual é VUCA (um acrônimo que traduzido para o português significa Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo).

Provavelmente por esse motivo cada vez mais pessoas saem do conforto e da monotonia de algo fixo e buscam alternativas autônomas onde possam atuar diretamente com clientes e consumidores de um produto ou serviço oferecido. Esse segmento é vagamente conhecido como economia GIG e vem ganhando força a cada dia. O termo GIG se refere a um trabalho que é contratado sob demanda e as pessoas que se encaixam nessa categoria, em geral, são conhecidas como freelancers.

Em tese, um profissional autônomo não possui vínculo empregatício, podendo se comprometer e se envolver em diversos projetos ao mesmo tempo, pois tem a flexibilidade de negociar os prazos e entregas para cada uma das contratações que recebe. Neste contexto, não existe um local fixo para desempenhar o trabalho e outra grande vantagem é poder estar em qualquer lugar do mundo desde que se tenha a estrutura necessária para fazê-lo.

Um exemplo disso é o aplicativo Uber que permite que o profissional faça seu horário de acordo com a sua necessidade. Pensando dessa forma, muitas empresas e startups como a Uber vêm desenvolvendo produtos e serviços onde permitam que pessoas possam trabalhar dessa forma, agregando valor ao segmento. Já existem plataformas onde qualquer cliente, desde um pequeno empreendimento até uma consolidada corporação, pode de maneira simples criar uma infraestrutura segura, escalável e barata para sustentar seus serviços e aplicações em alta disponibilidade na nuvem.

Dessa forma, as empresas podem contar com a agilidade necessária para garantir que suas aplicações ganhem escalabilidade de acordo com o crescimento do negócio e aumento na demanda dos usuários. Essa e outras tecnologias ajudam no movimento natural que se dará nos próximos anos de consolidação da economia GIG. Toda essa transformação que vivenciamos é resultado de uma mudança na mentalidade e no jeito de fazer negócios das empresas.

Trabalhos sob demanda e uma rede de fornecedores no lugar de empregados, esse é o futuro das relações de trabalho. Penso que mais importante que seguir uma receita pronta, é nos preparar para essas novas possibilidades e reavaliar antigos modelos de gestão que, bem ou mal, cairão em desuso muito antes do que a gente imagina.